"Now the Spirit speaketh expressly, that in the latter times some shall depart from the faith, giving heed to seducing spirits, and doctrines of devils; Speaking lies in hypocrisy;having their conscience seared with a hot iron;"1 Timothy 4:1-2

quinta-feira, 15 de março de 2012

“Os perversos serão lançados no inferno Salmo 9:17



 


O inferno existe! É uma verdade clara na Bíblia.

Para nós cristãos, inferno é um lugar e estado de castigo em que os perdidos (morreram na prática contumaz do pecado) estão eternamente separados de Deus.
A Bíblia o descreve como um lugar terrível, de tormento e onde estarão por toda a eternidade todos aqueles que não observaram os preceitos (descritos na Bíblia) do Senhor para suas vidas.
Definir com clareza como é o inferno é muito difícil. Os muitos textos que tratam do assunto, geralmente usam a linguagem figurada que nos leva a vê-lo fisicamente como lugar de: chamas, castigo, fogo etc. Portanto, a possibilidade do inferno não ser um lugar na dimensão espiritual é muito grande, sim, um estado de sofrimento eterno.

A Bíblia afirma também que na volta do Mestre Jesus todos serão ressuscitados. Os justos para a Glória e os injustos para o castigo eterno (Inferno). Veja:

"Jesus terminou, dizendo: —Quando o Filho do Homem vier como Rei, com todos os anjos, ele se sentará no seu trono real. Todos os povos da terra se reunirão diante dele, e ele separará as pessoas umas das outras, assim como o pastor separa as ovelhas das cabras. Ele porá os bons à sua direita e os outros, à esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: “Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar.” —Então os bons perguntarão: “Senhor, quando foi que o vimos com fome e lhe demos comida ou com sede e lhe demos água? Quando foi que vimos o senhor como estrangeiro e o recebemos na nossa casa ou sem roupa e o vestimos? Quando foi que vimos o senhor doente ou na cadeia e fomos visitá-lo?” —Aí o Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim que fizeram.” —Depois ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: “Afastem-se de mim, vocês que estão debaixo da maldição de Deus! Vão para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos! Pois eu estava com fome, e vocês não me deram comida; estava com sede, e não me deram água. Era estrangeiro, e não me receberam na sua casa; estava sem roupa, e não me vestiram. Estava doente e na cadeia, e vocês não cuidaram de mim.” —Então eles perguntarão: “Senhor, quando foi que vimos o senhor com fome, ou com sede, ou como estrangeiro, ou sem roupa, ou doente, ou na cadeia e não o ajudamos?” —O Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: todas as vezes que vocês deixaram de ajudar uma destas pessoas mais humildes, foi a mim que deixaram de ajudar.” E Jesus terminou assim: —Portanto, estes irão para o castigo eterno, mas os bons irão para a vida eterna." Mt 25.31-46

A existência do Inferno é incontestável!
O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, sim, pelo prazer e satisfação de honrar e glorificar ao Senhor Deus.

Na Bíblia as palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno.
O Inferno é descrito como:

a) Castigo eterno: 
"E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna." Mt 25.46
b) Fogo eterno: "Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." Mt 25.41
c) Chamas eternas e Fogo devorado: "Os pecadores em Sião se assombram, o tremor se apodera dos ímpios; e eles perguntam: Quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?" Is 33.14
d) Fornalha acesa: "Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes... Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes." Mt 13.41,42,49,50
e) Lago de fogo: "E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo." Ap 20.15
f) Fogo e enxofre: "Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro." Ap 14.9,10
g) Fogo que não apaga: "A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível." Mt 3.12
h) Lugar de punição: "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;" 2Pe 2.4
i) Lugar de tormento: "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23
Veja mais:
a) 
"Porque um fogo se acendeu no meu furor e arderá até ao mais profundo do inferno, consumirá a terra e suas messes e abrasará os fundamentos dos montes."Dt 32.22
b) "Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus." Sl 9.17
e) "Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno." Pv 5.5
f) "Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno." Pv 9.18
g) "O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem." Pv 27.20;
h) "Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno." Pv 23.14
i) "Eu os remirei do poder do inferno e os resgatarei da morte; onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição? Meus olhos não vêem em mim arrependimento algum." Os 13.14
j) "Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo... Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno." Mt 5.22,29;
k) "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo." Mt 10.28;
l) "Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje." Mt 11.23;
m) "Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mt 16.18;
n) "Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo." Mt 18.9;
o) "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!... Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?" Mt 23.15;33
p) "Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno." Lc 10.15;
q) "Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer." Lc 12.5;
r) "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23
s) "Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno." Tg 3.6
t) "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo." 2Pe 2.4
u) "e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno." Ap 1.18; e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno.
v) "E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra." Ap 6.8;
w) "Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo." Ap 20.14
Amados, a nossa preocupação não deve repousar sobre a realidade da existência do Inferno e do sofrimento reservado a este lugar; mas, no desejo de servir ao Eterno com todas as nossas forças, com todo o nosso coração e deixar-nos envolver pelo Espírito Santo, desta forma, seremos instrumentos úteis na proclamação da mensagem de salvação e conseqüente livramento de muitas almas castigo eterno 

Elias R. de Oliveira


VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

Disciplina, como negociar o negociável

 



