"Now the Spirit speaketh expressly, that in the latter times some shall depart from the faith, giving heed to seducing spirits, and doctrines of devils; Speaking lies in hypocrisy;having their conscience seared with a hot iron;"1 Timothy 4:1-2

sábado, 30 de abril de 2011

CASAMENTO A LUZ DA BIBLIA,ALIANÇA ESPIRITUAL OU CONTRATO CIVIL?

IMPLICAÇÕES ECLESIÁSTICAS QUANTO A RECEPÇÃO DE PESSOAS QUE NÃO FORMALIZARAM O CONTRATO CIVIL DE CASAMENTO  NA MEMBRESIA DA IGREJA E LEGALMENTE VIVE SOB O REGIME DE UNIÃO ESTAVEL.Código Civil artigo 1723

IMPLICAÇÕES ECLESIÁSTICAS QUANTO A RECEPÇÃO
DE PESSOAS AMASIADAS NA MEMBRESIA DA IGREJA(TITULO DO AUTOR)
Textos bíblicos: Ef. 5. 22-33; 2 Cor. 11.2; João 4.16-18; Fil. 4.8
Com o afrouxamento do casamento, tornou-se comum a união conjugal sem um ato formal. Com isso, surge uma tendência das nossas igrejas se adaptarem à situação, principalmente porque outras Igrejas modernas já se adaptaram, aceitando, naturalmente, pessoas amasiadas como participantes efetivos de sua membresia.
O assunto tem sido pouco estudado entre nós. A Ordem dos Pastores do Brasil, secção de São Paulo e Rio de Janeiro, não possuem nenhum trabalho sobre o assunto.
Para firmarmos uma posição sobre este assunto, teremos que tentar responder certas perguntas fundamentais, como:
1 - O que é casamento?
2 - Que tipo de casamento a Bíblia aprova?
3 - Que tipo de exigências as Igrejas do Novo Testamento faziam para a sua membresia?
Na consideração deste assunto, teremos que partir, antes de mais nada, para uma breve recapitulação histórica do casamento, tanto na história profana, como no Velho e no Novo Testamento.
E é o que faremos a seguir:
O Casamento na História das Civilizações - Um breve passeio pela história profana, mostra que o assunto não é bem definido. Will Durant, um historiador ateu, mas considerado pelos críticos um dos mais imparciais em termos de história e documentário, começa seu relato dizendo que "casamento é a associação do macho e da fêmea para fins de proliferação". E diz mais à frente que quem inventou o casamento foram os animais (História da Civilização, Will Durant, Vol. I, pp.41/42). Will Durant, naturalmente, não crê na Bíblia e não aceita a idéia original do casamento, que foi instituído por Deus com toda a exuberância que o ato merece. E, na verdade, os animais "descobriram" e não inventaram - não o casamento, mas o "acasalamento". Aliás, acasalamento é o que muitos seres humanos estão fazendo hoje.
No seu relato, Will Durant traz algumas informações interessantes: Em Futuna e Havaí, a maior parte dos nativos não se casavam, pelo menos no tempo deste historiador. Os Lubus, juntavam-se indiscriminadamente sem qualquer concepção de casamento. Certas tribos de Bornéu, são sexualmente livres como os pássaros. Na primitiva Rússia, os homens se utilizavam das mulheres sem qualquer distinção e nenhuma mulher tinha um macho fixo. Os pigmeus africanos não conheciam o casamento, e seguiam simplesmente seu instinto. Um bloco de informações de Durant vale a pena citar na íntegra: "Uma variedade de uniões experimentais veio substituir a ligação indeterminada. Entre os nativos de Orang-Sakai a moça ficava algum tempo com cada homem da tribo, passando de um para outro até voltar ao primeiro. Entre os iacutos da Sibéria, os botocudos da América do Sul, as classes baixas do Tibé e outros povos, o casamento era completamente experimental, e rompia-se por vontade de qualquer dos cônjuges, sem que fossem precisas justificações. Entre os damaras, segundo Francis Galton, "a esposa era trocada semanalmente". Nos bailes a "mulher passava de homem a homem, e por sua própria vontade deixava um marido por outro. Jovens, ainda meninas de pouco mais de 10 anos, tinham, muitas vezes, quatro ou cinco maridos, e todos ainda vivos". A palavra original para casamento do Havaí, significa experiência. Nos taitianos, há um século, quando não havia filhos, as uniões eram livres e dissolúveis à vontade; e se vinha prole, os pais ou a destruíam sem nenhuma condenação social, ou criavam-na e ficavam morando juntos; o homem comprometia-se a sustentar a mulher em troca dos trabalhos de mãe que ela iria ter" (Ob. Cit., vol. I, p. 42).
Will Durant entende que o que fez os seres humanos deixarem a poligamia e organizarem mais o ato do casamento foi o fator econômico. Foi ficando difícil a um homem sustentar várias mulheres e todas as implicações desse tipo de união. Também foram surgindo problemas de propriedade e herança, com a melhora dos valores sociais do mundo. Isto levou os seres humanos a adotarem uma só mulher e procurar desenvolver com ela todo o empreendimento da família.
LUZES DA IDADE MEDIEVAL E DA RENASCENÇAUm trabalho de 18 páginas preparado por Kirsti S. Thomas, de Seatle, e publicado na Internet, traz interessantes informações sobre o casamento, principalmente de suas formalidades.
Dentre outras, anotamos as seguintes idéias, em resumo: Apesar de tratar do casamento na idade Média e Renascença, ele começa por dar a mais clássica definição de casamento. Ele começa por perguntar: O que faz um casamento ser casamento ou, o que faz uma união ser casamento (isto é, que ação um casal precisa demonstrar para que a sociedade os reconheça como marido e mulher). E então anota a definição do New Shorter Oxford Dictionary: "Legalmente reconhecida a união pessoal realizada por um homem e uma mulher, com a intenção de viver junto e ter relação sexual, e implicando propriedade e direitos de herança".
O historiador francês Georges Duby, diz: "Casamento, o que é necessário que seja aberto, público, e cerimonial... está no centro do todo sistema de valores, na junção entre o material e o espiritual. Ele regula a transmissão de riquezas de uma geração para outra... porque casamento também regula atividade sexual para procriação, ele pertence ao reino do que é profano e do que é sagrado (The Knight).
De um lado, casamento é secular porque envolve transferência de propriedade. Por outro lado, é sagrado porque pode resultar em procriação, e porque os laços entre marido e mulher espelha os laços entre o ser humano e o divino.
Em termos cristãos, a relação marido/mulher é análogo à relação entre Cristo e a Igreja. A dupla natureza sagrada/secular tem um impacto definido no desenvolvimento da filosofia e dos costumes do casamento.
Os diversos segmentos dessa época, que gravitavam entre casamento com a intervenção Igreja, com a presença de um sacerdote e entre o casamento como um ato público, sem a intervenção da Igreja, marcam ponto, no século XVII, com a opinião de John Donne, em 1621, que dizia: "Sendo o casamento é um contrato civil, ele tem que ser público, e deve ter testemunho de homens. Sendo um contrato religioso, ele tem que ter a bênção do sacerdote" (Kirsti S. Thomas, não publicado).
O passo mais decisivo para o casamento civil, veio com a Reforma Protestante, principalmente com a influência de Martinho Lutero. Ele dizia: "Regulamento do casamento é da alçada da autoridade civil e não da Igreja" (ob. Cit.). Mas ele concordava que a Igreja poderia dar bênção a quem se casasse dentro do rito básico (1529).
Nota-se, portanto, que o casamento na história só começou a atingir o ideal quando veio o expediente civil, para que fosse devidamente oficializado e reconhecido pela sociedade. Dizemos: "começou", porque, ao lado da oficialização para reconhecimento e garantir direitos e deveres, deve haver o fator espiritual, isto é, o modelo do Éden, com a presença de Deus.
O Casamento no Velho Testamento - O que temos no Gênesis a respeito do primeiro casamento, é algo de mais elevado. Deus instituiu o casamento e realizou, pessoalmente, a primeira cerimônia. Como não havia ainda sociedade além de Adão e Eva, o fator civil era desnecessário. Mesmo assim, o ato foi público, isto é, aberto. Depois que o homem se afastou do Éden e da presença de Deus, o casamento, bem assim outros valores do ser humano, retrocederam e tiveram que recomeçar por sua própria conta.
A fonte que temos sobre o assunto é o Velho Testamento que, no entanto, não nos dá detalhes sobre muita coisa do casamento. Dentre outras, colhemos as seguintes informações:
Os pais cuidavam do casamento dos filhos:
Gen. 24; Juizes 14.1-4;
O casamento se dava freqüentemente dentro da mesma família:
Ex. 34.12-15; Deut. 7.3,4;
Em certa fase, persistiu a prática da captura da esposa pelo homem, principalmente durante a guerra:
Deut. 21.10
Mais tarde, a compra da esposa e o dote:
Ex. 22.16 x Deut. 22.29;
Era usual também, dar a filha mais velha primeiro e a mais nova depois, mesmo pagando por ambas. É o exemplo de Jacó: Gen. 29.26.
Não se encontra, no Velho Testamento, nenhum detalhe sobre o ato legal e formal do casamento. Infere-se que a legalização dava-se pela publicidade do ato e pelo testemunho.
No caso do testemunho, vemos que Boaz, para formalizar o seu casamento com Rute fê-lo publicamente diante de anciãos do povo, e tomou 10 homens como testemunha do fato (Rute 4.1-12). O ato de trocar os sapatos era o costume da época dos Juizes (4.7). Em geral, era o ato público que legalizava ou oficializava o casamento, para que fosse reconhecido: Uma festa na casa da noiva (Gen. 24; Juizes 14; Acompanhamento da noiva até à casa do noivo, com cantos e regozijos (Jer. 7.34; 16.9, 25.10) A noiva era escoltada por moças virgens até a câmara nupcial Em alguns casos, o acompanhamento levava tochas ou lâmpadas, com ramos de murta e grinaldas de flores. Este costume parecia perdurar nos dias de Jesus, daí sua parábola das 10 virgens (Ver Owen C. Whitehouse - Costumes Orientais - Antigüidades Bíblicas).
Naturalmente, escribas do Rei de tempos em tempos anotavam dados das famílias, pois se primava pelas genealogias. No Velho Testamento, como se pode notar, tolerava-se a bigamia. Inicialmente, um homem podia ter várias esposas no mesmo pé de igualdade, havendo apenas diferença de preferência do marido. Mais tarde, surgiu a figura da esposa principal e da secundária, chamada concubina, como era o caso de Abraão, de Davi, de Salomão e outros.
O Casamento no Novo Testamento - No Novo Testamento, no que se refere aos cristãos judeus, os costumes eram os mesmos dos últimos tempos do Velho Testamento. A parábola das dez virgens contada por Jesus, mostra isto (Mat. 25).
As alegorias pintadas por João no Apocalipse, reforçam esta idéia. Em virtude do surgimento da Sinagoga durante o cativeiro babilônico, o Rabino passou a participar dos cerimoniais.
Entre os gentios, os costumes de casamento variavam muito de acordo com as religiões pagãs.
Não há nada específico no N.T. a respeito das exigências da Igreja sobre as formalidades do casamento. Ele trata sempre o casamento como fato existente e consumado. Há restrições sobre casamento misto (jugo desigual - 2 Cor. 6.14-18), mas se o marido tem mulher descrente ou vice-versa, um é santificado pelo outro (1 Cor. 7.12-15).
A ênfase é à monogamia - um só marido, uma só mulher - O que estamos buscando, para nossas aplicações ao tema proposto, é a formalidade do casamento e sua validade para a sociedade e, conseqüentemente para a Igreja. Isto é, o que é, realmente, um casamento devidamente oficializado e reconhecido por todos.
O Casamento no Brasil - No Brasil, por causa de Portugal, país católico, o casamento, inicialmente, era apenas religioso, com rito católico. Era o que valia. A Constituição de 25 de março de 1824, ainda do tempo do Império, reforçou a questão declarando, no seu Art. 5o, que a religião oficial do País era a Católica. Mais tarde surgiu o decreto no. 181, de 14 de janeiro de 1890, que regulamentou o casamento civil. Daí para a frente, quem casa no Brasil é o Estado. Muito mais tarde, surgiu a lei que faculta a celebração do casamento religioso com validade civil. Na verdade, aproveita-se apenas a oportunidade e a burocracia para que o ato civil seja oficializado. Mas a Igreja continua não fazendo casamento. O que a Igreja faz é uma cerimônia religiosa, com aconselhamento e impetração de bênção para os noivos.
O Problema do Casal Amasiado de alguns anos para cá, começou a se formar uma jurisprudência no Brasil, dando certos direitos a concubinas, isto é, uma segunda mulher de certos maridos: tais como pensão alimentícia, indenizações e até heranças.
Atualmente, até namorados de muitos anos, quando terminam por culpa de um deles, há direitos a reclamar e a lei brasileira tem amparo para tais questionamentos. Daí, passou-se à figura do amásio, cujo termo técnico é "União Estável" que é o casal que vive maritalmente, sem casamento formal. A Lei 9.258 de 10 de maio de 1996 reconhece, para vários fins, a chamada "União Estável", que se caracteriza por uma convivência duradoura, pública e contínua de um homem e uma mulher, estabelecida com o objetivo de casamento. Neste caso, a dita união não é reconhecida como casamento. O que a lei reconhece são os direitos advindos dessa união. Parece que é este o caso em questão.
PRELIMINARES DE APLICAÇÃO AO PROBLEMATemos até aqui trabalhado nos conceitos, para que tenhamos uma idéia sobre a natureza do casamento e da chamada "união estável" ou de amasiados.
Para ficarmos prontos para uma aplicação ao caso, temos que considerar agora a natureza da Igreja, da sua membresia e das condições para que alguém se ligue à igreja. Nestas considerações, por falta de instruções específicas na Bíblia, principalmente no Novo Testamento, temos que jogar também com o que chamamos: Ética Cristã.
A Natureza da Igreja de Cristo e a Ética Cristã - Sem entrar em considerações mais profundas, podemos começar dizendo que a Igreja de Cristo é de natureza espiritual. Ela trabalha, antes de mais nada, com valores e objetivos espirituais e eternos, pois é a agência do Reino de Deus na terra, enquanto Cristo não volta.
Como, no entanto, está trabalhando no mundo, ela deve estabelecer para si normas de conduta diante da sociedade. Quando Jesus disse que a nossa luz deve resplandecer diante dos homens, para que vejam as nossas boas obras e glorifiquem a nosso Pai que está nos Céus (Mat. 5.13-16), ele estava dizendo que a Igreja deveria projetar um testemunho aceitável, louvável. A idéia do sal da terra e da luz do mundo, por outro lado, mostra que a Igreja deve formar normas corretas e padrões dignos. Uma das figuras do sal é que ele conserva. Ele conserva uma massa para que não se corrompa.
A Igreja deve ter um padrão de comportamento tal que preserve a sociedade. O fato de tanta corrupção no nosso mundo é devido, em parte, à falta de testemunho objetivo e determinante das Igrejas do Senhor. Também o sal tempera e dá sabor. A idéia é que a Igreja promove o equilíbrio do comportamento da sociedade.
Em outras palavras, a ética que a Igreja dita para o mundo é aquela que brota de vidas transformadas por Cristo e que segue o caminho dos objetivos ideais do ser humano, como ensinados por Cristo.
Não é, como definem os filósofos, a formação de normas aprovadas por uma sociedade, pois a sociedade corrompida, dominada pelas leis do pecado, estabelece normas também corrompidas.
É o que acontece nos nossos dias, em que tudo é permitido: uniões ilícitas, casamento de homossexuais, jogos de azar, sexo antes do casamento, adolescentes dormindo juntos na casa do namorado, e outros costumes que estão sendo aprovados pela atual sociedade.
A Igreja e a Obediência às Leis - O Novo Testamento, mesmo a despeito de tanta perseguição enfrentada pelos cristãos, aconselha a obediência às autoridades constituídas, chegando a dizer que elas são estabelecidas por Deus (Rom. 13.1-7; Tito 3.1; 1 Ped. 2.11-17)
Na verdade, nem sempre a lei está de acordo com a moralidade cristã. É o caso de jogos de azar, por exemplo, que são aprovados pela lei, mas que não pode ser aprovado pela ética cristã.
É por isso que Paulo, ao mesmo tempo em que recomendava a obediência às autoridades, dizia que todas as coisas lhe eram lícitas (legais, permitidas), mas nem todas lhe convinham (1 Cor. 6.12-13). No entanto, aquilo que a lei não estabelece como moral ou ético para a sociedade, a Igreja não deve fazer. É o caso da "união estável", que refoge aos princípios do direito. Como Funcionava a Membresia da Igreja do Novo Testamento a primeira menção de membros de uma Igreja, vem logo depois do Pentecostes, em que quase 3 mil pessoas foram batizadas e "agregaram-se", isto é, foram ligados numa Igreja - formaram a Igreja. O texto não esclarece qualquer outro expediente eclesiástico. Apenas foram batizados o que de bom grado receberam a mensagem de Pedro e creram no seu conteúdo, que incluía arrependimento e aceitação de Cristo, como Filho de Deus.
Na verdade, no Novo Testamento, não temos nenhuma regra específica, além dessa, para que alguém se torne membro da Igreja. Naturalmente, a proporção em que as coisas foram ficando mais complexas, foram se multiplicando os grupos, as heresias, tornou-se necessário certo cuidado em receber pessoas, até chegarmos a critérios modernos.
A respeito de casamento, por exemplo, não aparece nenhuma instrução no N.T. Subentende-se que, tratando-se de uma comunidade judaica, todos os primeiros batizados eram regularmente casados, de acordo com os costumes de Israel. Entende-se, no entanto, que para tornar-se cristão era necessário cessar do pecado, e alguém que não estava regularmente casado, estava ainda em pecado, quer seja da fornicação ou do adultério.
O apóstolo Paulo lança bastante luz sobre a natureza da membresia da Igreja, quando diz: "Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo" (2 Cor. 11.2). A figura da virgem preparada para o marido, é a mesma para as formalidades do casamento dos dias do Novo Testamento. O que mostra que a Igreja deveria estar envolvida com pessoas que estavam vivendo uma vida conjugal pura e autêntica.
Outra vez é o apóstolo Paulo que nos lança mais luz. Em Ef. 5.22-33, falando do relacionamento entre Cristo e a Igreja, ele usa a figura do relacionamento do marido com a esposa. A figura usada, é óbvio, é de um casamento legítimo. Jesus, quando falou com a mulher Samaritana, revela detalhes maravilhosos do assunto. No verso 16, do capítulo 4, Ele manda a mulher chamar seu marido. Ela, sinceramente, diz-lhe que não tem marido. Mas Jesus que tudo sabe, revela que ela teve 5 maridos (talvez tenha se divorciado 5 vezes), e o marido que tinha agora (4.17,18) não era dela.
O fato da mulher dizer que não tinha marido e de Jesus dizer que o que ela tem não é dela, mostra que ela era divorciada de 5 maridos e vivia maritalmente com um atualmente, mas este, Jesus não considerava marido. E, pelo que parece, a mulher na sua sinceridade também não o considerava marido. Portanto, a situação marital da mulher era pecaminosa, por isso que ela precisava de Jesus.
Tudo isto nos leva a crer que a Igreja do Novo Testamento só aceitava na sua membresia, as pessoas regularmente casadas.
CRITÉRIOS DE DECISÕES SOBRE O ASSUNTO
1
. No caso da União Estável ou de Amasiados, há duas situações:
a) Quando os Cônjuges São Livres e Desimpedidos - Neste caso, para ligar-se à Igreja, podem perfeitamente formalizar o casamento.
b) Quando Um ou Os Dois Ainda São Casados Com Outro Cônjuges - Aí há o adultério. No caso, o cônjuge ou ambos devem provocar o divórcio, que é o expediente legal, para que possam outra vez se casar. A Igreja deve esperar que o procedimento se cumpra. É evidente que surgem problemas de custos do procedimento do divórcio e do casamento, mas vale a pena esperar. Se a Igreja aceita o divórcio como um expediente válido, não há maiores problemas para resolver o problema da "união estável". Evidentemente, o divórcio é outro problema a ser estudado em outra oportunidade.
O Casamento Formal Reconhecido - é uma conquista da sociedade e dos padrões elevados para o ser humano, por causa das suas implicações sociais e jurídicas, o que interessa à Igreja. Portanto, a Igreja deve valorizá-lo e dignificá-lo. A Lição de Fil. 4.8.
A Igreja deve primar pelo que é puro, para o que é de boa fama, para que outros sigam o seu exemplo. Este é um fator educativo. Se ela faz o que é errado, incentiva tanto para a sua comunidade como para a sociedade a mesma prática.
O Poder da Igreja de Ligar e Desligar - O texto de Mateus 16.18, cuja melhor tradução é: "tudo o que ligares na terra, terá sido ligado", e "tudo o que desligares, terá sido desligado", pode favorecer certas decisões não especificadas pela Bíblia. Neste caso, uma Igreja pode tomar a decisão de aceitar um casal amasiado e isto será feito. Só que a Igreja deve estar cônscia de que a decisão foi tomada primeiramente por Deus. Do contrário, a Igreja estará agindo a sua revelia, na carne e não no Espírito.
Foi assim que começaram os grandes desvios do cristianismo que culminaram com o surgimento da Igreja Católica e todos os seus erros doutrinários.
Os conceitos de Paulo em Efésios 5.22-33 e 2 Cor. 11.2, e o de Jesus em João 4.16-18, já expostos acima, são bastante fortes e convincentes. Eles nos dão bastante luz sobre como agir, pois fica claro que só se considera, em relação à Igreja, o casamento legítimo.
O Dr. A T. Maston no seu livro (Certo ou Errado, Juerp, Rio de Janeiro), apresenta alguns jogos de teste que muito nos ajudam a tomar decisões em casos em que a Bíblia não traz orientação específica.
Trago aqui algumas adaptações daquelas idéias:
O Teste dos Três Efeitos - Neste caso, procura-se averiguar que tipo de efeito a nossa decisão vai provocar:
Efeito Sobre Nós - Pergunta-se: De que maneira esta decisão vai afetar a vida de nossa Igreja? Vai melhorar o padrão das famílias? A juventude vai ficar mais propensa a não se casar legalmente ou não? Se a resposta for negativa, é provável que a decisão não seja recomendável.
Efeito Sobre os Outros - Pergunta: De que maneira esta decisão vai afetar as outras Igrejas? Se elas tomarem nosso exemplo como padrão, isso vai melhorar o nível de vida espiritual das famílias e das igrejas? Se a resposta for negativa, não é recomendável assumi-la.
Efeito Sobre a Causa de Deus - De que maneira esta decisão vai afetar a Causa de Deus, a boa fama do Evangelho, o próprio caráter de Deus? Se a resposta for negativa, é provável que a decisão seja desaconselhável.

Os Três Testes - Aqui temos outros caminhos de averiguação:
O Teste do Segredo - Raciocínio: Isto que vamos fazer pode ser feito abertamente, todos devem tomar conhecimento sem problema de reprovação, ou devemos fazer veladamente, para que ninguém venha tomar conhecimento do fato. Se a resposta for negativa, é melhor que não se realize.
O Teste da Universalidade - Isto que vamos fazer, seria bom que todas as Igrejas o fizessem? Ou somente a nossa Igreja vai fazer numa circunstância especial? Se a resposta for negativa, é melhor não fazer.
O Teste da Oração - Podemos orar agradecendo a Deus pelo fato de estarmos recebendo uma família que não é casada formalmente, cujo casamento não é reconhecido oficialmente? Se a resposta for negativa, é melhor não fazer.

O Teste das Três Fontes de LuzA Luz Que Vem de Dentro - É a luz da consciência cristã, formada pela presença do Espírito Santo na vida de cada crente e da Igreja. Se a decisão não dá paz interior a todos os membros da Igreja; se não há um "sinal verde" geral da Igreja, é melhor não assumir.
A Luz Que Vem de Fora - Neste caso, perguntamos a outros crentes, a outros obreiros, a outras Igreja, o que fariam. Muitas vezes, as experiências de outrem, ajudam-nos a tomar uma decisão mais acertada.
A Luz Que Vem de Cima - É a consulta a Deus. Neste caso, temos que orar a Deus, perguntando sinceramente o que Ele quer que seja feito. Deus dará a resposta de alguma maneira, e a convicção virá a todos. É bom notar que, segundo o Novo Testamento, a despeito de adotarmos o regime democrático, a melhor decisão que demonstra inequivocamente a vontade do Espírito Santo, é o da unanimidade. Se não há unanimidade, não se deve assumir certas decisões controvertidas.

CONCLUSÕES:Poderá haver um caso ou outro, muito especial, que a Igreja deverá analisar e aceitar a dita "união estável". Neste caso, vale a decisão unânime de uma Igreja autônoma.
Exemplo: No meu tempo de jovem, havia um casal amasiado com 50 anos de vida conjugal. Um deles era impedido porque casado, com cônjuge ainda vivo. A distância era grande. Ao tempo, não havia divórcio, mas apenas desquite, que não desfazia o vínculo do casamento. Um caso deste, eu não teria dúvida em levar a Igreja a aceitar, não como regra, mas como exceção.
Como hoje, muitos casais, por razões de direitos hereditários, não estão se casando civilmente, mas apenas fazendo um contrato de convivência conjugal, seria muito temerário uma Igreja Batista entrar indiscriminadamente na aceitação de tais uniões.
Com base nas considerações que vimos de fundamentar, cremos que não vale a pena entrar por este caminho. O apóstolo João, no Apocalipse 21.2, 9, fala da noiva do Cordeiro. A menção é de casamento legítimo e santo. Cremos que a Igreja do Senhor Jesus deve primar por ter na sua membresia pessoal oficialmente casado.
Autor: Pastor Damy Ferreira
Igreja Batista Central de Osasco

COMENTARIO JURIDICO:

UNIÃO ESTÁVEL:
A união estável foi mencionada pela Constituição de 1988, mas sua definição só aparece no Novo Código Civil (artigo 1723): trata-se da convivência duradoura de homem e mulher com objetivo de constituir família. O professor Alcides Tomasetti Jr., da Faculdade de Direito, explica que, querendo, essas pessoas podem se casar, ou seja, não há impedimento legal para isso. "A união estável é permitida entre pessoas separadas de três formas: de fato, judicialmente ou divorciadas,
contanto que os requisitos do artigo tenham sido cumpridos", diz. A separação de fato acontece quando o casal não vive mais junto e está separado na prática, mas ainda não teve a confirmação judicial desse afastamento.

CONCUBINAR OU AMASIAR:
Segundo Tomasetti, o termo "concubinato" é muitas vezes mal interpretado, porque até os anos 60 se referia a qualquer relação fora do casamento. "Os homens separados não poderiam por lei se casar, e o concubinato era adulterino ou impróprio, pois havia uma causa impeditiva: a inexistência do divórcio. Normalmente era o caso de um homem conviver com duas mulheres, a legítima e a concubina. Isso era um problema, uma vez que os concubinos viviam uma união estável durante anos, tinham filhos e patrimônio comum, mas se um deles abandonasse a relação, vinha a insegurança, porque nenhum direito estava garantido", afirma o professor, completando que, aos poucos, os tribunais começaram a proteger e indenizar concubinas em casos específicos, como quando era provado que o patrimônio também era fruto do esforço da mulher.
Depois de 1960, surgiu uma distinção entre o concubinato impróprio (ou adulterino) e concubinato próprio, nome para a relação duradoura entre homem e mulher desimpedidos para o casamento. Só com a Lei do Divórcio, em 1977, muitos separados puderam casar-se outra vez. Mas foi onze anos mais tarde que a Constituição reconheceu a união estável como o antigo concubinato puro.
O concubinado é definido no Novo Código Civil como as relações não eventuais entre o homem e a mulher, impedidos de casar, quer dizer, um dos dois não está separado nem de fato nem de direito: ainda vivem com seus esposos. "A relação concubinária é ilegítima, mas nem por isso está desprotegida da lei", lembra Tomasetti, citando a Lei 8.971, de 29/12/94 e a Lei 9.278, de 10/05/96. Ambas asseguram direitos de habitação, alimentação e herança para qualquer relação duradoura entre homem e mulher, o que pode ser interpretado e utilizado a favor de concubinos. A respeito disso existe uma regra de interpretação dos tribunais: para impedir que eles tenham mais direitos que outras categorias, a Justiça criou uma escala de beneficiados. Em primeiro lugar estão os cônjuges, depois os companheiros e por último os concubinos.

Atos 5:28 Não vos admoestamos expressamente que não ensinásseis nesse nome? e eis que enchestes Jerusalém dessa vossa doutrina e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem.
Atos 5:29 Respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a Deus que aos homens.
VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A IGREJA DE JESUS,SUA NATUREZA E MISSÃO.

"Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." (Mt 16.18)

O texto acima expressa alguns aspectos fundamentais sobre a natureza e o propósito da Igreja de Jesus, manifestos por ele mesmo. Vejamos:A IGREJA NÃO ESTÁ EDIFICADA SOBRE UM MERO FUNDAMENTO HUMANO

"...e sobre esta pedra edificarei..." (kaí epí taúte té pétra oikodouméso)

A pedra (pétra) sobre a qual a Igreja (ekklesían) seria edificada (oikodouméso) é o próprio Jesus. Essa verdade pode ser claramente confirmada em 1 Co 3.11:

"Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo."

A firmeza e a solidez da Igreja não se sustenta sobre as habilidades e competências humanas de seus líderes e membros. Não se sustenta, também, sobre a influência e poder dos tais, nem tampouco sobre a sabedoria ou eloquência dos mesmos. É em Jesus que a Igreja está firmada, e sobre quem ela está edificada.

A IGREJA É ÚNICA

"...a ..."(tén)

A Igreja de Jesus é única. Na perspectiva espiritual e orgânica não existem "igrejas". As igrejas locais (visíveis e institucionalizadas) não expressam em sua totalidade a natureza da verdadeira Igreja (invisível). Só existe uma Igreja verdadeira, as outras são falsas. Onde se encontra a Igreja verdadeira?

- Nas denominações evangélicas pentecostais, neopentecostais, históricas e reformadas? Sim.
- Nas comunidades cristãs? Sim.
- Nos caminhos? Sim.
- Em outros grupos que declaram sua fé em Jesus? Sim.

Mas, onde se encontra então, a igreja falsa?

- Nas denominações evangélicas pentecostais, neopentecostais, históricas e reformadas? Sim.
- Nas comunidades cristãs? Sim.
- Nos caminhos? Sim.
- Em outros grupos que expressam sua fé em Jesus? Sim.

Na Bíblia, onde a verdade e a vontade de Deus se manifestam, encontramos as características da verdadeira Igreja. Observemos algumas:

- A verdadeira Igreja é composta por aqueles que já nasceram de novo (Jo 3.3-8)
- A verdadeira Igreja é composta pelos amigos de Jesus (Jo 15.14)
- A verdadeira Igreja vive em verdade (Jo 17.17)
- A verdadeira Igreja vive em unidade (Jo 17.21)
- A verdadeira Igreja vive em amor (Jo 17.26)
- A verdadeira Igreja vive em santidade (1 Pe 1.15)
- A verdadeira Igreja vive para a glória de Deus (1 Co 10.31)

Tudo e todos que não vivem, ou não buscam viver e experienciar as características acima descritas, não é Igreja de Jesus.

A IGREJA TEM DONO

"...minha Igreja,..." (mou tén ekklesían)
A Igreja tem dono, e pode ter certeza que não é nenhum pastor ou líder nacional, regional ou local. Jesus não tem sócios na Igreja. Apesar de muitos na atualidade agirem como se fossem donos da Igreja, na realidade, se portam (ou são) como donos das instituições religiosas por eles fundadas, herdadas e dirigidas. Essa postura inclui:

- Colocar o patrimônio físico da igreja (instituição) em seu nome, ou em nome de familiares e parentes;
- Beneficiar-se financeiramente de forma absurda da igreja (instituição), além de beneficiar familiares, parentes e amigos;
- Estabelecer o filho ou algum parente como sucessor, para assim manter os privilégios (exploração e poder);
- Ditar as normas, as regras, os costumes e a tradição da igreja (instituição);
- Ameaçar aqueles que discordam de seus posicionamentos com cortes de salários, demissões, mudanças para campos, congregações ou trabalhos menores ou mais difíceis; perda de cargos e funções em mesas diretoras, supressão de oportunidades para ensino e pregação etc;

Os donos das igrejas (instituições) estão por toda a parte, deitando e rolando, fazendo e acontecendo, achando-se poderosos e irremovíveis. Para estes Jesus diz:

"Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas." (Ap 2.5)

"pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu." (Ap 3.17)

A IGREJA É INDESTRUTÍVEL

"...e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." (kaí púlai hádou ou katiochúsousin autés)

Nada, nem ninguém, poderá destruir a Igreja de Jesus. Quem não é do céu, é do inferno!

- As falsas doutrinas não prevalecerão contra ela;
- As perseguições não prevalecerão contra ela;
- As tradições humanas não prevalecerão contra ela;
- O legalismo farisaíco cristão não prevalecerá contra ela;
- O moralismo não prevalecerá contra ela;
- As injustiças não prevalecerão contra ela;
- A politicagem interna e externa não prevalecerá contra ela;
- O jogo de poder não prevalecerá contra ela;
- Os movimentos sociais pós-modernos que militam por causas que não se sustentam biblicamente não prevalecerão contra ela;
- Os falsos pastores não prevalecerão contra ela;
- Os falsos ensinadores e pregadores da falsa prosperidade, da vitória financeira e das barganhas vergonhosas não prevalecerão contra ela;
- Os falsos cantores e bandas "evangélicas" não prevalecerão contra ela;
- Os falsos crentes não prevalecerão contra ela;
- Os políticos e poderosos deste mundo não prevalecerão contra ela;
- O diabo e seus demônios não prevalecerão contra ela;

Exaltado seja Jesus, o Senhor da Igreja!

A IGREJA AVANÇARÁ CONTRA OS SEUS INIMIGOS

"...as portas do inferno..." (púlai hádou)
A metáfora aqui utilizada é de dois reinos em guerra. Na antiguidade as cidades eram fortificadas com altas muralhas e portas firmes, para que durante os ataques sofridos, pudessem resistir firmemente. Nos textos e filmes épicos, podemos ver claramente este fato evidenciado. O reino ou cidade que sofre o ataque se protege como pode por trás dos muros e das portas, tentando resistir de todas as formas ao reino ou exército atacante.
Jesus está nos afirmando claramente que a sua Igreja não ficará acuada timidamente ou covardemente por trás de seus "muros" e "portas", enquanto o "inferno" lhe ataca. Pelo contrário, a Igreja de Jesus, no poder e na unção do Espírito, é que parte para atacar as portas do inferno (poder simbólico das forças espirituais que atuam neste mundo), encurralando-o e saqueando-o. A verdadeira Igreja está fazendo isto. Apesar das ameaças, do poderio e da grande resistência do inimigo, ela não apenas avançará, mas, triunfará para o louvor e glória de Deus.
Você faz parte da Igreja de Jesus?

AUTOR: PASTOR ALTAIR GERMANO

FONTE:WWW.ADAPUCARANA.COM.BR
VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A zumbificação da família e a morte do mundo!…


Um mundo sem famílias será um mundo sem amor!
Mas e não há mais famílias no mundo?…Claro que há; mas está acabando…
Ainda há pai e mãe, apesar de que muitos são apenas progenitores, e, dia a dia, menos pais e mães de fato…
Daqui a tempos [não muitos tempos] haverá uma grande quantidade de filhos de proveta e sem pais de fato.
Hoje se vê a falta de família determinando os grandes problemas sociais nas grandes cidades do mundo…
São meninos e meninas cheios de ódio e de rancor; tomados de vontade violenta; irreverentes; prontos para qualquer coisa suicida…
Prova disso, além da proliferação das drogas químicas que matam, há ainda os crimes contra pai, mãe, avós e parentes…
O que poderá fazer o Estado em favor de uma sociedade sem famílias?…
Não basta haver progenitores ou agentes legais de paternidade e maternidade…
O que falta mesmo é a velha e saudável noção de família, de casamento, de educação, de respeito, de reverencia pelos mais velhos; e, sobretudo, falta a certeza de que pai e mãe são para sempre…
Ora, este último aspecto é o mais fundamental…
Entretanto, tal conceito está moribundo pelo fato não apenas de os pais se separarem com extrema facilidade, mas, também, em razão de que tais pais, uma vez separados, trabalham contra a antiga família…
São homens, pais, que se vão e não mais voltam…
São mulheres, mães, que uma vez separadas trabalham contra o ex-marido em relação aos filhos…
No fim o que fica são esses meninos zumbis…
Sim! Zumbis sem vida e amor; apenas prontos para os espasmos da vontade suicida e descomprometida com o sentido da vida…
Um mundo assim será uma assombração…
De fato a Terra está se tornando um lugar mal-assombrado…
É do Haiti que hoje me vem a maior inspiração para crer no poder do amor…
É a terra do Vodu?…
É o que dizem…
Todavia, apesar de tudo, na atual catástrofe se viu a poder do amor de pais por seus filhos e de filhos pelos seus pais…
Houve quem, debaixo da terra, cavasse 50 horas, sozinho, a fim de salvar um filho igualmente sob os escombros; tendo o mesmo acontecido também com filhos que viraram tatus em busca de suas mães…
Em New York tal catástrofe talvez não tivesse as histórias pessoais de amor e compromisso com pai, mãe e filhos que se viu e se vê no Haiti…
Aqui, e dizem que o Haiti não é AQUI, o que se vê é um terremoto sem abalos sísmicos, mas que faz a alma tremer de desesperança e desamor…
No processo de glacialização do amor no mundo, a morte do sentido e significado de família é o agente mais devastador…
A Grande Bomba do mundo é a existência sem família e sem amor!…
Quem acha isso “careta” haverá de ver a careta dos filhos contra os pais e dos pais contra os filhos…
Eu creio na essencialidade da família porque eu creio no Pai, no Filho e Espírito Santo!
Quem crê que Deus é amor e que Ele é Pai, Filho e Espírito Santo — esse tem que ver na família o arquétipo de tal verdade eterna, sem a qual os homens, feitos à imagem e semelhança de Deus, se tornam deuses dês-relacionados e perversos…
Quem diz que tem medo de Macumba deve saber que a maior Macumba da Terra é essa que é feita de Despachos de Filhos e de Pais…
É no desamor de tais “despachos” que o diabo cresce no mundo!…
Quanto menos amor nas famílias [...], mais diabo no mundo!
Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça!
Nele, que disse “Eu e o Pai somos um”,
 AUTOR: CAIO FABIO
FONTE:WWW.ODIARIO.COM/BLOGS

VIA: PASTOR JOAO NOGUEIRA DE LIMA

terça-feira, 26 de abril de 2011

PERDÃO É PERDÃO.



1 João 1:9 - Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
Após dizer que todos nós cristão pecamos, vez ou outra, João garante que o Senhor tem o poder de nos conceder um perdão absoluto: “Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9).

A coisa que mais inferniza um cristão sincero é o cultivo de um sentimento de culpa. “Eu Sei que Deus me perdoou... mas eu não consigo me perdoar!” esta postura intransigente de auto-condenação destrói a paz interior do crente. E, naturalmente, coloca a nossa justiça humana como superior à justiça divina.

Não devemos confundir a fragilidade do perdão humano, com o poder absoluto do perdão divino. É necessário e urgente levar a sério as escrituras. Quando o Senhor afirma que lançará nossos pecados no fundo do mar e que não se lembrará mais dos nossos pecados – nós temos a obrigação de aceitar. Quando não o fazemos, sofremos. O Senhor não oferece meio perdão. Para Ele, perdão é perdão: absoluto.


AUTOR.

Pastor Olavo Feijó, nascido em 1930, é Bacharel em Teologia pelo Seminário do Sul, licenciado em Pedagogia pela UERJ, Mestre em Educação Cristã e Doutor em Educação, pelo Southwestern Seminary, Estados Unidos, e Pós-Doutor em Psicologia Desportiva, pela Universidade de Maryland, Estados Unidos. Professor Titular de psicologia, especialista em Percepção e Motivação. Foi pastor no Brasil e nos Estados Unidos. Consultor de relacionamentos humanos. Autor e co-autor de vários livros. Foi professor no Seminário Batista do Sul do Brasil e em universidades no Brasil, Estados Unidos, Paraguai e Chile. Casado com a psicoterapeuta Dra. Cristina Feijó.

FONTE: WWW.AMOREMCRISTO.COM


VIA: PASTOR JOAO NOGUEIRA DE LIMA

segunda-feira, 25 de abril de 2011

INTUIR OU PLANEJAR?

É sábio planejar com antecedência. A Bíblia diz em Provérbios 13:16 “Em tudo o homem prudente procede com conhecimento; mas o tolo espraia a sua insensatez.”
Não se preocupe. Ponha os seus planos nas mãos de Deus. A Bíblia diz em Mateus 6:34 “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.”
Use a ajuda de conselheiros quando planeje. A Bíblia diz em Provérbios 15:22 “Onde não há conselho, frustram-se os projetos; mas com a multidão de conselheiros se estabelecem.”
Planeje cuidadosamente e deliberadamente, não com pressa. A Bíblia diz em Provérbios 21:5 “Os planos do diligente conduzem à abundância; mas todo precipitado apressa-se para a penúria.”
O planejar cuidadosamente inclui submissão a Deus. A Bíblia diz em Tiago 4:13-16 “Eia agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. Mas agora vos jactais das vossas presunções; toda jactância tal como esta é maligna.”
Os homens sábios sempre planejam com antecedência. A Bíblia diz em Lucas 14:28-31 “Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se senta primeiro a calcular as despesas, para ver se tem com que a acabar? Para não acontecer que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a zombar dele, dizendo: Este homem começou a edificar e não pode acabar. Ou qual é o rei que, indo entrar em guerra contra outro rei, não se senta primeiro a consultar se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil?”
Qual é o plano de Deus para a nossa vida? A Bíblia diz em Jeremias 29:11-13 “Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança.” Efésios 1:5, 9-10 “E nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, … fazendo-nos conhecer o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que nele propôs para a dispensação da plenitude dos tempos, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra.”
FONTE:WWW.JESUSVOLTARA.COM.BR

 VIA:PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

domingo, 24 de abril de 2011

PÁSCOA?O ANO ACEITÁVEL DO SENHOR E O ANO LITÚRGICO, A QUE SEGUIR?

Qual é a verdadeira origem da Páscoa?
Jerold Aust
A Páscoa é uma das celebrações religiosas mais populares do mundo. Mas, ela está realmente baseada na Bíblia? Meditemos no seguinte por um momento: esta festa é um dos feriados religiosos mais importantes para os cristãos, mas em nenhuma parte da Bíblia nem no livro de Atos dos Apóstolos, que abrange várias décadas de história da Igreja Primitiva, nem em nenhuma das epístolas do Novo Testamento, escritas ao longo de 30 a 40 anos depois da morte e ressurreição de Jesus Cristo, vemos que os apóstolos ou os primeiros cristãos tenham celebrado algo semelhante à “Páscoa Florida” ou à “Páscoa de Ressurreição”. [1] Os evangelhos mesmo parecem ter sido escritos desde aproximadamente uma década depois da morte e ressurreição de Jesus até uns sessenta anos mais tarde (no caso de João). No entanto, em nenhum deles encontramos a menor alusão a uma celebração que se assemelhe a Páscoa Florida. Si a Páscoa Florida não provém da Bíblia nem foi celebrada por nenhum dos apóstolos, de onde ela provém?
A assombrosa origem da Páscoa Florida
No Dicionário do Novo Testamento do lexicógrafo W.E.Vine, encontramos a seguinte definição do termo Páscoa: “Pascha, a transcrição grega do termo aramaico para a Páscoa, do hebraico pesach, passar por cima, saltar, é uma festa instituída por Deus em comemoração da libertação de Israel do Egito, e antecipando o sacrifício expiatório de Cristo....
A festa da Páscoa celebrada pelos cristãos nos tempos pós-apostólicos era uma continuação da festa judia, mas não foi instituída por Cristo, nem estava relacionada com a Quaresma. A festa pagã em homenagem a deusa da primavera, Eástre (outra forma do nome Astarte, um dos títulos da deusa babilônica, a rainha dos céus), era totalmente diferente daquela Páscoa; mesmo assim, a festa pagã conseguiu introduzir-se na apóstata religião ocidental sob a forma de páscoa, como parte da tentativa de adaptar as festas pagãs no seio da cristandade.
É certo que em inglês recebe o nome de Easter, derivado de Eastre, o que evidencia a verdadeira origem pagã da chamada páscoa cristã, que não coincide no tempo com a páscoa judia.” Ou seja, a versão moderna desta festa não tem origem bíblica, senão que se deriva do culto a Astarté, uma deusa caldéia (babilônica) conhecida com a “rainha dos céus”. Ela é mencionada por este mesmo nome na Bíblia, no livro de Jeremias 7:18 e 44:17-19,25.
Também no livro de 1 Reis 11:5 e 2 Reis 23:13 há referências a Astarote, a versão hebraica de seu nome. É parte da mesma religião que Deus condena. Os primeiros cristãos, inclusive depois da era apostólica, continuaram observando uma variante da festa bíblica da Páscoa (sua diferença radicava no novo simbolismo introduzido por Jesus; ver, por exemplo, Mateus 26:26-28 e 1 Coríntios 11:23-28, textos que fazem referência à Santa Ceia, onde o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, respectivamente).
A Páscoa Florida era muito diferente da Páscoa do Antigo Testamento e do Novo Testamento tal com a entendia e praticava a Igreja Primitiva, a qual se baseava nos ensinamentos de Jesus e dos apóstolos. Assim, a Páscoa Florida era um festival pagão cujas raízes se originavam na adoração a outros deuses.
Símbolos Pré-Cristãos
A Enciclopédia Católica, no seu artigo Páscoa, diz o seguinte: “O termo inglês para Páscoa, Easter, segundo Beda o Venerável (monge do século oitavo), se relaciona com Estre, uma deusa teutônica da luz nascente do dia e da primavera, deidade, no entanto, que é por demais desconhecida...” (http://www.enciclopediacatolica.com/p/pascua.htm)
Estre é o antigo nome europeu que se dava a mesma deusa venerada pelos babilônios, Astarté ou Istar, deusa da fertilidade, cuja celebração mais importante se dava na primavera (no hemisfério norte). No mesmo artigo e sob o subtítulo “Ovos de Páscoa”, lemos que “o costume pode ter sua origem no paganismo pois uma grande quantidade de costumes pagãos, que celebravam o retorno da primavera, foram introduzidos na Páscoa”. O subtítulo “Coelho de Páscoa” afirma: “o coelho é um símbolo pagão e sempre foi um emblema da fertilidade”.
No livro Catholic Customs and Traditions, o escritor Greg Due explica em detalhes o simbolismo do ovo nas antigas culturas pré-cristãs. “O ovo se converteu num símbolo muito popular da Páscoa Florida. Os mitos sobre a criação de muitos povos da antiguidade se baseiam num ovo cósmico que deu origem ao universo”. Nos antigos povos do Egito e da Pérsia os amigos trocavam ovos decorados no equinócio da primavera, isto é, no começo de um novo ano.
Estes ovos eram para eles um símbolo da fertilidade, pois muito se admiravam que saísse uma criatura viva do interior de um ovo. Os cristãos ocidentais adotaram esta tradição e o ovo de páscoa passou a ser um símbolo religioso. Chegou a representar o sepulcro do qual emergiu Jesus (Costumes e Tradições Católicas, 1992, p. 101). O mesmo autor explica que assim como o ovo, o coelho foi associado à Páscoa Florida por simbolizar poderosamente a fertilidade: “com freqüência as crianças aprendem que são os coelhos que trazem os ovos.”
O que estas fontes nos dizem é que a cristandade substituiu o significado da Páscoa Bíblia e da Festa dos Pães Asmos por coelhos e ovos, símbolos pagãos da fertilidade. Tais símbolos desvirtuam e ocultam a verdade sobre a morte e ressurreição de Jesus Cristo.
A Páscoa Florida se impõe
No entanto, a história não termina aqui. Na realidade, muitas fontes confiáveis confirmam que a Páscoa Florida se converteu num festival que substituiu as celebrações bíblicas da Páscoa e da Festa dos Pães Asmos. A Enciclopédia Britânica diz que “não há indícios da celebração da Páscoa Florida no Novo Testamento, nem nos escritos dos pais apostólicos.... os primeiros cristãos continuaram celebrando as festas judias, ainda que com um espírito renovado, como comemorações dos eventos que representavam estas festas...
Por outro lado, os cristãos gentios, livres das tradições judias, identificaram o primeiro dia da semana (domingo) com a Ressurreição, e guardaram a sexta-feira que o precedia como comemoração da Crucificação, sem ter em conta o dia do mês”. Foi assim que a Páscoa Florida, um festival pagão com seus correspondentes símbolos pagãos de fertilidade, substituiu as festas ordenadas por Deus e que foram celebradas tanto por Jesus como pelos apóstolos e a Igreja Primitiva. Mas isto não aconteceu da noite para o dia; esta prática somente se consolidou três séculos depois, no ano 325 d.C..
Lamentavelmente, não foi edificada sobre alicerce bíblico senão sobre as bases do anti-semitismo e do poder eclesiástico e imperial. Como explica mais detalhadamente a Enciclopédia Britânica, “uma das razões que levou Constantino (o imperador romano) a convocar o Concílio de Nicea em 325 foi a de alcançar um acordo definitivo sobre a disputa (si se deveria guardar a Páscoa Florida ou a bíblica)...
A decisão unânime foi que a Páscoa deveria celebrar-se um domingo e o mesmo domingo em todo o mundo e que ninguém deveria 'imitar a cegueira dos judeus'”. Aqueles que continuaram celebrando as mesmas festas bíblicas que celebraram Jesus e seus apóstolos em vez do festival “cristianizado” recém criado, foram sistematicamente perseguidos pela poderosa aliança entre a Igreja e o Estado, sob o imperador Constantino. Este festival da Páscoa Florida logo se tornou uma das festas mais populares do cristianismo tradicional.
A influência do paganismo
O historiador britânico James Frazer menciona como a Páscoa Florida e seus rituais entraram na igreja romana estabelecida, junto a outros costumes e celebrações pagãs: “Tomadas juntamente as festas pagãs e as festas cristãs vemos como têm coincidências muito estreitas e muito numerosas para considerá-las meramente acidentais; elas mostram a aliança a que se viu obrigada a Igreja na hora de seu triunfo sobre as demais rivais vencidas (as outras religiões que competiam com o cristianismo dentro do Império Romano), mas ainda perigosas.”
Assim, “o inflexível espírito de protesto dos missionários primitivos, com suas ferozes denúncias do paganismo, foi tornando-se em conduta flexível, tolerância cômoda e compreensiva caridade dos eclesiásticos solapados que perceberam claramente que para que o cristianismo conquistasse o mundo seria preciso atenuar as regras muito rígidas de seu fundador, alargando a porta estreita que conduz à salvação”.
Em resumo, para aumentar e ampliar o atrativo da nova religião “cristã” dos primeiros séculos, as poderosas autoridades eclesiásticas romanas, com o apoio do Império Romano, simplesmente adotaram os rituais e as práticas das religiões pagãs, as rebatizaram como “cristãs” e criaram um tipo de cristianismo completamente novo, com costumes e ensinamentos diametralmente opostos aos ensinados pela Igreja que Jesus fundou.
O cristianismo autêntico da Bíblia quase desapareceu por completo e foi forçado à clandestinidade pela perseguição, pois seus seguidores se recusaram compactuar com o sistema vigente. A Páscoa Florida não representa fielmente o sofrimento, a morte e a ressurreição de Cristo, ainda que assim considerem os que aceitam as tradições religiosas cegamente.
Muitos dos que professam ser cristãos podem fazer-se essa pergunta ao deparar-se com esses fatos a respeito da Páscoa: com tantos milhões de cristãos bem intencionados, por que Deus não se compadeceria? No entanto, Jesus já deixou resposta a essa pergunta em Mateus 15:9, onde, referindo-se a seu Pai, disse: “em vão me honram, ensinando doutrinas e mandamentos de homens”. Como você quer adorar a Deus: em espírito e em verdade (Jo 4:23) ou segundo fraudes e fábulas?
Traduzido por Eduardo Vasconcellos
[1] O autor utiliza os termos “Florida” e “Ressurreição” para mencionar os nomes como é conhecida a festa da Páscoa em alguns países. Aqui no Brasil, a festa chama-se simplesmente Páscoa, porém os símbolos utilizados - coelhos, chocolates e ovos coloridos, características que contrariam a Bíblia, estão presentes em lugar de destaque. [Nota do Tradutor].

FONTE: http://www.ofarol.inf.br/index.asp

VIA: PASTOR JOAO NOGUEIRA DE LIMA

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Deus a fonte de toda boa Dádiva !

Texto Base: Tiago 1.17
Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.
Significado de dádiva = Presente, Donativo, Oferenda
Introdução: Tudo o que é bom vem de Deus, o qual nunca muda; Tudo o que é mal vem de Satanás e do homens caídos que estão inclinados a fazer tudo o que lhes ajude a obter algum tipo de proveito.
-Dom perfeito = Amor 1Co 13.13; Rm 13.8; Jo 15.13
-Como Deus é chamado = Pai das luzes, O Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias, O Deus de toda a consolação, O Pai da glória, O Pai de todos, O Pai dos espíritos, O Deus de paz.
-Grego Parallage = Mudança, Variação. Somente aqui. É um termo astronômico para descrever a variação das posições dos corpos celestes que causam mudanças nas estações do ano. Deus não muda desta forma. Em cada estação Ele continua o mesmo, e nem muda como a sombra de um relógio de sol. (Hb 13.8

FONTE: WWW.FEPARAVENCER.COM

VIA:PASTOR JOAO NOGUEIRA DE LIMA