"Now the Spirit speaketh expressly, that in the latter times some shall depart from the faith, giving heed to seducing spirits, and doctrines of devils; Speaking lies in hypocrisy;having their conscience seared with a hot iron;"1 Timothy 4:1-2

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O Princípio da Sabedoria



O Princípio da Sabedoria

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria e o conhecimento do Santo é prudência” (Provérbios 9:10).
A busca pela sabedoria jamais pode ser separada da busca por Deus. Se a nossa filosofia não é controlado por uma teologia firme, enfrenta uma barreira impossível de superar. 
As verdades fundamentais sobre Deus constituem as bases do conhecimento. A realidade de Deus é a coisa mais importante que pode-se saber e também a mais óbvia (Romanos 1:19-20). No abecedário do conhecimento, começamos com Deus. Aqueles que não crêem muitas vezes se vêem como mais avançados no seu conhecimento. Mas “nenhuma arte, nenhuma filosofia, nenhuma ciência, nenhuma literatura, nada adquirido intelectualmente nem feitos de qualquer tipo compensarão a ignorância em relação a Deus; a alma que não o conhece é um homem ignorante; a época que não o conhece é uma época ignorante” (W. Clarkson). 
O conhecimento sobre Deus também é a “base” do conhecimento. É o princípio de organização que unifica todo o resto, a moldura dentro da qual todas as informações se encaixam. “No dia em que acreditei em Deus de verdade,” escreveu Dag Hammarskjold, “pela primeira vez a vida fez sentido para mim e o mundo tinha um significado.” Em Deus, o caos dos fatos se torna um cosmos de conhecimento. 
A verdade simples é esta: não ficaremos sábios sem buscar a Deus, e não buscaremos a Deus sem humildade, respeito e reverência. Por isso o temor do Senhor é o “princípio” da sabedoria. O orgulho sempre corrompe o processo de aprendizagem. A ilusão de que sabemos mais do que realmente sabemos (junto com a falta de vontade de aceitar verdades que podem ter conseqüências indesejadas) farão com que não progredimos na sabedoria. É o respeito pelo Criador que abre a porta para o crescimento intelectual.
Paulo escreveu sobre certos indivíduos que “detêm a verdade” (Romanos 1:18). Há aqueles, ele disse, que evitam os fatos e “desprezam o conhecimento de Deus” (Romanos 1:28). Estas são palavras fortes, sem dúvida, mas precisamos escutá-las. Permitimos que Deus seja o princípio da nossa sabedoria do mundo real? Honesta-mente aceitamos isso, a mais fundamental de todas as verdades: “No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1:1)?
 Muito mais crucial do que aquilo que sabemos ou deixamos de saber é aquilo que não queremos saber. (Eric Hoffer)

AUTOR :Gary Henry

VIA:PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

terça-feira, 1 de maio de 2012

Em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus




Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus  (Filipenses 2:5-6).

AS ETAPAS QUE ATRAVESSOU

“No princípio, era o Verbo [Jesus Cristo], e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). Ele é onisciente, onipotente e onipresente, e não tem a forma limitada de um homem. Por meio dEle, Deus “fez também o mundo” (Hebreus 1:2); mas Cristo Jesus:
“Aniquilou-se a si mesmo”. Para o Criador, despojar-Se foi tomar voluntariamente o lugar de Sua criatura e esconder muitos dos atributos divinos, a fim de aceitar as nossas limitações.
“Tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”. Servo de Deus na terra, Ele se fez também servo dos homens, e como eles, foi submetido às circunstâncias exteriores do tempo e da vida.
“E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo”. Jesus Cristo podia ter sido a figura mais proeminente do Seu povo e do mundo. Contudo, escolheu nascer como um menino e viver entre os humildes.
“Sendo obediente até à morte”. Não merecia o castigo do pecado, ou seja, a morte, já que não cometeu nenhum pecado. No entanto, aceitou dar Sua vida porque esse era o plano de Deus.
 “E morte de cruz”. Morrer era o sacrifício supremo; e morrer na cruz foi aceitar, da parte dos homens, o sofrimento e a humilhação e, da parte de Deus, o juízo que nós merecíamos.
“Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome”. A nós só cabe nos prostrarmos e adorá-Lo por toda a eternidade pelo Seu tão imenso amor.
Extraído do devocional “Boa Semente

VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Carta aos “Apologistas”




Para quem não sabe, apologista é alguém que toma para si a responsabilidade de “defender a fé”, a verdade da Palavra de Deus ensinada e testemunhada pelas Escrituras sagradas.
Poderíamos dizer que todo cristão tem potencial para ser apologista, e deveria sê-lo na prática, porque é necessário que estejamos sempre alerta aos falsos mestres e doutrinas enganosas que possam surgir, sendo infiltradas de modo sutil nas nossas igrejas, fazendo-nos enveredar por caminhos que não são o da Palavra de Deus.
Bom, isto é um fato, e eu particularmente adoro ver um apologista em ação, falando ou escrevendo algo que corrija um pensamento doutrinário equivocado, ou ensine o caminho correto segundo a Palavra. Entretanto, algo tem me dado náuseas, e eu decidi expressar minha indignação quanto a isso neste texto: são os “apologistas” sem ética.
Você já deve ter visto ou lido algum deles falando a “verdade”, pois o modo como eles agem é bem expressivo. A pretexto de defender a sã doutrina dos ensinos enganosos de falsos mestres, eles expõem irmãos na fé de modo grotesco, citando nomes, colando fotos em seus blogs e revistas, e chamando-os de falsos profetas na “cara dura”.
Vou confessar que isto tem partido meu coração. Não porque eu concorde com esta ou aquela doutrina chamada por eles de enganosa, mas porque não acredito que a maioria destes cristãos que são acusados de serem falsos mestres são realmente usados por satanás para desviar ovelhas do aprisco de Deus.
Acredito piamente que há três tipos de pessoas envolvidas nestas críticas:
1. Cristãos sinceros, verdadeiros, que estão sinceramente errados sobre o que pregam – ou seja, estão errando por ignorância.
2. Cristãos sinceros, verdadeiros, que estão pregando a verdade das Escrituras, mas verdades estas que os apologistas anda não entenderam – acredite, apologista, você não sabe de tudo (ninguém sabe).
3. Cristãos desviados da sã doutrina, que se entregaram a falsos ensinos porque lhes são convenientes. (Estes são os mais próximos do que os “apologistas” chamam de falsos mestres)
Seja lá qual for o tipo de cristão que esteja errado, temos que reconhecer algo muito importante: somos todos filhos de Deus (os que confessam Jesus como senhor de coração), e cada um anda na luz que tem e prega aquilo que conhece.
Se eu ou você estamos pregando alguma gafe doutrinária por pura ignorância ou equívoco, Deus com certeza terá misericórdia de nós, e aguardará pacientemente o dia em que teremos condições de receber a verdade com mansidão, e possamos pregar em linha com a revelação bíblica do Novo Testamento.
Às vezes, embora isto não seja o melhor de Deus, alguns de nós somos tentados a omitir alguns princípios bíblicos quando estamos pregando a verdade, para que não “escandalizemos” as pessoas e possamos atraí-las a Cristo. É nesta tentativa que muitos erram, se embaralham e acabam sendo rotulados como “cristãos que não pregam a cruz” ou “impostores da fé”, ou qualquer coisa do gênero cheia de deboche e totalmente desprovida de amor ágape.
Mas de uma coisa estou plenamente convicta: Deus não pregará uma placa com a inscrição “falso profeta” na testa de nenhum de seus filhos, nem Jesus publicaria posts expondo-os, nomeando-os, criticando-os, ou fazendo qualquer coisa que ferisse a dignidade e colocasse em xeque o caráter deles.
Não, Deus não é como nenhum dos “apologistas” que tenho visto por aí. Ele não derrota ministérios com um sopro, muito menos com vídeos no YouTube, pois além de ser amor, ele é ético.
A maneira de Deus lidar com as falsas doutrinas é a maneira como Jesus lidava com elas: ele subia num monte, de onde podia ser visto e ouvido por muitos, e pregava a VERDADE sem medo do que diriam os fariseus “apologistas” que defendiam a Lei mosaica com unhas e dentes, sem ética e muito menos amor.
As pessoas ainda têm subido aos montes hoje em dia – elas têm ido aos púlpitos, à TV, às rádios, e até mantido páginas em redes sociais, blogs e sites – mas o que me preocupa é que estão mais preocupadas em falar mal de pessoas, do que em pregar a verdade, e isto é lamentável.
Quantos dos que se autodenominam apologistas hoje não teriam feito o mesmo que os fariseus fizeram com Jesus Cristo?
O Filho de Deus foi chamado de Belzebu, acusado de pregar heresias, de violar a Lei, de “fazer-se igual a Deus” por chamá-lo de Pai, e tantas outras acusações que vemos hoje sendo feitas a homens e mulheres de Deus que estão cumprindo seus ministérios e levando pessoas a Cristo!
Muitas das coisas que Jesus disse e fez foram totalmente novas, e a Bíblia registra que eram “novas doutrinas” que, portanto, podiam ser taxadas de enganosas e falsas, contudo, ele não parou de fazer a vontade de Deus por ser incompreendido pelos ignorantes, que estavam “plenamente convictos da verdade”, e de estarem defendendo-a.
Ora, como exímios “apologistas” que eram, como muitos que vemos hoje, na tentativa de defenderem a Lei de Deus, estavam agindo contra o Espírito da Lei – O AMOR, e rejeitando o messias e sua doutrina!
Tanta “apologia” me faz questionar onde está Deus nisso tudo, e entristece meu coração.
Quero dizer aos meus amados irmãos “apologistas” que os amo sinceramente, e que os conheço pelo nome. Muitos de vocês poderiam estar aqui, no meu post, marcados como falsos profetas e hereges, para serem encontrados no Google como tal, desacreditados e maculados por minhas palavras, mas eu me recuso a fazê-lo.
Vocês pregam coisas diferentes das que eu creio, e as quais considero como erros doutrinários graves que cativam pessoas e as distanciam de Deus como Pai, como todo-poderoso, como provedor, como aquele que cura, e como tanta coisa que ele é para mim hoje, e não o pode ser para tantas pessoas que ouvem o que vocês pregam… Entretanto, eu não o farei.
Eu não os citarei, nem os difamarei. Não pretendo imitá-los. Não porque eu tenha medo de vocês. Não porque não queira desagradá-los. Não porque não tenha convicções firmes. Não porque não discorde completamente dos vossos discursos. Não porque não ame a verdade como vocês professam amá-la. Mas sim porque o Deus da Palavra me ensinou que eu não posso amar o que não vejo – Ele – se não consigo amar o que vejo – você (1 Jo 4.20-21), e também porque reconheço que a melhor forma de pregar e defender a verdade é vivendo-a, e a maior verdade que existe é o amor.
Amado irmão “apologista”, eu continuarei pregando contra a sua doutrina caso discorde dela, entretanto, quero deixar claro que eu JAMAIS PREGAREI CONTRA VOCÊ!
“Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.” Efésios 6.12
Inteiramente no amor de Cristo, de sua irmã e discípula do Mestre,
Luciana Honorata
VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

domingo, 29 de abril de 2012

"Não Tenha Medo"


O profeta Eliseu, guiado por Deus, estava derrotando o exército sírio sozinho. Cada vez que eles se preparavam para atacar Israel, o profeta avisava o rei israelita, que conseguia emboscar o inimigo antes que atacasse. O rei da Síria suspeitava que houvesse um espião em seu próprio governo, mas era assegurado por seus homens que Eliseu era o responsável por suas derrotas. O rei declarou guerra a Eliseu. Durante a noite, seu exército cercou a cidade onde o profeta vivia.
O jovem que trabalhava com Eliseu levantou-se muito cedo na manhã seguinte e viu as tropas cercando a cidade. Ele ficou assustado e correu a Eliseu: "O que vamos fazer?" (2 Reis 6:15, BLH). Com seus olhos naturais, ele viu a insuperável força do inimigo e sua própria fraqueza.
Mas Eliseu viu a situação de modo diferente. De seu ponto de vista espiritual, o exército não representava uma ameaça. Ele confortou o jovem: "Não tenha medo, pois aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os que estão com eles" (2 Reis 6:16, BLH).
Eliseu e seu servo não feriram ninguém naquele dia. Deus entregou o exército sírio nas suas mãos e ele deixou que fosse para casa em paz. Aqueles soldados e o povo de Israel aprenderam uma forte lição: Deus é maior do que qualquer inimigo que enfrentamos.
Precisamos lembrar a mesma lição quando nos levantamos para enfrentar problemas insuperáveis. Deus nos asse-gurou que o socorro está disponível. Preci-samos abrir nossos olhos e ver como ele nos tem ajudado. Considere como nossos aliados são mais numerosos e poderosos do que as forças do diabo. Quando enfrentamos tentações, perseguições e outros obstá-culos que ameaçam nosso bem-estar espiritual, podemos recorrer às muitas fontes de socorro que Deus tem provido. Os cristãos fiéis podem nos auxiliar (Efésios 4:11-16). O Espírito Santo intercede pelos filhos de Deus (Romanos 8:26-28). Jesus vive para nos auxiliar a superar o mal (Ro-manos 5:8-11). E nosso Pai celestial nos protege e socorre (Romanos 8:31-39). Ver-dadeiramente, aqueles que estão conosco são mais numerosos do que os inimigos!

Autor:  Dennis Allan

Via: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

quinta-feira, 26 de abril de 2012

”Não andeis ansiosos de coisa alguma"


Ansiedade & Preocupação

A ansiedade é uma sensação de receio, preocupação e de apreensão, decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central, sem causa evidente. Ela é parente próximo do medo (muitas vezes onde a diferenciação não é possível), é distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável, enquanto na ansiedade o fator de estimulo teria características mais subjetivas. Concluindo: Aos olhos de Deus é um pecado!
“A seguir, dirigiu-se Jesus a seus discípulos, dizendo: Por isso, eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Porque a vida é mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes.” Lc 12.22,23 (Veja também: Lc 12.11,12,25,26; 1Co 7.32; Fp 4.6; 1Pe 5.7)
No texto de Lucas, encontramos o Senhor Jesus chamando a atenção dos discípulos para a necessidade de uma vida isenta de preocupações, mostra-lhes ainda, que a excessiva ansiedade não produz nenhum fruto proveitoso na edificação espiritual, pelo contrário, manifesta-se como resultado de uma vida desprovida de fé na providência divina.
Nos dias contemporâneos o quadro não é muito diferente. A ansiedade tem entrado nos corações com muita força, roubando o lugar reservado ao Espírito Santo de Deus; as causas são as mais diversas, entre elas:
1- Dificuldade financeira (geralmente provenientes de negócios e ações realizadas por impulso, sem a devida analise de rendimentos. É muito fácil comprar, são os crediários, cartões, etc. Mas, são compromissos que vencem e precisam ser honrados.);
2- Situação Profissional (Emprego no Brasil é extremamente difícil);
3- Família (Educação de filhos, problemas conjugais, etc.);
4- Espiritual (É comum encontrarmos irmãos ansiosos por verem as promessas de Deus cumprir-se em suas vidas);  etc.
O mandamento de Deus para nossas vidas em relação à ansiedade / preocupação é extremamente claro, Ele proíbe que seus filhos abram seus corações para tais frutos da carne, que são portas abertas para a ação do inimigo.
“Por isso eu digo a vocês: não se preocupem com a comida e com a bebida que precisam para viver nem com a roupa que precisam para se vestir. Afinal, será que a vida não é mais importante do que a comida? E será que o corpo não é mais importante do que as roupas? Vejam os passarinhos que voam pelo céu: eles não semeiam, não colhem, nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai de vocês, que está no céu, dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito mais do que os passarinhos?  E nenhum de vocês pode encompridar a sua vida, por mais que se preocupe com isso”. Mt 6.25-27
O servo deve cultivar em seu coração a fé e a perseverança em Deus, confiando na Sua bondade e amor; jamais somos desamparados! Seja qual for à situação, por mais séria que possa mostrar-se, a confiança deve ser inabalável nEle. (“Por acaso faltou a vocês alguma coisa quando eu os enviei sem bolsa, sem sacola e sem sandálias? —Não faltou nada! —responderam eles.” Lc 22.35) Afinal, quando aceitamos o Eterno como Salvador, entregamos a nossa vida integralmente, isto significa que abrimos mãos da vontade própria, submetemo-nos aos seus desígnios, em conseqüência, somos agraciados por sua promessas (“Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.” Hb 13.5).
A ansiedade sempre nascerá nos corações dos santos, mas, não podemos deixá-la frutificar.  (“Bendito o homem que confia no SENHOR e cuja esperança é o SENHOR. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto”. Jr 17.7,8) Esta é a descrição de uma vida cheia do Espírito Santo e amparada pelo Pai. Quando a ansiedade frutifica, ela destrói a fé, a comunhão é abalada e abre espaço para o desespero. Ao primeiro sintoma de sua presença, devemos lançar-nos aos pés de Cristo, depositando sobre Ele os fardos pesados. (“Entregue os seus problemas ao SENHOR, e ele o ajudará; ele nunca deixa que fracasse a pessoa que lhe obedece.” Sl 55.22; “Portanto, sejam humildes debaixo da poderosa mão de Deus para que ele os honre no tempo certo. Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de vocês.” 1Pe 5.7,8).
Uma vida tomada por ansiedades e preocupações é inútil à Obra do Senhor. O principio de nosso compromisso é a confiança, se não há confiança (fé) é impossível agradar a Deus (“Sem fé é impossível agradar a Deus...” Hb 11:6)  e conseqüentemente, sermos instrumentos úteis em Suas mãos. Amados, não permitam que o diabo vós engane, fechando vossos olhos para a grandiosidade da misericórdia de Deus, mostrando-lhe uma realidade desprovida da graça de Deus.
Tens problemas? Dificuldades? Provações? Falta-lhes alguma coisa? Olhe para o Senhor! Clame, busque, pague o preço de uma vida santa, reta e justa. Seja íntimo de Deus!
(”Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” Fp 4.6)
Aos fiéis está reservada a vitória.

 AUTOR: Elias R. de Oliveira

VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA


quarta-feira, 25 de abril de 2012

PORQUE JEJUM?



JEJUM,  uma bênção!

Abstinência ou abstenção total ou parcial de alimentação em determinados dias, por penitência ou prescrição religiosa ou médica.      
(Dicionário Aurélio
)

Jejum é uma prática muito comum no meio religioso,  todas as religiões existentes, cristãs ou não, usam desta forma de sacrifício para louvar as suas divindades.
Mas o que verdadeiramente é o jejum para os cristãos? 
Uma simples abstinência de alimentos! 
Não! 
Infelizmente muitos têm olhado para o jejum como um fardo difícil de ser carregado e ignorado o verdadeiro sentido desta abstinência. Ficam sem alimentar-se por um período levado pelas circunstâncias (determinação da igreja ou algo semelhante), porém, não conseguem ver a grandeza deste ato de louvor ao Senhor. Infelizmente resumindo: Passam Fome!

Em Isaias 58.6,7 está escrito: 

“Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade,   que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces   todo o jugo?  Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?"
O Senhor  está ensinando através de seu profeta, que o jejum deve envolver todo o nosso ser, a vontade é subjugada, a mente volta-se para Ele.  São momentos nos quais  devemos fechar a porta para a existência  e abrir-nos totalmente para o Senhor.  Longe de ser algo mecânico, ou encarado como uma obrigação, no entanto deve ser um ato que parte de nosso íntimo um reconhecimento da glória do Pai e do prazer em humilhar-se em sua presença. 
Este ensino é dado ao povo escolhido  desde os tempos dos reis,  como uma prática agradável e que geralmente movia o coração do Senhor. Sua pratica era geralmente em situações 
difíceis, em que o socorro divino era indispensável. 
Veja o exemplo de Davi: 

“... Jejuou Davi e, ... passou a noite prostrado...”  2Sm 12.16
Vejamos alguns textos que nos leva a conhecer diversos momentos em que o jejum foi extremamente necessário. Jl 1.14, 2.12;  2Sm 1.12;  Lc 5.33-35;  Sl 35.13;  Dn 6.18;  Et 4.16;  At 13.3, 14.23  etc
O jejum era uma prática comum entre os grandes servos do Senhor, pois sabiam que era uma forma de reabastecer-se, de renovar as forças para enfrentar as difíceis batalhas que tinham pela frente em seus ministérios e até mesmo na vida cotidiana.  
Veja alguns exemplos: 
Jesus:  Mt 4.2; 
Moisés: Ex 34.28;
Elias: 1Rs 19.8;
Paulo: 2 Co 11.27;
Cornélio: At 10.30; 

Ana: Lc 2.37;
Davi: 2 m 12.16;
Neemias: Ne 1.4;
Ester: Et 4.16;
Daniel: Dn 9.3  entre outros.
O jejum também era feito coletivamente, praticado simultaneamente  pela nação, numa cidade, pela igreja  etc. 
Leia os exemplos: 
Nação: Israel Jz 20.6, Ed 8.21, Jr 36.9 etc;
Cidade: Ninivitas Jn 3.5-8; 

Lideres: Apóstolos 2 Co 6.5;
Igreja:  Primeiros Cristãos At  13.2
Apesar de ser uma prática comum no seio da igreja do Senhor, na Bíblia vemos poucos ensinamentos a respeito de como praticá-lo.                                        
Em Mateus 6.16-18 vemos uma recomendação do Mestre em relação ao jejum:
“Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto,  Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.”
Infelizmente este precioso ensinamento dado por Cristo pouco tem sido observado nos dias atuais, nos quais vive-se muito a aparência. E passar uma imagem de crente praticante deste sacrifico coloca sobre as costas uma capa de santidade. E o que deveria ser em secreto,         torna-se extremamente aparente, à semelhança do Fariseu que se exaltando dizia a todos: “Jejuo duas vezes por semana...” Lc 18.12
Nestes dias apocalípticos, a simplicidade da palavra já não tem lugar e muitos têm tentado explicar o inexplicável, e neste afã, inventaram diversas normas para a prática do jejum. 
E cada Pastor, impõe as suas ovelhas formas predefinidas e até absurdas para sacrificar ao Senhor. 
A palavra, porém, aponta para a voluntariedade é um pacto entre a pessoa e Deus; que   nasce no coração, com o  desejo de agradar ao Mestre. É uma forma de nos humilharmos em sua presença, clamando pela sua misericórdia ou demonstrando a nossa gratidão pelo seu amor.
Estava em Porto Seguro - BA, e por estar com a Bíblia na mão, aproximou-se um jovem crente. Começamos a conversar sobre as coisas espirituais e ele confidenciou-me que estava em jejum e por determinação do pastor, nem mesmo a saliva poderia engolir. 
Uma irmã contou-me, que para um verdadeiro jejum, teria que ficar em casa, orando e lendo a Bíblia e não poderia conciliar trabalho e jejum. 

E como estes exemplos radicais, há muitos outros.
Ditar normas e formas de sacrificar ao Senhor  é colocar fardos pesados sobre as pessoas e muitos são induzidos ao erro. 
E isto é andar em sentido contrário, pois Cristo veio tirar os fardos pesados difíceis de serem carregados, no entanto, muitos chamados homens de Deus, fazem questão de colocá-los sobre os ombros das ovelhas. 
O que deveria verdadeiramente ser ensinado e cobrado pelos pastores era a condição única de santificar-se, deixando o pecado  e de voluntariamente  chegar-se diante do Pai e fazer um pacto de sacrifício.
Na prática do Jejum  é indispensável: A) Leitura da Palavra  -  Meditar nos ensinamentos, vivenciá-los 
B) Oração  -  Jejum sem oração, não é jejum!  Deve-se esta em oração constante! 

E para orarmos, só precisamos de vontade.  Ora-se: andando pelas ruas; dirigindo; em casa;trabalhando; no metrô, trem ou ônibus; enfim em todos os lugares! 

Orar é falar com Deus, como ele conhece nossos pensamentos, não há necessidade de      sairmos pelas ruas clamando em voz alta. É só você e Deus! Ele te ouvirá. 
C) Estar em Espírito  -   É viver com a mente voltada para os céus, ligado nas coisas            espirituais. É uma condição de vida para todos os Servos do Senhor, em tempos de jejum ou não.  
“ Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.”  Sl 51.17
Quanto à forma de jejuar, esta depende do mover do Espírito Santo ou de sua própria opção, cito alguns exemplos: 
a) Ficar por um período sem alimentar-se: 12, 24 ou mais horas. 
b) Excluir da alimentação por um período pré-estabelecido algum item. 
Exemplo: Carne, refrigerantes, doces, etc. 
c) Não se alimentar com produtos fermentados. 
d) Alimentar-se só com raízes. 
e) Alimentar-se apenas com líquidos por um tempo determinado. 
f) 
Faça segundo o teu coração com o objetivo principal de honrar ao Senhor.
No Jejum, temos que afrontar a carne, lutar contra ela, humilhá-la, ir contra nossa própria vontade.  Portanto é inconcebível  que alguém venha oferecer um sacrifício que não vá doer na carne. Por exemplo: 
Querer excluir da alimentação o refrigerante por um período, quando normalmente você bebe esporadicamente.  

Certamente será em vão!
É Preciso ir contra a carne!  Afrontá-la!
“Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o  Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o SENHOR não come, e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos.” Rm 14.6-9
E assim deve ser o nosso viver, tudo quanto façamos, que seja feito no Senhor.
Consulte mais sobre jejum, veja os textos: 1Rs 21.9; 2 Cr 20.3; Ed 8.21; Sl 35.13, 69.10;  Jr 36.6; Dn 6.18, 9.3; Jl 1.14, 2.15; Jn 3.5; Zc 8.19; Mt 15.32, 17.21; Mc 8.3; Lc 2.37; At 14.23, 27.9; 2 Co 6.5, 11.27
AUTOR:Pr Elias R. de Oliveira


VIA:PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA