"Now the Spirit speaketh expressly, that in the latter times some shall depart from the faith, giving heed to seducing spirits, and doctrines of devils; Speaking lies in hypocrisy;having their conscience seared with a hot iron;"1 Timothy 4:1-2

terça-feira, 1 de março de 2011

EU ANDEI HOJE POR ONDE JESUS CRISTO ANDOU.


O MAIS IMPORTANTE É ANDAR COMO JESUS CRISTO ANDOU E NÃO POR ONDE ELE ANDOU.

Palavras apenas não dizem nada.


Quantos dizem “eu sou de Deus”, mas será que Deus tambêm diz “este é meu”?

A palavra de Deus declara na I carta de João, que “aquele que diz estar Nele deve andar como Ele andou” I João 2.6, perceba não bastam meras palavras pois Deus conhece os pensamentos e intenções do nosso coração.
Andar como Ele andou requer viver alguns ensinamentos de Jesus, dentre eles vamos destacar seis.
Em primeiro lugar para andar como Ele andou temos que andar em novidade de vida. Romanos 6.4 temos o seguinte dizer:
-“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte;para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida”.É assim que devemos andar, em novidade de vida, vivendo a cada dia coisas novas, experiências novas..Não pode um cristão fazer coisas que antes da sua conversão ele o fazia que eram erradas, pois agora é novidade de vida, é renovação constante.
Andar como Ele andou significa andar por fé, como declara II Corintíos 5.7 “Andamos por fé e não por vista”.Quem é de Deus não vive de aparência, não se detêm diante do problema, não teme a má notícia, pois a fé é a certeza do que se espera e a prova do que se não vê(Hb 11.1).
Tem mais, andar como Ele andou representa andar em espírito.Gálatas 5.16 declara “Digo porém, Andai em espírito e não cumprireis a concupisciência da carne”.Tem gente que sempre tem nos seus lábios a desculpa do pecador: A carne é fraca; Mas não podemos esquecer que quem vive no espírito, quem anda no espírito não busca e não cede para a carne, não dá oportunidade para ela. Como é bom ser de Deus e poder dormir tranquilo sem o peso da acusação no coração.
Calma, tem mais, andar como Ele andou é andar em amor, temos o relato deste fato em Efésios 5.2 “E andai em amor… O amor aqui declarado é o amor do tipo de Deus, Ágape, aquele que se doa por quem se ama sem esperar ter nada em troca, e isso é visto na entrega de Jesus a nós.
Podemos ressaltar também que andar como Ele andou é andar com cautela, como Efésios 5.15 descreve; “Portanto vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios”. Aqui vemos a importância de analisar todas as coisas antes de tomarmos decisões, verificarmos se vale a pena, se é de Deus, para não quebrarmos a cara depois. Há até uma música popular que diz que cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguêm.
Para completar estes seis itens que nos propusemos a abordar, em I João 1.7 está escrito assim “Mas se andarmos na luz como Ele na luz está…; Andar na luz significa andar sobre a revelação da Palavra, foi isso que Jesus fez, tudo o que estava descrito Nela pelos profetas e hoje temos que proceder da mesma forma, de Gênesis a Apocalipse esta a luz de Deus para nós caminharmos .
Se em sua vida prezado leitor desta coluna você percebeu que não está andando como Ele andou, agora já o sabe como fazer, tome uma decisão agora mesmo e não apenas diga que é de Deus mas tenha o próprio testemunho de Deus ao seu favor, essa é a minha oração.

AUTOR:Pr. Glauber Morare

FONTE:http://www.ongrace.com

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

AMAR !



O NOVO MANDAMENTO DE CRISTO


Por: Charles Haddon Spurgeon

C.H. Spurgeon (1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword na Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional. Deixou um legado de vida piedosa, marcada por um profundo amor ao Senhor Jesus Cristo e por dedicados esforços ara alcançar almas perdidas.

“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13.34-35)

Sem dúvida, muitos de vocês já ouviram a história do encontro do arcebispo Usher com o Sr. Rutherford. Mas ela é tão apropriada a este assunto, que não deixarei de contá-la novamente.

O arcebispo tinha ouvido sobre o maravilhoso poder da devoção de Rutherford e da beleza singular da ordem de sua casa e quis testemunhar por si mesmo. Contudo, ele não sabia como fazer isso, até que lhe ocorreu que poderia disfarçar-se como um viajante pobre. Seguindo essa idéia, ao cair da noite, ele bateu à porta do Sr. Rutherford, sendo recebido pela Sra. Rutherford. Perguntou se poderia ter abrigo para passar a noite. Ele respondeu: “Sim”, visto que costumavam receber estranhos. Ele o levou á cozinha e lhe deu algo para comer. Como parte de sua disciplina regular, a família catequizava os filhos e os empregados no sábado à noite. E, como é evidente, o homem pobre ficou entre eles na cozinha.

A Sra. Rutherford fez a todos eles algumas perguntas sobre os mandamentos. Ao homem pobre perguntou: “Quantos são os mandamentos?” Ele respondeu: “Onze”. “Ah! que coisa feia para um homem de sua idade, cujos cabelos estão grisalhos: não saber quantos são os mandamentos. Em nossa paróquia não há nenhuma criança maior de seis anos que não saiba isso”. O homem pobre nada disse em resposta, mas teve a sua refeição e foi para cama. Mais tarde ele se levantou e ouviu a oração de meia-noite de Rutherford. E ficou encantado com ela, se deu a conhecer, emprestou dele um casaco melhor e pregou por ele no domingo pela manhã, surpreendendo a Sra. Rutherford por usar estas palavras como seu texto: “Novo mandamento vos dou”. Ele começou com a observação de que isso poderia ser apropriadamente chamado de Décimo Primeiro Mandamento. Depois, o arcebispo foi embora, mas ele e Rutherford se revigoraram juntos. Esse é o Décimo Primeiro Mandamento. Na próxima vez que nos perguntarem quanto mandamentos existem, responderemos corretamente: onze.

Por que esse mandamento é novo? Não está incluído nos dez? Vocês sabem que nosso Senhor aprovou o resumo dos Dez Mandamentos apresentado pelo escriba: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10.27). Então, como este mandamento – “que vos ameis uns aos outros” – é novo?

Ele é novo, primeiramente, na extensão do amor. Devemos amar nosso próximo como a nós mesmos, mas devemos amor nossos irmãos em Cristo como ele nos amou. Isso é muito mais do que amamos a nós mesmos. Cristo nos amou melhor do que amamos a ele. Cristo nos amou tanto que se entregou a si mesmo por nós, para que nenhum de nós diga: “Tenho de amar meu amigo, meu irmão, meu próximo como amo a mim mesmo”, mas para que interpretemos assim o mandamento de Cristo: “Devo amar meu irmão em Cristo como Jesus Cristo, que morreu por mim, me amou”. É um tipo de amor mais nobre em relação ao amor que temos de manifestar ao nosso próximo. Este é o amor de benevolência; aquele é um amor de afinidade e relacionamento íntimo. Envolve um grau mais elevado de sacrifício do que o recomendado pela lei de Moisés...

Ele é um novo mandamento porque está apoiado por uma nova razão. O velho mandamento estava amparado nesta declaração: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx 20.2). Os israelitas deviam obedecer à lei por causa da redenção que Deus havia realizado em favor de seu povo. Nós, porém, somos ordenados a amar uns aos outros porque Cristo nos redimiu de uma escravidão pior do que a do Egito, por meio de um sacrifício de valor mais elevado do que o oferecimento de miríades de cordeiros na Páscoa. “Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” por nós (1 Co 5.7).

Ele nos tirou do jugo de ferro do pecado e de Satanás, quebrando totalmente nossas cadeias. Nossos inimigos nos perseguiram, mas ele os destruiu no mar, no mar Vermelho. Cristo nos redimiu com o sangue de seu coração; por isso, seu novo mandamento nos alcança com o maior significado possível: “Assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros”. É um novo mandamento por causa da sua extensão e da razão na qual está apoiado.

É um novo mandamento também porque é um novo amor, procedente de uma nova natureza e envolvendo um nova nação. Devo, como homem, amar meu compatriota porque ele é homem. No entanto, como pessoa regenerada, tenho o dever de amar meus irmãos em Cristo ainda mais, porque eles também são regenerados. Os laços de sangue têm de ser reconhecidos por nós muito mais do que o são pelos não-regenerados. Esquecemos facilmente que Deus “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra” (At 17.26). Por laço comum de sangue, somos todos irmãos. Todavia, amados, os laços da graça são muito mais fortes do que os de sangue. Se vocês já nasceram de Deus, são irmãos por meio de uma irmandade muito mais forte do que a irmandade natural que os capacitou a dormir no mesmo berço, mamar no mesmo peito; pois os irmãos segundo a carne podem separar-se eternamente. A mão direita do Rei talvez seja a posição atribuída a um deles, e a esquerda, a posição designada ao outro; mas os irmãos nascidos verdadeiramente de Deus compartilham de uma irmandade que durará para sempre. Aqueles que agora são irmãos em Cristo serão sempre irmãos.

Expressamos uma atitude deveras bendita quando somos capazes de amar uns aos outros porque a graça que está em nós vê a graça que está no outro e discerne nele, não a carne e o sangue do Salvador, mas uma semelhança com Cristo e ama o outro por causa de Cristo. Assim como é verdade que, se somos do mundo, o mundo ama os seus, assim também é verdade que, se somos do Espírito, o Espírito ama os seus. Toda a família dos redimidos de Cristo está unida por laços firmes. Sendo nós mesmos nascidos de Deus, estamos sempre procurando outros que foram “regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Quando os achamos, não podemos deixar de amá-los. Entre nós há, imediatamente, um vinculo de união.. Vocês estão ligados a Deus. Portanto, devem ter comunhão com todos os que estão ligados a ele, quer gostem, quer não...

Amados irmãos, este é um novo mandamento porque é compelido por novas necessidades. Os cristãos devem amar uns aos outros porque são súditos de um Rei, que é também seu Salvador. Somos um pequeno grupo de irmãos em meio a uma vasta multidão de inimigos. “Eis que eu vos envio”, disse Jesus aos seus discípulos, “como ovelhas para o meio de lobos” (Mt 10.16). Se vocês são verdadeiros cristãos, não terão o amor dos mundanos. Não podem tê-lo. Eles os ridicularizarão e os chamarão de tolos, hipócritas ou algo igualmente desagradável. Então, apeguem-se mais uns aos outros. Em qualquer oposição que vocês enfrentarem de fora, permitam que ela os consolide em uma união mais firme [um com os outros]. Somos como uma pequena companhia de soldados, na terra do inimigo, cercados fortemente pelos vastos batalhões de inimigos; por isso, temos de permanecer juntos. Temos de ser como um único homem, unidos em comunhão íntima, como nosso grande Capitão nos ordena. Deus permita que o próprio fato de que estamos num país do inimigo resulte em tornar-nos mais completamente um do que temos sido!

Quando ouço um cristão achando erros em seu pastor, sempre admito que o Diabo encontrou alguém para fazer a sua obra suja. Espero que nenhum de vocês jamais seja encontrado a reclamar dos servos de Deus que estão fazendo o seu melhor para promover a causa do Senhor. Já existem muitos que estão prontos a achar erros neles...

Além disso, queridos irmãos, este mandamento é novo porque é sugerido por novas características. Em nosso próximo, pode haver algo amável; mas, em nossos irmãos em Cristo, tem de haver algo amável. Suponha que sejam pessoas recém-nascidas de Deus – de minha parte, não tenho uma visão mais bela do que a de uma pessoa recém-nascida em Cristo. Gosto de ouvir as orações daquele é recém-convertido. Talvez haja... enganos e erros na oração, mas isso não a destrói. Um cordeiro não bali exatamente no mesmo tom em que bali um carneiro. Contudo, um cordeiro é um objeto muito lindo, e qualquer um gosta de ouvir seus frágeis balidos. Há uma beleza nos cordeiros do rebanho de Cristo, assim como há nos carneiros adultos. Não há nada mais agradável a ser visto no mundo do que um crente envelhecido que viveu perto de Deus. Quão calmo é o espírito desse crente! Quando ele começa a falar sobre as coisas de Deus e a testemunhar sobre o amor de seu Senhor, quão encantador é o seu falar! Há muitas coisas lindas nos verdadeiros cristãos. Então, procurem encontrar as excelências deles, e não os seus defeitos. Se nós mesmos estivermos num estado de coração correto, é muito provável que admiraremos o que é bom nos outros... Há uma beleza em seus amigos que não há em vocês mesmos. Não fiquem sempre contemplando o espelho. Há vistas mais linda a serem contempladas. Olhe para a face de seu irmão em Cristo; e, quando vê nele algo da obra do Espírito, ame-o por causa disso.

Mais uma coisa: este mandamento é novo porque é uma preparação para perspectivas melhores do que as que desfrutamos antes. Nós, que cremos em Jesus, viveremos juntos no céu, para sempre; por isso, podemos ser bons amigos enquanto estamos neste mundo. Veremos uns aos outros com a mesma glória e nos ocuparemos, para sempre, em uma realização comum: a adoração de nosso Senhor e Mestre. A lembrança desta verdade deve remover muitas barreiras que agora existem em nossa sociedade... Pode também dar testemunho de que freqüentemente eu aprendo mais em uma hora de conversa com um homem piedoso do que aprendo de um homem instruído que conhece muito pouco as coisas de Deus. Nunca julgue os homens pelas roupas que eles vestem, mas pelo que eles são em si mesmos. É o coração do homem e, acima de tudo, a graça de Deus residente no coração desse homem que você e eu devemos valorizar e amar. Que Deus nos ajude a fazer isso!

Extraído de um sermão pregado no Metropolitan Tabernacle, em Newington, no domingo 4 de abril de 1875, reimpresso por Publications Pilgrim.

Traduzido por: Wellington Ferreira
Copyright©Editora Fiel 2011

Traduzido do original em inglês: Christ’s New Commandment, sermão de C. H. Spurgeon republicado na revista Free Grace Broadcaster de Chapel Library, edição 206.


fonte:http://www.editorafiel.com.br

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O Milagre da Vida


Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein

sábado, 26 de fevereiro de 2011

CREIA EM DEUS.


Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.


Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.


E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.


E para onde eu vou vós conheceis o caminho.


Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?


Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.


Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.


Disse-lhe Felipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta.


Respondeu-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não me conheces, Felipe? Quem me viu a mim, viu o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?


Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras.


Crede-me que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras.


Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai;


e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.


Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.


Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.


E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.


a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.


Não vos deixarei órfãos; voltarei a vós.


Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais; mas vós me vereis, porque eu vivo, e vós vivereis.


Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.


Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.


Perguntou-lhe Judas (não o Iscariotes): O que houve, Senhor, que te hás de manifestar a nós, e não ao mundo?


Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada.


Quem não me ama, não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que estais ouvindo não é minha, mas do Pai que me enviou.


Estas coisas vos tenho falado, estando ainda convosco.


Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito.


Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.


Ouvistes que eu vos disse: Vou, e voltarei a vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai; porque o Pai é maior do que eu.


Eu vo-lo disse agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais.


Já não falarei muito convosco, porque vem o príncipe deste mundo, e ele nada tem em mim;


mas, assim como o Pai me ordenou, assim mesmo faço, para que o mundo saiba que eu amo o Pai. Levantai-vos, vamo-nos daqui.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

NA JORNADA PARA O CÉU ELE COMBATEU O BOM COMBATE E GUARDOU A FÉ.

Na jornada para o Céu,
Vivo sempre a meditar.
Muito alegre vou cantando
E seguindo pro meu lar.
Muito alegre vou cantando
E seguindo pro meu lar.

Coro
Sei que é certa a vitória,
Que Jesus me garantiu:
Eu vou chegar à Glória (bis)
Que o mortal inda não viu.

Caminhando com Jesus,
Meu prazer sempre aumentou:
Revelou-me o amor da cruz,
Que meus crimes perdoou
Revelou-me o amor da cruz,
Que meus crimes perdoou.

Um clarão da luz do Céu
Minha alma iluminou
Então vi o abismo eterno
Do qual Deus já me salvou.
Então vi o abismo eterno
Do qual Deus já me salvou.

Nesta senda gloriosa,
Me ajude o meu Rei:
Tenho paz, e mui ditosa,
E mais paz no Céu terei.
Tenho paz, e mui ditosa.
E mais paz no Céu terei.

AUTOR: Pastor Jose Pimentel De Carvalho

PRECIOSA É AOS OLHOS DO SENHOR A MORTE DOS SEUS SANTOS. SL.116 VS 15


Hoje (24/02) as 08h20min, no Hospital Evangélico em Curitiba, passou para a eternidade,o pastor José Pimentel de Carvalho, Presidente de Honra da CIEADEP (Convenção das Igrejas Evangélica Assembleia de Deus no Estado do Paraná) e presidente da AD em Curitiba-PR.


Breve Histórico da Vida do Pastor Pimentel

Como remanescentes da geração de Pastores que tiveram contato com os fundadores da Assembléia de Deus no Brasil, Pastor José Pimentel de Carvalho, hoje com 95 anos de idade, 66 anos de Ministério, ordenado Pastor em 20 de maio de 1945, na Escola Bíblica da Assembléia de Deus em São Cristóvão - RJ., pelos Pastores Samuel Nyström e Cícero Canuto de Lima.



Com 14 anos de idade, o adolescente José Pimentel de Carvalho, um dos maiores líderes da Assembléia de Deus no Brasil na atualidade, aceitou Jesus como Salvador em Santa Tereza, Valença, Rio de Janeiro, em 1930. Em outubro daquele mesmo ano foi batizado nas águas, na Fazenda Glória. Uma história de vida que confunde-se com a quase totalidade dos 100 anos das Assembléias de Deus no Brasil.

Sua primeira e singular pregação foi ministrada num culto realizado na fazenda, quando 15 pessoas foram batizadas no Espírito Santo. O jovem José, de calça curta e pés descalços começou a ler o Capítulo 25 do Livro de Mateus, pensando em lê-lo e dar por encerrada sua "trêmula pregação". Leu poucos versos e, ao olhar para a porta viu a chegada de diversos homens armados com foices e pedaços de pau, para acabarem com o culto, mandados pelo fazendeiro.

Continuou a leitura e o Espírito Santo começou agir batizando seis jovens que faziam um barulho daqueles como pentecostais antigos. Em seguida outro jovem foi batizado, caiu de joelhos falando em línguas estranhas, quando pegou um banco e sacudiu-o como se quisesse quebrá-lo. Partiu em direção àqueles homens armados, de joelho pelo corredor, falando em línguas e profetizando aos valentões que um a um se retiraram.

Voltaram apenas no dia seguinte, para dizer que os cultos poderiam continuar. No mesmo culto, Deus entregou uma mensagem profética ao jovem José Pimentel: "Meu servo, continue que eu estou contigo". Interpretada pelos presentes como incentivo para continuar a pregação.

Transcorridos longos anos desde aquela experiência, hoje o Pastor José Pimentel ,parte para a eternidade.
Como remanescentes da geração de Pastores que tiveram contato com os fundadores da Assembléia de Deus no Brasil, Pastor José Pimentel de Carvalho, hoje com 95 anos de idade, por certo teria muitas experiências interessantes vividas nos primórdios da Assembléia de Deus ainda para nos contar.

Sua proximidade com o saudoso Missionário Daniel Berg proporcionou bela lição, segundo Pastor Pimentel. "Quando alguém se aproximava de Daniel Berg, para falar alguma coisa sobre outra pessoa, ele atalhava a conversa dizendo 'Glória a Jesus, Jesus Cristo Salva, Cura e Batiza no Espírito Santo', e antes que o outro recomeçasse a falar, prosseguia 'como vai sua esposa? Sara minha mulher manda lembranças para ela', desviando-o assim do propósito da conversa, não deixando que seu interlocutor falasse mal de outra pessoa para ele".

durante 48 anos, pastoreou a Igreja em Curitiba, enviado por Deus em 1962, entre suas realizações está a construção do atual templo-central, com 5.710 m²., e a expansão da Igreja paranaense. Ele Também dirigiu o Departamento de Escola Dominical da Casa Publicadora das Assembléia de Deus por alguns anos, contribuindo com as Lições Bíblicas Infantis e com a Revista A Seara. Presidiu também a Mesa Diretora da Convenção Geral Assembléia de Deus no Brasil por 3 vezes e da Convenção do Paraná (CIEADEP) por diversas vezes, sendo atualmente Presidente de Honra da mesma.
FONTE: http://pastorivalteodoro.blogspot.com/

Leia na biblia. Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. ATOS. 5 VERS.29


ALGUNS MALEFÍCIOS DA BEBIDA ALCOÓLICA NO VELHO TESTAMENTO

A Bíblia descreve a histórias de vários homens que se envolveram com as bebidas alcoólicas. Alguns eram maus, mas outros eram homens de fé e comissionados por Deus. O fato de alguns desses homens terem bebido não nos coloca na liberdade de fazermos o mesmo. O grande salmista Davi foi um homem ricamente abençoado e devemos fazer de tudo para sermos também chamados de “homens segundo o coração de Deus”. Todavia, não devemos pensar em adulterar só porque a Bíblia relata essa triste fraqueza de Davi (Livro de Samuel). Deus permitiu e relatou a queda de Davi para que nós tirássemos lições e não fizéssemos o mesmo. Vejamos alguns desses casos:

- O CASO DE NOÉ: A Bíblia descreve os maus efeitos da bebida embriagante na história de Noé (Gn.9:20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e a tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã.

- O CASO DE LÓ E SUAS FILHAS: Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou na gravidez das filhas de Ló (Gn.19:31-38).

- O CASO DOS FILHOS DE ARÃO: Nadabe e Abiú entraram no templo com seus incensários, mas por terem bebido bebidas fortes saiu fogo de diante do Senhor e os consumiu (Lv.10). Deus ainda chamou os seus sacrifícios de “fogo estranho”.

- OS PROFETAS E SACERDOTES NA ÉPOCA DE ISAÍAS: “Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo (Is.28:7).


ALGUNS MALEFÍCIOS DA BEBIDA ALCOÓLICA NO NOVO TESTAMENTO

- A EMBRIAGUEZ DOS CORÍNTIOS: A Igreja que Paulo havia recém formado em Corinto estava, por falta de conhecimento, cometendo alguns sacrilégios. Eles estavam usando vinho fermentado na Santa Ceia e isso não agradou nem a Deus, nem o apóstolo (ICor.11:21). Paulo disse que isso não era digno de nenhum louvor (ICor.11:17), mas sim de grande vergonha. Isso foi chamado de comer e beber indignamente ( ICor.11:29). Foi causa de mortes antes do tempo de alguns cristãos (ICor.11:30). Esse é o lucro de uma Igreja que deixa que se introduza tamanha maldade em seu meio.

- A BEBIDA ALCOÓLICA NA IGREJA DE ÉFESO: Na Igreja dos efésios havia, provavelmente, um grupo de crentes que não haviam recebido o batismo com o Espírito Santo e Paulo descreve o motivo em Ef.5:18: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito,”. Esse grupo de irmãos achava normal beber e ser cristão, mas a prova que isso é impossível é bradada por Paulo: “não vos embriagueis”. O Espírito não fica onde há sujeiras e embriaguez.


O VINHO USADO NA CEIA DO SENHOR

No tocante à Ceia do Senhor os três primeiros escritores dos Evangelhos empregam a expressão “fruto da vide” (Mt.26:19; Mc.14:25; Lc.22:18). O vinho não fermentado é o único “fruto da vide” verdadeiramente natural , contendo aproximadamente 20% de açúcar e nenhum álcool. A fermentação destrói boa parte do açúcar e altera aquilo que a videira produz. O vinho fermentado não é produzido pela videira.

O Senhor instituiu a Ceia quando Ele e seus discípulos estavam celebrando a Páscoa. A lei da Páscoa em Êx.12:14-20 proibia, durante a semana daquele evento, a presença de “seor” (Êx.12:15), palavra hebraica para fermento ou qualquer agente fermentador. Seor, no mundo antigo, era freqüentemente obtido da espuma espessa da superfície do vinho quando em fermentação. Além disso, todo o “hametz”, ou seja, qualquer coisa fermentada era proibido (Êx.13:7; Êx.12:19). Deus dera esta lei por ser a fermentação o símbolo da corrupção e pecado (ICor.5:7-8), sendo exatamente isso o que causa a bebida alcoólica no Homem.

No Antigo Testamento, bebidas fermentadas nunca deviam ser usadas na casa de Deus, e um sacerdote não podia chegar-se a Deus em adoração se tomasse bebida embriagante (Lv.10:8-9). Jesus Cristo foi o Sumo Sacerdote de Deus no novo concerto, e chegou-se a Deus em favor do seu povo (Hb.3:1). Sendo Ele Sacerdote e conhecedor da Lei de Deus é lógico que podemos entender que ele não tomou nenhuma bebida alcoólica e que o vinho da Ceia era puro e sem álcool. (Bíblia Pentecostal c/ algumas alterações).


A GLÓRIA DE JESUS MANIFESTA ATRAVÉS DO VINHO

Em João capítulo dois, vemos que Jesus transformou água em “vinho” nas bodas em Caná. Que tipo de vinho era esse? A resposta deve ser determinada pelos fatos contextuais e pela probabilidade moral. Acreditamos piamente que Jesus fez o mesmo vinho da Ceia, sem nenhum álcool. O objetivo desse milagre foi manifestar a sua glória (Jo.2:11), de modo a despertar a fé pessoal e a confiança no Senhor Jesus como filho de Deus, santo e justo, que veio salvar o seu povo do pecado (Mt.1:21). Sugerir que Cristo manifestou a sua divindade como filho Unigênito de Deus (Jo.1:14), mediante uma festa de bebedeira, visto que cada talha (Jo.2:6) comportava por volta de 120 litros (vezes seis teríamos a quantia de 720 litros), sem contarmos o que já havia sido consumido. Se o vinho fosse embriagante seria mais que suficiente para todo mundo sair trançando as pernas e caindo pelas ruas, o que não ocorreu. Leiamos: Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho (ou fermentado), quando resplandece no copo e se escoa suavemente(Pv.23:31). É claro que essa passagem santa e que simboliza a transformação do homem não poderia ser feita com uma bebida alvoroçadora. O Senhor conhecia muito bem os textos bíblicos que condenam o vinho embriagante (Pv.20:1), bem como as palavras de Habacuque 2:15-16: Ai daquele que da de beber ao seu próximo, adicionando à bebida o seu furor, e que o embebeda para ver a sua nudez! Serás farto de ignomínia em lugar de honra; bebe tu também, e sê como um incircunciso; o cálice da mão direita do Senhor se chegará a ti, e ignomínia cairá sobre a tua glória.

Poderíamos citar também o testemunho da medicina moderna que condena veemente todo tipo de consumismo alcoólico. Mesmo em pequena escala a bebida pode causar sérios danos a saúde. As mulheres mais jovens podem ter o seu sistema reprodutivo danificado, provocando abortos e nascimentos de bebês com defeitos mentais e físicos, isso ocorre mesmo em mulheres que consomem o álcool socialmente.

Veja a estatística que saiu na “Revista Veja” de dezembro de 1998.

EXAMES DE DOSAGEM ALCOÓLICAS EM CADÁVERES MOSTRAM QUE A MORTE VIOLENTA FREQÜENTEMENTE É PRECEDIDA DE UNS GOLES A MAIS (PERCENTUAL DE VÍTIMAS FATAIS EM QUE FORAM ENCONTRADAS DOSAGENS ALCOÓLICAS):

Afogamentos ___________________ 64%

Atropelamentos ______________ 53%

Homicídios _________________ 52%

Acidentes de Carro __________ 51%

Quedas Fatais __________ 36%

Suicídios ______________ 36%

Dados do Instituto Médico Legal de São Paulo
Acreditamos que o Senhor sabia disso e não iria aprovar o consumo de tais bebidas.


SÓ É PECADO O EMBRIAGAR-SE, MAS BEBER COM MODERAÇÃO NÃO!

Essa tem sido a desculpa mais esfarrapada que já vi, visto quando um crente quer dar seus “golezinhos”. Sistemas evangélicos dos mais tradicionais tem se escondido atrás de astuta cilada do diabo, alegando que os irmãos podem beber, é só não se embriagarem. Mas o que diz a Palavra de Deus, pois é só ela que nos interessa. Vejamos então os versículos em que a Palavra nos veta esse malefício:

“ Ai daquele que dá de beber ao seu próximo, adicionando à bebida o seu furor, e que o embebeda para ver a sua nudez! Serás farto de ignomínia em lugar de honra; bebe tu também, e sê como um incircunciso; o cálice da mão direita do Senhor se chegará a ti, e ignomínia cairá sobre a tua glória” (Hb.2:15-16).

“Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo” (Is.28:7).

“Não é dos reis, ó Lemuel, não é dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte; para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de quem anda aflito” (Pv.31:4-5).

“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar não é sábio” (Pv.20:1).

“Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho (fermentado), quando resplandece no copo e se escoa suavemente” (Pv.23:31).

“Beberão, e cambalearão, e enlouquecerão, por causa da espada, que Eu (o Senhor) enviarei entre eles” (Jr.25:16).

Os textos acima falam por si só e nos deixa claro quanto a vontade de Deus em relação a bebida alcoólica. Entretanto vamos ainda falar do sacerdócio cristão.


O SACERDÓCIO CRISTÃO

Falou também o Senhor a Arão, dizendo: Não bebereis vinho nem bebida forte, nem tu nem teus filhos contigo, quando entrardes na tenda da revelação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso pelas vossas gerações, não somente para fazer separação entre o santo e o profano, e entre o imundo e o limpo,(Lv.10:8-10).

De acordo com o texto de Levítico nenhum sacerdote deveria beber bebidas alcoólicas, a fim de desempenhar suas funções sacerdotais diante de Deus. A pergunta é: Isto é também para a Igreja de Jesus? Leiamos: Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (IPe.2:9). O apóstolo Pedro está falando a respeito da Igreja de Jesus e notem que ela é chamada de “sacerdócio real”. Deus levantou uma Igreja sacerdotal, ou seja, intercessora que ora em favor do mundo. E é claro que o nosso Deus que da Lei trouxe a graça não mudou seus padrões de santidade e requer de nós as mesmas coisas. Vejamos ainda: “...e nos fez reino, sacerdotes para Deus, seu Pai, a Ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém” (Ap.1:6).

“...e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra” (Ap.5:10).

Quando aceitamos o Senhor Jesus como sendo nosso único salvador nos tornamos sacerdotes de Deus. E como tais devemos agir e cumprirmos a sua Palavra “Não bebereis vinho nem bebida forte”.

Em nossa cidade temos várias casas de recuperação de alcoólatras e muitas delas não são religiosas. Em conversa com alguns que lideram essas casas fiquei surpreso com as suas convicções. Eles me disseram que uma das maiores hipocrisias da sociedade e o “beber socialmente”. Disseram-me que todo alcoólatra começou com um pequena dose de uma bebida fraca, como a cerveja por exemplo. Alguns até gostariam que fosse crime o consumo dessas bebidas, visto que fazem mais mal que outras drogas proibidas.

Como cristão, ao ouvir esses depoimentos, fiquei mais convicto que devemos nos abster desse veneno que é a bebida. Como sacerdote de Deus, não tenho dúvidas, e o álcool não entra na minha boca. Meu ministério sacerdotal não pode ser quebrado por esse repugnante vício. Você que é servo de Deus não deve se envolver com esse mal e sim tirar os que nele estão envolvidos. Ainda que a doutrina de sua “Igreja” permita tal mal a Palavra de Deus é mais forte que todas as doutrinas humanas. E digo mais, se sua igreja aceita o “beber socialmente” sai dela, pois Deus não está se agradando disso.


O ESPÍRITO SANTO

Acredito que o poder do Espírito Santo te revelará toda verdade e lhe dará força para você ficar longe das bebidas alcoólicas. Liberdade não é poder beber, fumar, prostituir, ... e tantas outras coisas, mas por opção escolher não fazer nada disso. O LIBERTO ele se abstém de tudo que pode lhe fazer mal e observa a Palavra de Deus. Saiba que o poder do Espírito Santo está em você para te fazer mais do que vencedor.

“Filhinhos , vós sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é aquele que está em vós (o Espírito Santo) do que aquele que está no mundo (IJo.4:4).

Autor : Prof. João Flávio Martinez

BIBLIOGRAFIA

A Bíblia Pentecostal, CPAD;

Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas, Ed. Vida;

Manual Bíblico, Halley.

FONTE:www.cacp.org.br