Deus sabe, Deus ouve, Deus vê
Você que se sente pequeno,
Dirija seus olhos a Deus;
Não deixe que sombras o envolvam,
Entregue sua vida a Deus.
(coro)
Deus sabe o que vai dentro d'alma,
Deus ouve a oração suplicante,
Deus vê sua angústia e o acalma,
Deus faz de você um gigante.
Deus sabe o que vai dentro d'alma,
Deus ouve a oração suplicante,
Deus vê sua angústia e o acalma;
Deus sabe, Deus ouve, Deus vê.
Se a vida levou os castelos,
Que em sonhos você construiu,
Não dê por vencido seu planos,
Entregue seus planos a Deus
"Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar aquelas que posso e sabedoria para distinguir umas das outras".
"Now the Spirit speaketh expressly, that in the latter times some shall depart from the faith, giving heed to seducing spirits, and doctrines of devils;
Speaking lies in hypocrisy;having their conscience seared with a hot iron;"1 Timothy 4:1-2
segunda-feira, 7 de março de 2011
The City should
The City should be pretty blissful,
If I could I would go there now
I shall see the Lord face to face
Sing that huge coral
There would see angels and cherubs
Taken together, singing hosannas to the King
Soon, that my thoughts
Is reality
For to fly there ...
See also all the disciples
Who walked through here
Preaching the Word
I imagine Paul and James embrace
See John Abraham, Isaac and Jacob
Brother if we stay in communion with Christ
That beautiful city we will live
We shall see the Lord face to face
Sing that huge coral
We will be there angels and cherubs
Gathered singing hosannas to the King
We only pleasure and joy
Forever
Amen!
Glory be to the King
Glory be to the King
Jesus!
A ditosa Cidade deve ser linda,
Se eu pudesse eu iria pra lá agora
Verei ao Senhor frente a frente
Cantaria naquele imenso coral
Veria anjos e querubins ali
Reunidos, cantando hosanas ao Rei
Breve este meu pensamento
Será realidade
Pois pra lá voarei...
Veria ainda todos os discípulos
Que andaram por aqui
Pregando a Palavra
Imagino abraçar Paulo e Tiago
Ver João, Abraão, Isaque e Jacó
Irmão se ficarmos em comunhão com Cristo
Naquela linda cidade nós iremos morar
Veremos o Senhor frente a frente
Cantaremos naquele imenso coral
Seremos anjos e querubins ali
Reunidos cantando hosanas ao Rei
Teremos somente prazer e muita alegria
Para sempre
Amém!
Glórias ao Rei
Glórias ao Rei
Jesus!
quinta-feira, 3 de março de 2011
Todos os meus sonhos todos os meus planos estão em suas mãos. me dou a ti senhor !
Adoração em Espírito e em Verdade
Versão corrigida e atualizada em 12 de Janeiro de 2005
"Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem", (João 4: 23). Esta afirmação, embora bastante conhecida, ainda não é bem compreendida pela maioria dos brasileiros. Para compreendê-la, adequadamente, precisamos analisar em profundidade o significado individual das palavras utilizadas.
1- ADORAR: Muitas pessoas pensam que adorar é orar e cantar louvores. Na verdade isso é apenas cultuar; adorar é muito mais profundo do que isso. Veja que enquanto amar significa se relacionar com plena igualdade, seja na dor, na alegria etc; adorar significa se submeter e servir, seja na dor, na alegria etc. (quem ama, divide, compartilha; quem adora, se prostra, se submete aos ensinamentos e ordenanças com total confiança).
2- ESPÍRITO: A palavra espírito está relacionada à alma, à parte do ser humano que não tem aparência física, mas controla todo o corpo semelhantemente ao "software" nos computadores e robôs. Referir-se ao espírito é referir-se a parte não-aparente, porém, a mais importante.
3- VERDADEIRO: A palavra verdadeiro significa sem falsidade, sem hipocrisia; de coração puro.
Então, a afirmação: "Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito..."; em palavras mais simples poderíamos traduzir assim: os verdadeiros servos servirão ao Pai com o interior da alma, isto é, por vontade própria e sem produzir aparências inúteis tais como discursos demagogos, orações repetitivas, histerias em praça pública, etc.
Já a segunda afirmação: "Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai... em verdade"; poderíamos traduzir assim: os verdadeiros servos servirão ao Pai... sem falsidade, sem hipocrisia e de coração puro, isto é, por entendimento e convicção e não por obrigatoriedade desta ou daquela tradição.
Portanto, não é pelo que aparentamos nem pela obediência cega que faremos a vontade do Pai. O verdadeiro adorador segue a orientação de Deus buscando uma conduta pura e irrepreensível independentemente dos costumes desta ou daquela Denominação. O extremismo, tanto no que diz respeito ao tradicionalismo religioso, quanto no que diz respeito a alucinações espiritualistas, não representa a vontade de Deus.
Sendo assim, se não é pela parte aparente que Deus nos avalia, então de que maneira poderemos identificar as pessoas que fazem realmente a vontade do Pai?
Na verdade, analisando apenas as aparências fica muito difícil de identificá-las; o verdadeiro cristão não se preocupa em produzir aparências. Observe a orientação de Jesus Cristo descrita em Mt. 5.3-7: "... quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita;... E, quando orardes, não sejais como os hipócritas;... Mas tu, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como...". Portanto, não temos a capacidade e a legitimidade de julgar e condenar esta ou aquela pessoa por não possuir a "aparência cristã" que nós esperávamos. Precisamos meditar sobre isso antes de intentarmos julgar quem vai para o céu e quem vai para o inferno, seja ao nosso redor, seja na nossa cidade, na nossa nação ou nas nações estrangeiras. Não podemos esquecer que é pelo fruto que se conhece uma árvore, e não pela sua aparência.
Cristãos, as afirmações feitas aqui são para análise e meditação, a intenção é ajudar a esclarecer (tornar claro, iluminar) jamais confundir. Cordialmente:
AUTOR:Valvim M Dutra
Autor do Livro Renasce Brasil.
FONTE:http://protestantes.renascebrasil.com.br
quarta-feira, 2 de março de 2011
DEUS ABENÇOE A TODOS EM NOME DE JESUS!
God Bless America!
Deus abençoe a América!
The faith of the Founding Fathers. A fé dos Pais Fundadores. America's Christian Heritage. Herança Cristã da América.
hino não oficial dos EUA nacional foi composta por um imigrante que deixou sua casa na Sibéria para a América quando ele tinha apenas cinco anos de idade. A versão original de "God Bless America" foi escrita por Irving Berlin (1888-1989) durante o verão de 1918 em Camp Upton, localizado na Yaphank, Long Island, a sua revista de estilo Ziegfeld, Yip, Yip, Yaphank. "Faça a sua vitoriosa na terra e espuma, Deus abençoe a América ..." correu a letra original. No entanto, Berlim decidiu que o tom solene de "God Bless America" foi um pouco fora de sintonia com os elementos mais cômico do espetáculo e da canção foi colocada de lado.
No outono de 1938, como a guerra foi mais uma vez a ameaçar a Europa, Berlim decidiu escrever uma "paz" da canção. Ele lembrou sua "God Bless America" de vinte anos antes, e feitas algumas alterações para refletir o estado diferentes do mundo. Singer Kate Smith introduziu a revista "God Bless America" durante a sua transmissão de rádio no Dia do Armistício de 1938. A canção foi uma sensação imediata, a partitura foi em grande demanda. Berlim, logo se estabeleceu o Fundo de God Bless America, dedicando os royalties para os escoteiros e menina da América.
ficheiro de Berlim, manuscritos e folhas de letra para essa música essencialmente americana inclui manuscritos nas mãos do secretário de longa data Berlim musical, Helmy Kresa (Berlin-se não ler e escrever música), bem como as letras das canções, e corrigiu cópias prova para a partitura .
Estes documentos materiais não só a velocidade com que Berlim revista essa música, mas também a sua atenção ao detalhe. A cópia primeira prova é datado 31 de outubro de 1938, a primeira versão "final" da canção é um manuscrito datado de 02 de novembro e difusão histórico Kate Smith teve lugar em 11 de novembro. Estes documentos mostram a evolução da música passo-a-passo da versão original de 1918 para a melodia que agora sabemos.
Esses manuscritos são parte da Irving Berlin Collection, uma notável colecção que inclui os papéis pessoais de Berlim, assim como os registros da Irving Berlin Music Corp Foi apresentado na Biblioteca do Congresso em 1992, pelas filhas de Berlim, Mary Ellin Barret, Linda Louise Emmet, e Elizabeth Peters Irving
terça-feira, 1 de março de 2011
EU ANDEI HOJE POR ONDE JESUS CRISTO ANDOU.
O MAIS IMPORTANTE É ANDAR COMO JESUS CRISTO ANDOU E NÃO POR ONDE ELE ANDOU.
Palavras apenas não dizem nada.
Quantos dizem “eu sou de Deus”, mas será que Deus tambêm diz “este é meu”?
A palavra de Deus declara na I carta de João, que “aquele que diz estar Nele deve andar como Ele andou” I João 2.6, perceba não bastam meras palavras pois Deus conhece os pensamentos e intenções do nosso coração.
Andar como Ele andou requer viver alguns ensinamentos de Jesus, dentre eles vamos destacar seis.
Em primeiro lugar para andar como Ele andou temos que andar em novidade de vida. Romanos 6.4 temos o seguinte dizer:
-“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte;para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida”.É assim que devemos andar, em novidade de vida, vivendo a cada dia coisas novas, experiências novas..Não pode um cristão fazer coisas que antes da sua conversão ele o fazia que eram erradas, pois agora é novidade de vida, é renovação constante.
Andar como Ele andou significa andar por fé, como declara II Corintíos 5.7 “Andamos por fé e não por vista”.Quem é de Deus não vive de aparência, não se detêm diante do problema, não teme a má notícia, pois a fé é a certeza do que se espera e a prova do que se não vê(Hb 11.1).
Tem mais, andar como Ele andou representa andar em espírito.Gálatas 5.16 declara “Digo porém, Andai em espírito e não cumprireis a concupisciência da carne”.Tem gente que sempre tem nos seus lábios a desculpa do pecador: A carne é fraca; Mas não podemos esquecer que quem vive no espírito, quem anda no espírito não busca e não cede para a carne, não dá oportunidade para ela. Como é bom ser de Deus e poder dormir tranquilo sem o peso da acusação no coração.
Calma, tem mais, andar como Ele andou é andar em amor, temos o relato deste fato em Efésios 5.2 “E andai em amor… O amor aqui declarado é o amor do tipo de Deus, Ágape, aquele que se doa por quem se ama sem esperar ter nada em troca, e isso é visto na entrega de Jesus a nós.
Podemos ressaltar também que andar como Ele andou é andar com cautela, como Efésios 5.15 descreve; “Portanto vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios”. Aqui vemos a importância de analisar todas as coisas antes de tomarmos decisões, verificarmos se vale a pena, se é de Deus, para não quebrarmos a cara depois. Há até uma música popular que diz que cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguêm.
Para completar estes seis itens que nos propusemos a abordar, em I João 1.7 está escrito assim “Mas se andarmos na luz como Ele na luz está…; Andar na luz significa andar sobre a revelação da Palavra, foi isso que Jesus fez, tudo o que estava descrito Nela pelos profetas e hoje temos que proceder da mesma forma, de Gênesis a Apocalipse esta a luz de Deus para nós caminharmos .
Se em sua vida prezado leitor desta coluna você percebeu que não está andando como Ele andou, agora já o sabe como fazer, tome uma decisão agora mesmo e não apenas diga que é de Deus mas tenha o próprio testemunho de Deus ao seu favor, essa é a minha oração.
AUTOR:Pr. Glauber Morare
FONTE:http://www.ongrace.com
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
AMAR !
O NOVO MANDAMENTO DE CRISTO
Por: Charles Haddon Spurgeon
C.H. Spurgeon (1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword na Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional. Deixou um legado de vida piedosa, marcada por um profundo amor ao Senhor Jesus Cristo e por dedicados esforços ara alcançar almas perdidas.
“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13.34-35)
Sem dúvida, muitos de vocês já ouviram a história do encontro do arcebispo Usher com o Sr. Rutherford. Mas ela é tão apropriada a este assunto, que não deixarei de contá-la novamente.
O arcebispo tinha ouvido sobre o maravilhoso poder da devoção de Rutherford e da beleza singular da ordem de sua casa e quis testemunhar por si mesmo. Contudo, ele não sabia como fazer isso, até que lhe ocorreu que poderia disfarçar-se como um viajante pobre. Seguindo essa idéia, ao cair da noite, ele bateu à porta do Sr. Rutherford, sendo recebido pela Sra. Rutherford. Perguntou se poderia ter abrigo para passar a noite. Ele respondeu: “Sim”, visto que costumavam receber estranhos. Ele o levou á cozinha e lhe deu algo para comer. Como parte de sua disciplina regular, a família catequizava os filhos e os empregados no sábado à noite. E, como é evidente, o homem pobre ficou entre eles na cozinha.
A Sra. Rutherford fez a todos eles algumas perguntas sobre os mandamentos. Ao homem pobre perguntou: “Quantos são os mandamentos?” Ele respondeu: “Onze”. “Ah! que coisa feia para um homem de sua idade, cujos cabelos estão grisalhos: não saber quantos são os mandamentos. Em nossa paróquia não há nenhuma criança maior de seis anos que não saiba isso”. O homem pobre nada disse em resposta, mas teve a sua refeição e foi para cama. Mais tarde ele se levantou e ouviu a oração de meia-noite de Rutherford. E ficou encantado com ela, se deu a conhecer, emprestou dele um casaco melhor e pregou por ele no domingo pela manhã, surpreendendo a Sra. Rutherford por usar estas palavras como seu texto: “Novo mandamento vos dou”. Ele começou com a observação de que isso poderia ser apropriadamente chamado de Décimo Primeiro Mandamento. Depois, o arcebispo foi embora, mas ele e Rutherford se revigoraram juntos. Esse é o Décimo Primeiro Mandamento. Na próxima vez que nos perguntarem quanto mandamentos existem, responderemos corretamente: onze.
Por que esse mandamento é novo? Não está incluído nos dez? Vocês sabem que nosso Senhor aprovou o resumo dos Dez Mandamentos apresentado pelo escriba: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10.27). Então, como este mandamento – “que vos ameis uns aos outros” – é novo?
Ele é novo, primeiramente, na extensão do amor. Devemos amar nosso próximo como a nós mesmos, mas devemos amor nossos irmãos em Cristo como ele nos amou. Isso é muito mais do que amamos a nós mesmos. Cristo nos amou melhor do que amamos a ele. Cristo nos amou tanto que se entregou a si mesmo por nós, para que nenhum de nós diga: “Tenho de amar meu amigo, meu irmão, meu próximo como amo a mim mesmo”, mas para que interpretemos assim o mandamento de Cristo: “Devo amar meu irmão em Cristo como Jesus Cristo, que morreu por mim, me amou”. É um tipo de amor mais nobre em relação ao amor que temos de manifestar ao nosso próximo. Este é o amor de benevolência; aquele é um amor de afinidade e relacionamento íntimo. Envolve um grau mais elevado de sacrifício do que o recomendado pela lei de Moisés...
Ele é um novo mandamento porque está apoiado por uma nova razão. O velho mandamento estava amparado nesta declaração: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx 20.2). Os israelitas deviam obedecer à lei por causa da redenção que Deus havia realizado em favor de seu povo. Nós, porém, somos ordenados a amar uns aos outros porque Cristo nos redimiu de uma escravidão pior do que a do Egito, por meio de um sacrifício de valor mais elevado do que o oferecimento de miríades de cordeiros na Páscoa. “Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” por nós (1 Co 5.7).
Ele nos tirou do jugo de ferro do pecado e de Satanás, quebrando totalmente nossas cadeias. Nossos inimigos nos perseguiram, mas ele os destruiu no mar, no mar Vermelho. Cristo nos redimiu com o sangue de seu coração; por isso, seu novo mandamento nos alcança com o maior significado possível: “Assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros”. É um novo mandamento por causa da sua extensão e da razão na qual está apoiado.
É um novo mandamento também porque é um novo amor, procedente de uma nova natureza e envolvendo um nova nação. Devo, como homem, amar meu compatriota porque ele é homem. No entanto, como pessoa regenerada, tenho o dever de amar meus irmãos em Cristo ainda mais, porque eles também são regenerados. Os laços de sangue têm de ser reconhecidos por nós muito mais do que o são pelos não-regenerados. Esquecemos facilmente que Deus “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra” (At 17.26). Por laço comum de sangue, somos todos irmãos. Todavia, amados, os laços da graça são muito mais fortes do que os de sangue. Se vocês já nasceram de Deus, são irmãos por meio de uma irmandade muito mais forte do que a irmandade natural que os capacitou a dormir no mesmo berço, mamar no mesmo peito; pois os irmãos segundo a carne podem separar-se eternamente. A mão direita do Rei talvez seja a posição atribuída a um deles, e a esquerda, a posição designada ao outro; mas os irmãos nascidos verdadeiramente de Deus compartilham de uma irmandade que durará para sempre. Aqueles que agora são irmãos em Cristo serão sempre irmãos.
Expressamos uma atitude deveras bendita quando somos capazes de amar uns aos outros porque a graça que está em nós vê a graça que está no outro e discerne nele, não a carne e o sangue do Salvador, mas uma semelhança com Cristo e ama o outro por causa de Cristo. Assim como é verdade que, se somos do mundo, o mundo ama os seus, assim também é verdade que, se somos do Espírito, o Espírito ama os seus. Toda a família dos redimidos de Cristo está unida por laços firmes. Sendo nós mesmos nascidos de Deus, estamos sempre procurando outros que foram “regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Quando os achamos, não podemos deixar de amá-los. Entre nós há, imediatamente, um vinculo de união.. Vocês estão ligados a Deus. Portanto, devem ter comunhão com todos os que estão ligados a ele, quer gostem, quer não...
Amados irmãos, este é um novo mandamento porque é compelido por novas necessidades. Os cristãos devem amar uns aos outros porque são súditos de um Rei, que é também seu Salvador. Somos um pequeno grupo de irmãos em meio a uma vasta multidão de inimigos. “Eis que eu vos envio”, disse Jesus aos seus discípulos, “como ovelhas para o meio de lobos” (Mt 10.16). Se vocês são verdadeiros cristãos, não terão o amor dos mundanos. Não podem tê-lo. Eles os ridicularizarão e os chamarão de tolos, hipócritas ou algo igualmente desagradável. Então, apeguem-se mais uns aos outros. Em qualquer oposição que vocês enfrentarem de fora, permitam que ela os consolide em uma união mais firme [um com os outros]. Somos como uma pequena companhia de soldados, na terra do inimigo, cercados fortemente pelos vastos batalhões de inimigos; por isso, temos de permanecer juntos. Temos de ser como um único homem, unidos em comunhão íntima, como nosso grande Capitão nos ordena. Deus permita que o próprio fato de que estamos num país do inimigo resulte em tornar-nos mais completamente um do que temos sido!
Quando ouço um cristão achando erros em seu pastor, sempre admito que o Diabo encontrou alguém para fazer a sua obra suja. Espero que nenhum de vocês jamais seja encontrado a reclamar dos servos de Deus que estão fazendo o seu melhor para promover a causa do Senhor. Já existem muitos que estão prontos a achar erros neles...
Além disso, queridos irmãos, este mandamento é novo porque é sugerido por novas características. Em nosso próximo, pode haver algo amável; mas, em nossos irmãos em Cristo, tem de haver algo amável. Suponha que sejam pessoas recém-nascidas de Deus – de minha parte, não tenho uma visão mais bela do que a de uma pessoa recém-nascida em Cristo. Gosto de ouvir as orações daquele é recém-convertido. Talvez haja... enganos e erros na oração, mas isso não a destrói. Um cordeiro não bali exatamente no mesmo tom em que bali um carneiro. Contudo, um cordeiro é um objeto muito lindo, e qualquer um gosta de ouvir seus frágeis balidos. Há uma beleza nos cordeiros do rebanho de Cristo, assim como há nos carneiros adultos. Não há nada mais agradável a ser visto no mundo do que um crente envelhecido que viveu perto de Deus. Quão calmo é o espírito desse crente! Quando ele começa a falar sobre as coisas de Deus e a testemunhar sobre o amor de seu Senhor, quão encantador é o seu falar! Há muitas coisas lindas nos verdadeiros cristãos. Então, procurem encontrar as excelências deles, e não os seus defeitos. Se nós mesmos estivermos num estado de coração correto, é muito provável que admiraremos o que é bom nos outros... Há uma beleza em seus amigos que não há em vocês mesmos. Não fiquem sempre contemplando o espelho. Há vistas mais linda a serem contempladas. Olhe para a face de seu irmão em Cristo; e, quando vê nele algo da obra do Espírito, ame-o por causa disso.
Mais uma coisa: este mandamento é novo porque é uma preparação para perspectivas melhores do que as que desfrutamos antes. Nós, que cremos em Jesus, viveremos juntos no céu, para sempre; por isso, podemos ser bons amigos enquanto estamos neste mundo. Veremos uns aos outros com a mesma glória e nos ocuparemos, para sempre, em uma realização comum: a adoração de nosso Senhor e Mestre. A lembrança desta verdade deve remover muitas barreiras que agora existem em nossa sociedade... Pode também dar testemunho de que freqüentemente eu aprendo mais em uma hora de conversa com um homem piedoso do que aprendo de um homem instruído que conhece muito pouco as coisas de Deus. Nunca julgue os homens pelas roupas que eles vestem, mas pelo que eles são em si mesmos. É o coração do homem e, acima de tudo, a graça de Deus residente no coração desse homem que você e eu devemos valorizar e amar. Que Deus nos ajude a fazer isso!
Extraído de um sermão pregado no Metropolitan Tabernacle, em Newington, no domingo 4 de abril de 1875, reimpresso por Publications Pilgrim.
Traduzido por: Wellington Ferreira
Copyright©Editora Fiel 2011
Traduzido do original em inglês: Christ’s New Commandment, sermão de C. H. Spurgeon republicado na revista Free Grace Broadcaster de Chapel Library, edição 206.
fonte:http://www.editorafiel.com.br
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