Disciplina é uma palavra fora de moda no mundo pós moderno. Predomina hoje a liberdade sem fronteiras. A pós-modernidade, sustentada pelo tripé da pluralização, privatização e secularização, ensina que não existe um padrão de conduta absoluto e que cada um deve escolher o seu modo de viver sem ter que dar satisfação de suas escolhas. A disciplia seria uma agressão à individualidade, uma intromissão ao mundo particular, indevassável e não compartilhado. A lei básica que prevalece hoje é: faça o que lhe dá prazer, o que é importante é você se sentir bem. É proibido proibir. Cada um deve escolher o que melhor lhe agrada sem a interferência de quem quer que seja. Se não existem limites claros sobre o que é certo e errado; se não existem valores absolutos; se tudo é relativo, então, a disciplina deve ser aposentada como um expediente arcaico para o tempo pós-moderno.
O resultado dessa cosmovisão é a anarquia, a licenciosidade e a confusão moral. A sociedade moderna está falida moralmente. A família está como um barco à deriva num mar tempestuoso. Os pais estão perdidos, perplexos e confusos vendo a família naufragar. Os filhos, sem parâmetros e balizas orientadoras de disciplina, estão se rendendo à uma licenciosidade perigosa, capitulando-se à devassidão. Choramos as consequências, mas não diagnosticamos as causas. Combatemos os resultados da crise, mas não lutamos contra as causas geradoras da crise. Não enxergamos com clareza os princípios que estão por trás das ações. A questão básica é que não apenas a verdade é atacada, mas os pressupostos da verdade foram abalados. Emanuel Kant, no seu livro A crítica da razão pura questionou a verdade antitética, afirmando que não há verdade absoluta. Kierkegaard, o pai do existencialismo moderno afirmou que a verdade é subjetiva. Hegel, o filósofo ditador da Alemanha, com sua dialética, disse que tudo é relativo. Se assim é, não há espaço para se crer em Deus nem muito menos na sua Palavra. John Locke afirmou que o homem é produto do meio, negando assim, a inclinação para o mal que está dentro do nosso coração. Jean Jacques Rousseau, dizia que o homem é bom por natureza, por isso não há necessidade de correção. Charles Darwin, negava a verdade de que o homem foi criado por Deus e que só os mais fortes e espertos sobreviveriam. Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, pontuava que a repressão é o gênese de todas as neuroses, por isso a disciplina está na contra-mão da vida saudável. Augusto Comte, o pai do Positivismo, dizia que a sociedade perfeita viria com a educação das massas. O homem não precisa de Deus, precisa de educação. Ora, todos esses afluentes filosóficos desaguaram no mar da confusão e da libertinagem. Temos uma socieade confusa, perdida moralmente, atolada no pântano de seus muitos prazeres, mas destruída pelas drogas deletérias, pelos vícios degradantes, pela sexualidade desregrada e sem freios.
Mais do que nunca a bandeira da verdade de Deus deve ser levantada. A falta de disciplina traz corrupção. Onde não há limites, onde não há lei, o povo se degrada. Por isso, a disciplina se faz necessária, porque todos nós temos uma inclinação para o mal. Temos a semente do pecado dentro de nós. A estultícia está ligada ao coração da criança. A falta de disciplina traz vergonha e desgraça. A disciplina deve ser preventiva e interventiva. Deve ser firme e amorosa. Deve ser clara e justa. Deve ser bíblica em sua essência para buscar sempre a correção e a restauração do faltoso. Assim, entendemos que disciplina não é nem repressão patológica nem castigo, mas um ato de amor.
A questão básica é saber distinguir o que é inegociável e o que é negociável. Muitos pais engolem um camelo e coam um mosquito. Brigam por coisas banais e toleram aberrações. Já no quinto século, Agostinho dizia que um pai deve educar um filho vinte anos antes dele nascer. Primeiro, devemos ser disciplinados para depois exercermos com coerência e consistência a disciplina bíblica. O que podemos tolerar? Onde podemos fazer concessão? Os pais jamais devem abrir mão de valores absolutos da Palavra de Deus. Há coisas que são supra culturais, são princípios eternos de Deus em qualquer tempo e em qualquer lugar. Pecado é pecado em qualquer tempo, em qualquer cultura. Transigir com esses princípios, aceitar o que Deus proíbe, aplaudir o que Deus abomina, amar o que Deus rejeita é insensatez. Por outro lado, há o risco de super valorizar o que Deus não proíbe. Muitos pais caem nesse extremo do legalismo, do farisaísmo, impondo sobre os filhos regras e mais regras, fardos e mais fardos, oprimindo suas vidas com mandamentos de homens, com hábitos e costumes que não possuem nenhuma fundamentação na Palavra de Deus. Essa atitude repressiva e opressora produz uma geração doente emocionalmente e fraca espiritualmente.
Não existe nenhuma cultura sagrada e pura. Todas elas estão contaminadas pelo vírus do pecado. Não é a cultura que determina o que é santo e profano, o que é certo e errado, mas a Palavra de Deus. Seremos julgados não segundo os preceitos e regras da nossa cultura, mas segundo o escrutínio da Palavra de Deus. Os fariseus eram legalistas, davam mais valor a preceitos de homens do que aos princípios das Escrituras. Viviam mais preocudos com a aparência diante dos homens do que com a piedade diante de Deus. Estavam mais interessados em arrancar aplausos dos homens do que receber a aprovação de Deus. Negociavam o inegociável e eram intransigentes com o negociável. Por fora, eram lindos; por dentro, podres. Há muitos pais que não sabem distinguir o que é essencial e o que é secundário. Não sabem dialogar, não sabem ceder, não sabem fazer concessões naquilo que é negociável. Mantém suas regras e perdem seus filhos. Deixam intactos seus preceitos e arrebentam com a família. Mais do que nunca os pais precisam estar perto dos filhos, precisam ser amigos dos filhos. As pressões que os filhos enfrentam hoje são descomunais. As armadilhas são mortíferas. A sedução do prazer é avassaladora. Se o lar não for um quartel general, um lugar de refúgio, um abrigo contra o temporal, os jovens não resistirão. Os pais precisam investir nos filhos, gastar tempo com os filhos. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Os filhos não precisam tanto de conforto, mas de amor. Precisam não de presentes, mas de presença. Precisam não de censura, mas de compreensão e disciplina amorosa.
A águia tem muito para nos ensinar sobre a disciplina dos filhos. Ela, como pedagoga de Deus, nos dá vários princípios fundamentais, dignos de ser observodos:
1. Coloca o ninho dos seus filhos longe dos predadores – A águia não constrói o ninho dos seus filhos perto dos predadores. Ela busca os lugares altaneiros para ali colocar o ninho dos filhos. Muitos pais perdem os filhos, porque colocam o ninho deles perto de feras perigosas. Como Ló, armam suas tendas para as bandas de Sodoma e Gomorra. Davi, mesmo sendo o homem segundo o coração de Deus, mesmo tendo vencido um urso, matado um leão, derrotado um gigante, conquistado um reino, acumulado riquezas, e se tornado um homem de sucesso e fama internacional, perdeu os seus filhos dentro de casa. No ninho do rei havia uma víbora peçonhenta, chamado Jonadabe, que deu um conselho maligno para Amnom. Ele violentou a sua própria irmã. Mais tarde Absalão matou Amnon, conspirou contra o seu pai e foi morto. Salomão, quando assumiu o reinado, matou seu irmão Adonias. Houve estupro, assassinato, conspiração, derramamento de sangue na casa de um homem de Deus, porque ele construiu o ninho de seus filhos perto dos predadores. Pai e Mãe, onde vocês estão contruindo o ninho dos seus filhos? Onde estão os seus filhos? Quem são os conselheiros de seus filhos? Quem frequenta a sua casa com os seus filhos?
2. A águia ensina os seus filhos pelo exemplo – Muitos pais fracassam na disciplina dos filhos, porque ensinam uma coisa e praticam outra. Os filhos não vêem coerência na vida dos pais. Quando o filhote da águia está na hora de sair do ninho, ela começa a voejar sobre o ninho, mostrando-lhe a necessidade de sair para as aventuras da vida. A Bíblia diz que os pais devem ensinar a criança não o caminho em que ela quer andar, nem mesmo o camino em que ela deve andar, mas no caminho em que ela deve andar. Ensinar o caminho é algo teórico, ensinar no caminho é uma lição de vida.
3. A águia aplica disciplina adequada aos filhos na hora certa – Quando o filhote da águia não obedece o comando para voar, e mesmo diante do exemplo se nega a sair do ninho, ela então, remove toda a penugem do ninho e deixa apenas os espinhos e ferpas pontiagudas para acicatar o filhote. Tem hora que a única linguagem que os filhos entendem é a voz da disciplina. Há muitos pais que estragam seus filhos, hiper-protegendo-os. A disciplina é ato de amor. Ela visa o amadurecimento do filho. Ela produz fruto de justiça.
4. A águia vai às últimas consequências para disciplinar e discipular os filhos – Quando o filhote se recusar até mesmo a atender o expediente da disciplina, a águia toma uma medida radical. Ela pega o filhote do ninho com as suas possantes garras e arroja-o das alturas para o chão. Ele que nunca voou sozinho, cai de ponta cabeça, desesperado; e ela deixa. Quando o filhote está para espatifar-se ao chão, ela o toma novamente e o leva de volta para as alturas e novamente o arroja de lá. E faz isso, duas, cinco, dez vezes, até que o filhote aprende a voar sozinho. A lei da águia é: meu filho tem que ser meu discípulo. A águia não desiste do filho. Precisamos aprender essa lição: Não podemos abrir mão dos nossos filhos. Eles são filhos da promessa. Eles são herança de Deus. Não geramos filhos para a morte, não geramos filhos para povoar o inferno. Nossos filhos são presente de Deus. Devemos amá-los, discipliná-los, orar com eles, por eles, chorar por eles e jamais abrir mão deles, até que Deus os restabeleça e faça deles uma bênção, uma coroa de glória na sua mão!
Rev. Hernandes Dias Lopes.
VIA: PASTOR JOÃONOGUEIRA DE LIMA

terça-feira, 13 de março de 2012

O DOGMA DA INFALIBILIDADE PASTORAL



O DOGMA DA “INFALIBILIDADE PASTORAL
Infelizmente muita superstição tem invadido as igrejas evangélicas, e “enfeitiçando” muitos irmãos em cristo, um após o outro, tem sido levado para a cova da apostasia.
O que ocorre é que alguns já não têm mais apenas "O Livro do Senhor" (Is 34:16), á Bíblia, como única regra de fé e prática e, assim, crêem em qualquer novidade que lhe são trazido.
Se o modismo vier então da parte de um "pastor" (com "p" minúsculo), nem se fala! Aceitam qualquer afirmação pastoral sem passar pelo crivo das Sagradas Escrituras, considerando tais “pastores” como os donos da opinião final, seguindo-os em suas falsas doutrinas.
Porém, este fato não deveria nos pegar de surpresa, pois a Bíblia já nos alerta quanto a isto: “Porque virá tempo [e já veio] em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências” (2 Tm 4:3). [ênfase minha]
Os pastores, que tanto copiam as últimas novidades da “moda das heresias”, agora, ao que parece, adotaram o Dogma da "InfalibilidadePastoral", tal qual ocorre com a herética Igreja Romana, que tem seu famoso Dogma da “Infalibilidade Papal”.
E por falar nisso, façamos uma pausa para entendermos o tal dogma dessa falsa religião chamada Catolicismo Romano:
A infalibilidade papal, na teologia católica, consiste no dogma que afirma que o Papa, quando delibera solenemente algo em matéria de fé ou moral, ex cathedra (ou seja, oficialmente e como pastor da Igreja Universal), está sempre correto.
Este dogma foi explicitado na Constituição Dogmática Pastor Aeternus, sobre o primado e infalibilidade do Papa, promulgada pelo Concílio Vaticano I. O dogma é restrito às questões relativas à fé e a moral (costumes). A Constituição foi promulgada na Quarta Sessão do Concílio, em 18 de julho de 1870, pelo Papa Pio IX. A parte dispositiva do documento tem o seguinte teor:
O Romano Pontífice, quando fala "ex cathedra", isto é, quando no exercício de seu ofício de pastor e mestre de todos os cristãos, em virtude de sua suprema autoridade apostólica, define uma doutrina de fé ou costumes que deve ser sustentada por toda a Igreja, possui, pela assistência divina que lhe foi prometida no bem-aventurado Pedro, aquela infalibilidade da qual o divino Redentor quis que gozasse a sua Igreja na definição da doutrina de fé e costumes. Por isto, ditas definições do Romano Pontífice são em si mesmas, e não pelo consentimento da Igreja, irreformáveis”.
Temos notado que alguns pastores, estão se achando os “donos da verdade” e “infalíveis”! Afinal, como eles mesmos fazem questão de alertar aos incautos, eles são “homens de Deus” e, portanto, ai de quem tiver coragem de tocar nos “ungidos do Senhor”, atrevendo-se a contestá-los!
Muitos “pastores” parece não temer a "Espada de dois gumes" (Ef 6:17; Hb 4:12), e passam por cima dela. São verdadeiros rolos compressores. E o que é pior: fazem “malabarismos teológicos”, acréscimos e subtrações da bíblia (Dt 4:12; 12:32; Pv 30:6; Ap 22:18-19) e, se necessário for, passam por cima até dos crentes que se opuserem às suas falácias.
Muitos “pastores” desse tipo, para se prevenirem quanto a possíveis contestações e ataques por causa de seus maus comportamentos, ou de suas falsidades, buscam apoio em textos da Bíblia, totalmente fora do contexto (usando passagens relativas a Israel, como se fossem para a igreja), tais como: “Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas” (Sl 105:15) e procuram, dissimuladamente, incutir tais conceitos na mente do povo, para garantir outros defensores de sua condição de “ungidos do Senhor”.
Porém, vejamos quem eram os verdadeiros “ungidos do Senhor” no A.T.:
“Quem são os ungidos do Senhor?
O contexto deixa isto bem claro, e por ele nós podemos ter certeza absoluta quem são as pessoas a quem o Senhor se refere como sendo os "ungidos do Senhor" e de "meus profetas". Salmos 105:8-15 diz o seguinte:
“Lembrou-se da sua aliança para sempre, da palavra que mandou a milhares de gerações. A qual aliança fez com Abraão, e o seu juramento a Isaque.  E confirmou o mesmo a Jacó por lei, e a Israel por aliança eterna, dizendo: A ti darei a terra de Canaã, a região da vossa herança. Quando eram poucos homens em número, sim, mui poucos, e estrangeiros nela; quando andavam de nação em nação e dum reino para outro povo; não permitiu a ninguém que os oprimisse, e por amor deles repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas”
O texto é absolutamente cristalino. Aqueles que são chamados de "ungidos do Senhor" e de "meus profetas" são os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. São os Israelitas. Todos e cada um deles. Ninguém que pertença verdadeiramente ao povo de Israel é deixado de fora.
Portanto, como dissemos, o mito de que os pastores constituem-se em os "ungidos do Senhor", como uma casta distinta e superior a todos os pobres crentes, não passa realmente de uma invencionice perversa cujo único propósito é munir homens com mecanismos que os possibilitem usar  abusar da igreja de DEUS e de suas ovelhas. Precisamos retornar, de maneira urgente, ao padrão bíblico do pastor-servo à imitação do próprio Senhor Jesus”.
A Bíblia nos mostra que ser ungido, nesta era da igreja (dispensação da graça), não é exclusividade de ocupantes dos púlpitos, pois, no N.T., a unção está disponível a todos os que estão salvos em Jesus Cristo“E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo... E a unção que vós recebestes dele, fica em vós...” (1 Jo 2:20, 27b) e não precisa ser “renovada”, sendo inerente à salvação.
Não satisfeitos, esses “pastores” também usam outros versículos do N.T., para amedrontar os incautos os irmão que são “meninos” em Cristo, dentre eles: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós” (Mt 7:1-2). Eles esquecem que essas passagens são relativas ao juízo temerário, quanto ao julgar o coração, mas quanto ás obras e condutas diz á Biblía: Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça Joa 7:234  Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Mat 7:16. Devemos julgar a conduta sim, de outra maneira como conheceremos os frutos se são bons ou ruins?
Os homens inclusive, infelizmente, alguns que se dizem “evangélicos”, não suportam mais a sã doutrina (2 Tm 4:2-5). Que bom seria se os crentes lessem especificamente falando a epístola de Paulo a Timóteo! Tudo o que está ocorrendo na atualidade, já está ali evidenciado e mostrado, detalhadamente. Afinal, a Bíblia é o “Livro das Respostas”; pois, Deus nos revelou tudo concernente à vida e piedade, não é mesmo? (2 Tm 3:16-17; 2 Pe 1:3). [8]
O que nos conforta é que chegará o dia em que esses “pastores” terão que enfrentar a Palavra Viva de Deus e não sobrará nada: “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia” (Jo 12:48). Terão também que dar conta de tudo o que fizeram, “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (2 Co 5:10), quando “a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um” (1 Co 3:13).
Há inúmeros exemplos desses usurpadores, do lugar que de direito é de Cristo, alguns são pastores, outros não.
Os pastores deveriam meditar, urgentemente, em Ezequiel 34 (capítulo que narra a situação de Israel no A.T., mas que é bem parecida com a situação em que vivemos atualmente), de cujo contexto transcrevo os versículos a seguir:“Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto. Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu, eu mesmo, procurarei pelas minhas ovelhas, e as buscarei” (Ez 34:10-11).



Nos dias de hoje centenas de falsos ensinos assaltam tanto a igreja como a Escritura e, portanto, isso exige um minucioso exame de como devem ser tratados os que promovem as falsas doutrinas. 

Embora pessoa alguma, com um sincero desejo de servir a Cristo, deseje ardentemente acusar outro irmão de estar cometendo erros em seu ministério, os profetas do Velho Testamento, o próprio Senhor Jesus Cristo e os apóstolos deixaram claro que muitos viriam em o nome do Senhor, professando segui-Lo e, contudo, pelos seus ensinos fraudulentos, negando-O ou apresentando uma imagem deturpada de Deus, bem diferente daquela que nos é apresentada na Escritura Sagrada. Paulo disse
 : “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas” (Filipenses 3:18-19). 
Falsos mestres, falsos apóstolos, falsos profetas e falsos irmãos podem danificar e até mesmo destruir a simplicidade da fé em Cristo: “... tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3). Jesus avisou que muitos seriam enganados por aqueles que afirmam falar em o nome de Deus (Mateus 24:5, 11, 24).

Nomear pessoas especificamente envolvidas na promoção de heresias ou doutrinas não bíblicas é, e deveria ser, a última e desconfortável atitude a ser tomada, e somente depois de muitas tentativas de reconciliação. Todo mundo pode cometer erros e somente diante de uma atitude de rebeldia, de falta de arrependimento e de mentalidade elitista demonstradas pelo irmão errado no sentido de raciocinar e de aceitar a verdade, é que temos de nos dispomos a vir a público, numa hora de absoluta necessidade. Se um ladrão, um vândalo ou coisa pior residisse próximo à sua casa, será que você não gostaria de saber o seu nome e de onde ele veio, a fim de proteger sua família do perigo? Muito mais em se tratando de assuntos espirituais - itens de significação eterna - devemos proteger nossas almas e as almas das pessoas que nos foram confiadas pelo Senhor!

O perigo inerente de coabitar com a heresia jamais pode ser exageradamente exposto. O erro desconsiderado sempre tende a 
“corroer como gangrena” o Corpo de Cristo, a igreja (2 Timóteo 2:17-18). A heresia se especializa em negar a verdade e em desacreditar a exata história da antiga nação de Israel, cujas renovadas simpatias pelos falsos deuses e pelos falsos profetas levaram a nação a colher uma completa destruição de sua fé em Deus e, conseqüentemente, o julgamento do Senhor. Parece que nos esquecemos da admoestação contida em Romanos 15:4: “Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. 
Embora os fracassos de Israel fossem registrados para nos servirem de admoestação, muitos cristãos acreditam estar isentos do mesmo tipo de engodo. Os falsos profetas têm sido sempre os heróis do povo, tornando tortuoso o caminho do Senhor e conduzindo as pessoas à depravação. Eles: “mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis”(Romanos 1:23).

Conquanto a atual sofisticação entre os nossos falsos profetas e falsos mestres [evangélicos] já não possa incluir o uso de ídolos de pedra e madeira, mesmo assim eles pintam suas imagens de Deus com palavras que excitam a imaginação humana, redefinindo o objeto da adoração.  Mesmo os que inadvertidamente ensinam o contrário do Evangelho de Cristo, acreditando que os seus ensinos são a verdadeira revelação, estão conduzindo multidões por um tenebroso caminho que as afasta cada dia mais da verdade. Apesar da sua sinceridade, eles se tornaram inimigos da fé e, a não ser que cheguem a um sincero arrependimento, abandonando o erro, irão naufragar na fé, levando muitos outros com eles: 
“Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé” (1 Timóteo 1:29). 

Nesta época de “tolerância”, muitos cristãos têm se inclinado a praticar o mal, minimizando o seu dano. Aspergida com um ensino bíblico misto de honestidade e bondade, a heresia logo se torna agradável ao paladar, principalmente quando alimenta a auto-imagem e o desejo de possuir poder da parte de quem a escuta. A 
“comichão nos ouvidos” (2 Timóteo 4:3-4) tem se tornado o passatempo religioso nacional. Muitos têm preferido escutar fantásticas fábulas  (verso 4), com uma ligeira camada de verniz cristão,  em vez de escutar a dura verdade que exige a morte do ego. 

Mesmo assim, o nosso Deus não está dormindo e o cristão sincero e humilde ainda consegue escutar a voz do seu Pastor e os de coração sensível ainda podem sentir a tristeza do Espírito Santo, quando ensinos extra-bíbllicos são apresentados como genuínos. Mas, infelizmente, a rota mais fácil é manter o “status quo”, mesmo diante da violência feita às Sagradas Escrituras. Os cristãos são anulados pelas constantes ameaças vindas dos púlpitos locais e nacionais, com a frase: 
“Não toqueis nos ungidos do Senhor!” e o medo de apedrejar o barco pode silenciar até mesmo o mais sincero crente em Cristo. Contudo, ao mesmo tempo em que existe um caminho mais fácil para quem se torna um ditador, suplantando o conhecimento de Deus com uma falsa piedade que ameniza o pecado, por outro lado o seu pecado deve ser amenizado, quando cometido na presença de alguém. Quando se dobram os joelhos tornando-se compromissados com o erro, eles ficarão dobrados até que aconteça o verdadeiro arrependimento e se volte para a única verdade que liberta do engodo.




O tempo de silenciar já passou há muito. A ameaça de 
Ananias e Safira já não pode mais ser usada para bestificar os verdadeiros crentes na cruz de Cristo. Mas a intimidação tão usada e abusada do “não toqueis nos meus ungidos” tem crescido ao extremo. Se o preço de falar a verdade for a condenação da nossa comunidade religiosa, que assim seja. A perda da influência, do status e do respeito significa uma ninharia quando comparada à glória de sofrer pelo nosso Senhor. As palavras que Cristo tem falado através das eras continuam tão fortes agora como eram, quando foram impressas pela primeira vez nas páginas da Bíblia: “Por que estais ociosos todo o dia?” (Mateus 20:6). Conhecer a verdade e não agir em favor da mesma é o mesmo que se tornar cúmplice do pecado.

Muito mais tem sido patrocinado às assim chamadas “vozes proféticas” de hoje. Gritos de “paz, paz”, quando não há paz, ecoam nos corações vazios daqueles que anseiam pela reconfortante Palavra da Verdade, a qual não conseguem encontrar entre os vendilhões do Templo. O tilintar das moedas vai comprando o silêncio,  à custa do engodo das multidões. Os legítimos profetas de Deus censuraram a heresia, com as suas palavra cortando a carunchosa madeira da falsa doutrina. Reis, sacerdotes e falsos profetas sentiram os golpes do machado. Os “ungidos do Senhor” (os verdadeiros profetas do VT) puderam tocar os outros “ungidos do Senhor” (Reis e sacerdotes) e também tocaram aqueles [falsos profetas] que haviam conseguido o respeito dos crentes com a sua fingida lealdade ao Senhor.
Uma plenitude de passagens, tanto do Velho como do Novo Testamento, ensina como trazer luz ao que é falso, a fim de que a falsidade seja desmantelada. Efésios 5:11 diz:“E não vos comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as”. A escolha é nossa em obedecer, mesmo sofrendo as conseqüências, pois o resultado do erro doutrinário é a destruição da vida espiritual do povo de Deus, o qual é levado à prostituição espiritual. Efésios 5:11 não é uma sugestão ou desafio, mas uma ordem.  Se obedecermos corretamente essa ordem, poderemos contar com a integridade e a coragem bíblica da próxima geração de cristãos.



Artigo 
“Naming the Names, a Biblical Approach”, de Kevin Reeves.
OBS: Dedico este artigo aos irmãos bíblicos (servos do Senhor Jesus Cristo) que buscam servir e adorar ao Senhor, em espírito e em VERDADE, mas que já estão tendo que se reunir nas próprias casas, como ocorria com a igreja primitiva, por estar cada vez mais difícil encontrar uma igreja sadia, perto de suas residências, para congregar, nestes tempos do fim.
FONTE: http://ibb.nbrasil.net/index.php?option=com_content&view=article&id=639:o-dogma-da-infalibilidade-pastoralq&catid=59:varios&Itemid=154
VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

Dando nomes aos bois (uma proposta bíblica)





         Nos dias de hoje centenas de falsos ensinos assaltam tanto a igreja como a Escritura e, portanto, isso exige um minucioso exame de como devem ser tratados os que promovem as falsas doutrinas.
        Embora pessoa alguma, com um sincero desejo de servir a Cristo, deseje ardentemente acusar outro irmão de estar cometendo erros em seu ministério, os profetas do Velho Testamento, o próprio Senhor Jesus Cristo e os apóstolos deixaram claro que muitos viriam em o nome do Senhor, professando segui-Lo e, contudo, pelos seus ensinos fraudulentos, negando-O ou apresentando uma imagem deturpada de Deus, bem diferente daquela que nos é apresentada na Escritura Sagrada. Paulo disse: “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas (Filipenses 3:18-19).
         Falsos mestres, falsos apóstolos, falsos profetas e falsos irmãos podem danificar e até mesmo destruir a simplicidade da fé em Cristo: “... tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3). Jesus avisou que muitos seriam enganados por aqueles que afirmam falar em o nome de Deus (Mateus 24:5, 11, 24). Tendo sido um cristão que esteve à frente de falsos movimentos e que por ignorância promoveu o erro durante 12 anos, conheço de sobra o perigo que a nossa fé pode correr com a redefinição do Cristianismo e a apresentação de um “outro Jesus”. A heresia não é um brinquedo. Ela é uma mentira propalada com o objetivo de destruir o relacionamento entre o Salvador e o salvo, levando as confiantes ovelhas para um deserto repleto de predadores.
        Nomear pessoas especificamente envolvidas na promoção de heresias ou doutrinas não bíblicas é, e deveria ser, a última e desconfortável atitude a ser tomada, e somente depois de muitas tentativas de reconciliação. Todo mundo pode cometer erros e somente diante de uma atitude de rebeldia, de falta de arrependimento e de mentalidade elitista demonstradas pelo irmão errado no sentido de raciocinar e de aceitar a verdade, é que nos dispomos a vir a público, numa hora de absoluta necessidade. Se um ladrão, um vândalo ou coisa pior residisse próximo à sua casa, será que você não gostaria de saber o seu nome e de onde ele veio, a fim de proteger sua família do perigo? Muito mais em se tratando de assuntos espirituais - itens de significação eterna - devemos proteger nossas almas e as almas das pessoas que nos foram confiadas pelo Senhor!
        O perigo inerente de coabitar com a heresia jamais pode ser exageradamente exposto. O erro desconsiderado sempre tende a “corroer como gangrena” o Corpo de Cristo, a igreja (2 Timóteo 2:17-18). A heresia se especializa em negar a verdade e em desacreditar a exata história da antiga nação de Israel, cujas renovadas simpatias pelos falsos deuses e pelos falsos profetas levaram a nação a colher uma completa destruição de sua fé em Deus e, conseqüentemente, o julgamento do Senhor. Parece que nos esquecemos da admoestação contida em Romanos 15:4: “Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”.
            Embora os fracassos de Israel fossem registrados para nos servirem de admoestação, muitos cristãos acreditam estar isentos do mesmo tipo de engodo. Os falsos profetas têm sido sempre os heróis do povo, tornando tortuoso o caminho do Senhor e conduzindo as pessoas à depravação. Eles: “mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis” (Romanos 1:23).
         Conquanto a atual sofisticação entre os nossos falsos profetas e falsos mestres [evangélicos] já não possa incluir o uso de ídolos de pedra e madeira, mesmo assim eles pintam suas imagens de Deus com palavras que excitam a imaginação humana, redefinindo o objeto da adoração. Mesmo os que inadvertidamente ensinam o contrário do Evangelho de Cristo, acreditando que os seus ensinos são a verdadeira revelação, estão conduzindo multidões por um tenebroso caminho que as afasta cada dia mais da verdade. Apesar da sua sinceridade, eles se tornaram inimigos da fé e, a não ser que cheguem a um sincero arrependimento, abandonando o erro, irão naufragar na fé, levando muitos outros com eles: “Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé” (1 Timóteo 1:29).
         Nesta época de “tolerância”, muitos cristãos têm se inclinado a praticar o mal, minimizando o seu dano. Aspergida com um ensino bíblico misto de honestidade e bondade, a heresia logo se torna agradável ao paladar, principalmente quando alimenta a auto-imagem e o desejo de possuir poder da parte de quem a escuta. A “comichão nos ouvidos” (2 Timóteo 4:3-4) tem se tornado o passatempo religioso nacional. Muitos têm preferido escutar fantásticas fábulas (verso 4), com uma ligeira camada de verniz cristão, em vez de escutar a dura verdade que exige a morte do ego.
         Mesmo assim, o nosso Deus não está dormindo e o cristão sincero e humilde ainda consegue escutar a voz do seu Pastor e os de coração sensível ainda podem sentir a tristeza do Espírito Santo, quando o falso evangelho é apresentado como genuíno. Mas, infelizmente, a rota mais fácil é manter o “status quo”, mesmo diante da violência feita às Sagradas Escrituras. Os cristãos são anulados pelas constantes ameaças vindas dos púlpitos locais e nacionais, com a frase: “Não toqueis nos ungidos do Senhor!” e o medo de apedrejar o barco pode silenciar até mesmo o mais sincero crente em Cristo. Contudo, ao mesmo tempo em que existe um caminho mais fácil para quem se torna um ditador, suplantando o conhecimento de Deus com uma falsa piedade que ameniza o pecado, por outro lado o seu pecado deve ser amenizado, quando cometido na presença de alguém. Quando se dobram os joelhos tornando-se compromissados com o erro, eles ficarão dobrados até que aconteça o verdadeiro arrependimento e se volte para a única verdade que liberta do engodo.
         O fato é que mesmo com todo o polimento da falsa teologia com eufemismos açucarados, ela não consegue esconder o seu veneno. A moda agora é dizer que um falso mestre foi “mal interpretado”, passando-se por cima do óbvio erro doutrinário que ele cometeu. Porém é bíblico chamar de falso o que é falso, tanto o homem como o seu ensino, dando nomes aos bois. E nenhuma das nomeações colocadas sobre os ombros dos falsos mestres pode ser considerada boa. E nem poderia ser. Um homem que deliberadamente refuta os outros com a sua própria lepra consumidora deve ser confrontado com o fato de sua moléstia e de sua necessidade de quarentena, para o seu próprio bem e dos seus seguidores. O mínimo que ele deveria fazer seria evitar o contágio a quem assiste a difusão do seu erro doutrinário.
        Com fervoroso vigor apologético, a igreja primitiva fez guerra contra os que pervertiam a fé em Cristo. Qualquer um que se recusasse a agir assim, seria considerado um mercenário e culpado de grosseira covardia (João 10:12).
         Os que são fiéis ao bom Pastor jamais hesitarão em usar o seu pessoal para afugentar os lobos do rebanho que precisa de proteção.
         Na arena pessoal, é o caso de indagar: por que perturbar as crenças de um irmão que não é líder na comunidade cristã? Enquanto ele não estiver ensinando os outros, a mania teológica do “não julgue” nos leva a deixá-lo em paz. Ironicamente, a Bíblia narra esse tipo de pensamento na boca do primeiro assassino: “sou eu guardador do meu irmão?” (Gênesis 4:9). A resposta sarcástica de Caim nos diz que ele já conhecia a resposta: De fato, somos todos “guardadores do nosso irmão”. Se nós o amamos “não apenas de língua, mas por obra e em verdade” (1 João 3:18), precisamos informá-lo sobre o seu erro. De suas crenças vai depender o caminho no qual ele vai andar, caminho que poderá conduzi-lo a um precipício e atirá-lo ao abismo da heresia. O mesmo é verdade para todos nós. Conforme a crença que guardamos no coração, por ela viveremos e isso poderá determinar o nosso destino eterno.
         Mesmo que a exposição do erro de um irmão não seja necessária, enquanto ele não se tornar um líder na congregação da igreja, a separação bíblica continua sendo aconselhada como uma resposta aos que se autodenominam cristãos e, contudo, vivem da mesma maneira ímpia como vivem os não regenerados: “Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais” (1 Coríntios 5:9-11).

Aos olhos de Deus

         Poderia ser útil observar pessoalmente como os falsos mestres, falsos profetas e falsos irmãos são retratados na Escritura. O Deus da Bíblia faz certas referências específicas, escritas para todas as gerações, e nenhuma dúvida há na seriedade com que Ele vê os que pervertem o Seu caráter, Seus caminhos e Sua Palavra:

Pastores brutais - Ezequiel 34:1-22.
Lobos - Mateus 7:15.
Joio - Mateus 13:25.
Raça de víboras - Mateus 23:33.
Ladrão e salteador - João 10:1.
Mercenário - João 10:12.
Ministros de satanás 2 Coríntios 11:15.
Animais irracionais - 2 Pedro 2:12.
Ímpios - Judas 4
Ondas impetuosas do mar - (Judas 13).
Contaminadores - (Judas 8).
Manchas em festas de amor - (Judas 12).
Duas vezes mortos - (Judas 12).



Velho Testamento

Referências feitas aos falsos mestres, falsos profetas e falsos irmãos são por demais abundantes nas páginas do Velho Testamento. Vamos nos concentrar em apenas algumas, tentando especificar indivíduos tratados e nomeados pelo Senhor:
Números 16 - Datã, Abirão e Coré foram publicamente censurados por Moisés (verso 26) e engolidos pela terra em julgamento divino (versos 31-32).
1 Reis 22:11, 24, 25 - O falso profeta Zedequias foi censurado e julgado por Micaías.
Jeremias 29:31-32 - O falso profeta Semaías morreu, após a censura do Senhor, feita através de Jeremias.
        Grande parte do Livro de Jeremias é gasto na censura aos falsos profetas que desviaram Israel do caminho do Senhor, tendo levado o povo a adorar os ídolos - Jeremias 2:8 e 5:30-31.
Ezequiel 8:8-11 - Falsos anciãos de Israel expostos, inclusive Jahazanias.
Ezequiel 11: 1-13 - Falsos irmãos expostos e um deles, Penatias, morreu. Além destes, grande parte do tempo de Ezequiel foi gasto em profetizar contra:
Os falsos irmãos (Ez. 11:4).
Os falsos profetas (Ez. 13:16-17).
Os falsos pastores (Ez. Capítulo 34).
         Grande parte do Livro de Isaías também é devotado às censuras feitas pelo Senhor contra os falsos profetas que estavam levando Israel à apostasia contra Deus, adorando os ídolos (Isaías 9:15 e 28:7).

Novo Testamento

Mateus 23 - Jesus censurou publicamente os fariseus pela sua hipocrisia e adoração a Deus, conforme a maneira dos homens, e pela distorção das Escrituras.
Romanos 16:17 - Paulo condena os que promoviam divisões contrárias à doutrina cristã, mandando evitá-los.
1 Coríntios 4:18 - Também todo o capítulo 5 - Paulo condena os orgulhosos que eram muitos, inclusive censurando um membro da congregação que havia cometido pecado público, o qual ele manda que seja expulso da igreja e entregue a Satanás.
2 Coríntios 10:8-11; 11:1-4; 12-15 e 20-23 - Falsos apóstolos denunciados por estarem pregando “outro Jesus” na congregação.
Gálatas 1: 1-8 - Falsos irmãos trazendo a circuncisão às igrejas da Galácia.
Gálatas 2:11-13 - Mesmo não se tratando de falsos irmãos, Paulo censurou publicamente Pedro e Barnabé por causa de sua hipocrisia.
1 Timóteo 1:3-4 - Paulo ordena a Timóteo que ele detenha os que estão pregando falsas doutrinas.
1 Timóteo 1:19-20 - Himineu e Alexandre foram entregues pelo apóstolo Paulo a Satanás por causa de sua blasfêmia.
1 Timóteo 5:19-20 - Censurados publicamente os que cometiam pecados grosseiros.
2 Timóteo 4:14 - Paulo admoesta Timóteo para se acautelar contra Alexandre, o latoeiro, que muito se opunha ao Evangelho.
Tito 1:9-16 - Recomendação a Timóteo para que censure os falsos mestres, os quais deveriam ser interrompidos por estarem causando graves danos ao Corpo de Cristo.
3 João: 9-10 - Diótrefes se opondo a João e controlando os membros da igreja.
Apocalipse 2:14 - Em Pérgamo, alguns aderem aos ensinos de Balaão e outros mantêm os ensinos dos nicolaítas, os quais Jesus odeia.
Apocalipse 2:20 - Jezabel, a falsa profetisa na congregação de Tiatira, era conhecida de todos, por ser ativa na igreja.
        Existem muitas outras Escrituras, as quais mesmo não nomeando indivíduos culpados de ensinar falsas doutrinas ou de viver em ostensivo pecado, esses eram bem conhecidos dentro da congregação. Nesse caso era nomeada a igreja em determinada área, e todos ficavam sabendo quem estava sendo apontado pelas cartas de Paulo.
        A igreja de hoje está quase devastada pelos que afirmam trazer novas revelações, uma “palavra nova” do Senhor, o que não pode ser respaldado nas Escrituras. Entre esses homens estão Rick Joyner, cujas visões de anjos, de demônios vomitando e de um “Jesus” contradizendo as Escrituras têm conduzido multidões pelo caminho da falsa sabedoria e autoridade; Kenneth Copeland, que nega a suficiência do sangue de Cristo e cujo “Jesus” precisou nascer de novo no inferno, após ter assumido a natureza de Satanás; Benny Hinn, cujaapresentação nos palcos leva tantas pessoas a crer que ele é um legítimo mensageiro de Deus, até mesmo quando ele, sob uma falsa unção, se enfurece e profere, publicamente, maldições contra os seus adversários, numa voz gutural e sibilante.
        Estes são apenas alguns exemplos dos ministros de elevado perfil, que estão pervertendo os registros bíblicos. Suas doutrinas e demonstrações de falsos sinais e maravilhas têm produzido um verdadeiro enxame de imitadores, desde o pastor local, imitando fielmente os seus ídolos, até as mais confusas ovelhas, que se assentam nos bancos, sendo obrigadas pela liderança da igreja a proclamar um “outro evangelho”, contrário ao que Cristo ensinou, o qual elas haviam aprendido e no qual creram e tanto amaram [antes de descambar no erro doutrinário].
        O tempo de silenciar já passou há muito. A ameaça de Ananias e Safira já não pode mais ser usada para bestificar os verdadeiros crentes na cruz de Cristo. Mas a intimidação tão usada e abusada do “não toqueis nos meus ungidos” tem crescido ao extremo. Se o preço de falar a verdade for a condenação da nossa comunidade religiosa, que assim seja. A perda da influência, do status e do respeito significa uma ninharia quando comparada à glória de sofrer pelo nosso Senhor. As palavras que Cristo tem falado através das eras continuam tão fortes agora como eram, quando foram impressas pela primeira vez nas páginas da Bíblia: “Por que estais ociosos todo o dia?” (Mateus 20:6). Conhecer a verdade e não agir em favor da mesma é o mesmo que se tornar cúmplice do pecado.
         Muito mais tem sido patrocinado às assim chamadas “vozes proféticas” de hoje. Gritos de “paz, paz”, quando não há paz, ecoam nos corações vazios daqueles que anseiam pela reconfortante Palavra da Verdade, a qual não conseguem encontrar entre os vendilhões do Templo. O tilintar das moedas vai comprando o silêncio, à custa do engodo das multidões. Os legítimos profetas de Deus censuraram a heresia, com as suas palavras cortando a carunchosa madeira da falsa doutrina. Reis, sacerdotes e falsos profetas sentiram os golpes do machado. Os “ungidos do Senhor” (os verdadeiros profetas do VT) puderam tocar os outros “ungidos do Senhor” (Reis e sacerdotes) e também tocaram aqueles [falsos profetas] que haviam conseguido o respeito dos crentes com a sua fingida lealdade ao Senhor.
        Uma plenitude de passagens, tanto do Velho como do Novo Testamento, ensina como trazer luz ao que é falso, a fim de que a falsidade seja desmantelada. Efésios 5:11 diz: “E não vos comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as”. A escolha é nossa em obedecer, mesmo sofrendo as conseqüências, pois o resultado do erro doutrinário é a destruição da vida espiritual do povo de Deus, o qual é levado à prostituição espiritual. Efésios 5:11 não é uma sugestão ou desafio, mas uma ordem. Se obedecermos corretamente essa ordem, poderemos contar com a integridade e a coragem bíblica da próxima geração de cristãos.

Artigo “Naming the Names, a Biblical Approach”, de Kevin Reeves.
Traduzido por Mary Schultze
VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA