"Now the Spirit speaketh expressly, that in the latter times some shall depart from the faith, giving heed to seducing spirits, and doctrines of devils; Speaking lies in hypocrisy;having their conscience seared with a hot iron;"1 Timothy 4:1-2

quarta-feira, 21 de março de 2012

Quem são os ungidos de Deus?




        Uma palavra capciosa que tem circulado por aí nos últimos anos é “ungido”, a qual geralmente é usada junto com frases assim: “Estou sentindo a unção!” , “Ele/ela é ungido para pregar a Palavra”, ou então [“Sou um apóstolo/profeta ungido”] e outros termos igualmente melosos. Em geral, quando este termo é usado, ele quer dizer que uma “unção especial” está sendo derramada sobre determinadas pessoas. Ficamos sabendo que todos nós também podemos ter essa “unção especial”, se colocarmos em prática as verdades da Palavra de Deus, do mesmo modo como todos nós a temos recebido de Deus.
        Primeiro vamos dar uma olhada na palavra “ungido” e ver se realmente existe uma “unção especial”. No Velho Testamento, a palavra “ungido” significa aplicar óleo no corpo de alguém, simbolizando que Deus escolheu essa pessoa para o serviço do Senhor. Essa pessoa foi consagrada ao Senhor. A palavra “consagrado” significa ter sido separado à parte, provido com o poder de Deus para executar o Seu serviço especial. Também significa que essa pessoa foi declarada limpa, santa e pura. Embora o homem comum seja pecador, é Deus quem consagra e por isso está escrito no Salmo 105:15: “Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas”. Esses eram homens que, no contexto do Velho Testamento, Deus havia escolhido e consagrado para o Seu serviço. [Como vivemos no contexto do Novo Testamento, ou seja, no contexto gentílico, essa palavra mudou em sua significação].
        Hoje em dia o que não falta é encontramos profetas/apóstolos auto-nomeados usando este verso, num esforço de auto-exaltação, de pertencer a uma classe especial de “ungidos de Deus”, dizendo que ninguém ouse questionar o que eles estão ensinando [Mesmo porque em geral eles pregam o falso Evangelho, em vez do verdadeiro, e temem ser desafiados em suas falsidades]. Esta é uma posição muito perigosa para alguém nela se colocar, acreditando ter recebido uma unção especial, uma medida extra do Espírito Santo. O profeta Joel disse:“E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito” (Joel 2:29). Isso aconteceu no Dia de Pentecoste, conforme Atos 2:16-18,  e tem continuado até o dia de hoje. Deus derramou o Seu Espírito sobre toda a carne e todos os que recebem o Senhor Jesus Cristo em seus corações são batizados com o Espírito Santo e com fogo. (Mateus 3:11 e Marcos 1:8). Todos os que têm fé e são batizados em Cristo nascem de novo e se tornam novas criaturas.
        Sim, Deus nomeia e coloca membros diferentes em vários lugares no corpo eclesiástico, conforme o talento de cada indivíduo; mas em parte nenhuma da Bíblia existe a sugestão de uma “unção especial” ou de uma “medida extra do Espírito Santo”, a fim de selecionar alguns no Corpo de Cristo. Sempre existirão os que desejam sentir-se especiais ou superiores e os cristãos não estão isentos disso.   Este ensino apela à nossa natureza corrupta, à “soberba da vida” (1 João 2:16), contra a qual todos nós devemos lutar. Jesus nos ensina, em Filipenses 2:3: “... cada um considere os outros superiores a si mesmo”.
         No Velho Testamento os sacerdotes e profetas ungidos eram os representantes temporários de Deus, provendo perdão aos pecados do povo, até o tempo em que o Sumo Sacerdote Jesus viesse, a fim de prover, sobre a cruz, o perdão definitivo de nossos pecados. Os sacerdotes e profetas eram declarados limpos, santos e puros.  Do mesmo modo, todos os que estão Nele também são declarados limpos, santos e puros, pois Deus nos ensina isso em Romanos 4:2-8, com ênfase no verso 5: “Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça”. Filipenses 3:9: “E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé”;  Hebreus 9:12: “Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção”; Marcos 1:40-41: “E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo.”; Atos 10:15: “... Não faças tu comum ao que Deus purificou”.
         Nesse caso, quem são hoje em dia os ungidos? 1 João 2;27: “E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis”; 2 Coríntios 1:21: “Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus...”  “Não toqueis os meus ungidos” significa, portanto, não tocar em todos aqueles que receberam Jesus Cristo em seus corações. Isso deveria servir de advertência a todos os que pervertem a Palavra de Deus, a fim de alimentar o seu orgulho, querendo colocar-se acima dos ungidos de Deus, [Muitos homens auto-nomeados apóstolos/profetas são] os que, ironicamente, se apropriam desta frase, com mais freqüência, querendo intimidar o  povo de Deus.
Contudo, muitos homens sinceros que pregam a Palavra de Deus jamais seriam tão ousados a ponto de se declararem ungidos/infalíveis, sendo humildes bastante para entender a depravação humana.
        Observem como Deus é maravilhoso, quando declara que todos os nossos pecados são lavados no sangue do Cordeiro e que todos nós somos iguais diante dEle. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28).

“Who Are God’s Anointed?” - Open Arms International Ministries (OAIM)
Traduzido e comentado por Mary Schultze


VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA
 





terça-feira, 20 de março de 2012

"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé"

 


Graça

Em Gênesis 14:13-24, Abraão retorna do resgate dos habitantes de Sodoma e o rei da cidade, agradecido, diz-lhe: "Dá-me as pessoas, e os bens ficarão contigo" (21). Mas Abraão replica: "... nada tomarei de tudo o que te pertence, nem um fio, nem uma correia de sandália, para que não digas: Eu enriqueci Abraão" (23). Fazendo isso, Abraão faz saber que ele não será devedor ao rei de Sodoma. Sua ação para recuperar os bens e as pessoas não foi para ganhar uma recompensa, ou porque devesse alguma coisa ao rei de Sodoma.
A mesma atitude é vista no tratamento de Deus conosco e é demonstrada em seu tratamento com Israel. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9).
"...pela graça sois salvos mediante a fé..."
A sabedoria do mundo nos diz que simplesmente temos que crer ("mediante a fé") e que Deus nos salva ("pela graça"). Contudo, uma comparação deste versículo com exemplos do Velho Testamento mostra a verdadeira mensagem que Paulo está reapresentando.
"... e isto não vem de vós ...
Quando os israelitas estavam quase entrando na terra prometida, tirando os povos dali , Moisés lhes disse "Quando, pois, o SENHOR, teu Deus, os tiver lançado de diante de ti, não digas no teu coração: Por causa da minha justiça é que o SENHOR me trouxe a esta terra para a possuir..." (Deuteronômio 9:4). Aos israelitas foi dito que tirassem da cabeça que estavam recebendo a terra prometida porque eram bons! Do mesmo modo, nossa salvação não é por sermos tão justos por nós mesmos que, de algum modo, a mereçamos.
"... é dom de Deus ..."
Em Josué 6:2, Deus diz a Josué, "Olha, entreguei na tua mão a Jericó, ao seu rei e aos seus valentes." Jericó era um dom. Foi dito aos israelitas que marchassem em volta da cidade durante seis dias e sete vezes no sétimo dia. Esta era uma exigência para que recebessem o dom. Mas ainda que a obediência deles fosse exigida para a tomada da cidade, de modo nenhum significava que eles mereciam a cidade. Nossa salvação tem algumas exigências ligadas a ela (Marcos 16:16; Romanos 10:9; Atos 2:38), mas isso não significa que a mereçamos. Andar em volta de uma cidade treze vezes não valia a destruição de um muro que levara anos para ser construído. Nem os nossos atos são dignos da salvação que recebemos, a recompensa excede de muito o esforço.
"... não de obras..."
Quando Gideão atacou os midianitas, ele tinha 32.000 homens que responderam ao seu chamado (Juízes 7:3). Mas Deus disse que eram demais "Israel poderia se vangloriar contra mim, dizendo: A minha própria mão me livrou" (Juízes 7:2). Mais uma vez Deus se certificou de que eles entendessem que não era o que tinham feito que os salvara. Poderia se perguntar, então, por que Deus mandou 300 homens para destruir Midiã? Não poderia tê-lo destruído simplesmente sem quaisquer israelitas estarem envolvidos? A resposta é que Deus lhes estava ensinando uma lição que, enquanto houvesse coisas que eles tinham que fazer, a recompensa de Deus estava muito além dos seus esforços ou capacidade.
" para que ninguém se glorie ..."
O profeta Isaías pronunciou a condenação contra o rei da Assíria, que se gabara: "Com o poder da minha mão, fiz isto" (Isaías 10:13). Assim como Abraão declinou de dar ao rei de Sodoma um motivo para se gabar (Gênesis 14:23), Deus não nos dá oportunidade para nos gabarmos. Nossa salvação é totalmente dependente de sua misericórdia. Não há nada de justo ou maravilhoso em nossas próprias obras que possamos apontar para elas e reivindicar salvação. Não temos direito de nos gabar. O que temos merecido é morte (Romanos 3:23; 6:23), mas Deus, pela sua graça, nos dá uma saída.
Efésios 2:8-9 é usado freqüentemente pelo mundo para negar a necessidade do batismo e "provar" que somos salvos pela fé, somente. Contudo, como foi visto acima, estes versículos falam de nossa salvação do mesmo modo pelo qual Deus lidou com os israelitas. Suas vitórias eram um dom de Deus, mas em cada caso eles tiveram que fazer alguma coisa para receber o dom. Eles foram lembrados, também, que desde que era um dom de Deus, eles não tinham razão para se gabarem.
Outro versículo freqüentemente invocado em apoio de tal doutrina é Tito 3:5: "... não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou". Aqui Paulo apresenta a Tito a mesma mensagem que aos Efésios. Tito 3:5 é parte de uma sentença composta partida no lugar errado. O pensamento realmente começa no versículo 4: "Quando porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós..." Compare com Deuteronômio 9:4-5. Então, Paulo continua".. mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo".
Mais uma vez, Deus se assegura de que nós entendemos que ele não é nosso devedor. Quando Deus deu aos israelitas a terra prometida, e lhes deu Jericó, e entregou os midianitas em suas mãos, os israelitas tiveram que fazer alguma coisa em cada caso. Contudo, nos é dito que isto foi feito pela fé (Hebreus 11:30). Somos salvos por sua misericórdia, mas ainda nos é exigido fazer alguma coisa para termos acesso a essa misericórdia.
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Autor : Philip Chumbley


Via: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

segunda-feira, 19 de março de 2012

Record desmascara Valdemiro Santiago!

 
Em uma reportagem bombástica a riqueza de Valdemiro Santiago tem a sua origem traçada diretamente ao dinheiro do dízimo dos  fiéis da Mundial. Enquanto isto, os templos da "igreja" não pagam aluguéis.

Você já assistiu isto antes: Edir Macedo, Terra Nova,  Estevão Hernandes... A história é sempre a mesma. O seu dinheiro para Deus fica nas mãos dos "seus" atravessadores...  E o seu milagre também! 


Valdemiro já é bilionário, quando fica doente não entra no suadouro de um templo quente com radiografia nas mãos e nem esfrega toalhinha ungida na ferida - Ele se trata no hospital mais caro do país! E vai lá de helicóptero! 

E o mais cômico é que ele imita o seu mestre Edir Macedo em tudo e agora seu mestre o denuncia pelo crime mais grave que um picareta pode cometer contra outro: O ladrãozinho fica ambicioso e rouba o golpe do chefe e vira concorrente!  Deus está nesta história? 

ASSISTA  NA INTEGRA.


VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA




sexta-feira, 16 de março de 2012

What Jesus Said About Hell

 
Matthew 10:28 Jesus Said:  And do not fear those who kill the body but cannot kill the soul. But rather fear Him who is able to destroy both soul and body in hell.
For more than 35 years I witnessed to my father about Jesus Christ. For 35 years my Dad refused to listen to me, consistently rejecting Jesus.
In 2007 my father sent me a letter informing me that the doctors had not given him long to live and that he would not be long for this world. I sat in the stunning reality that my dad may not make it to heaven, despite my many efforts.
In the final few months of my dad’s life, his heart changed. As he began to contemplate the reality of eternity, his own sin, and the uncertainty of what was ahead for him at the moment of death, my dad wanted to talk to me. He wanted a pastor to visit him. Dad didn’t tell me exactly why, but there were indications that he wanted to confess his sins and receive eternal life. I told my father that I could help him in that area as I had been a pastor for many years and had led many people to Jesus for the forgiveness of their sins. He explained that he was too ashamed of the things he had done to tell his own son, pastor or not.
In the final week of his life, dad was taken to a hospice where he lay unable to speak or respond in a normal fashion. I sat by his bed and read the Bible to him, prayed with him as I held his hand, and recited the sinner’s prayer on several occasions. I understood that although dad could not speak or open his eyes, I knew that he could hear me and that the spirit within him was able to respond. I believe that my father did respond to Jesus Christ and received the forgiveness of his sins and eternal life.
Dad was afraid of death and hell, and rightly so. Jesus said as much about hell as He did about heaven. When Jesus spoke of hell, He referred to it as a place of torment, eternal fire, deep regret, and conscious awareness by those who were assigned there. Jesus spoke of how easy it was for any person to find themselves in this place of torment. In Matthew 5:22, Jesus said that if a person was simply angry with another person, they were in danger of hell.
Matthew 5:22 But I say to you that whoever is angry with his brother without a cause shall be in danger of the judgment. And whoever says to his brother, “Raca!” shall be in danger of the council. But whoever says, “You fool!” shall be in danger of hell fire.
The reason that a person can find themselves in hell for simply being angry is that the destination of all human beings is hell. We are born into this world as sinners, separated from God and have no hope of eternal life. The purpose of Jesus coming to the earth and taking the body of a man, was to die for the sins of all men and give us the opportunity to have eternal life.
The Bible describes the fact that there is only one way of escape from hell and eternal separation from God: The Cross of Jesus Christ. Whether a person chooses to believe that truth or not, determines whether their final destination is; heaven or hell. Like it or not, hell is for real, and unless all of us repent of our sins and turn to Jesus Christ, we will never see heaven.
The new book out by Rob Bell called “Love Wins”, paints God as so loving and merciful that He could not possibly send anyone to hell. What pastor Bell has neglected to include in his thought process and understanding of God, is the fact that God is just as much a God of Justice as He is a God of Love.
Sin is an offense to God and He promised that “The soul that sins, will die eternally”. The promise to Adam was that on the day that he sinned against God and ate from the tree of the knowledge of good and evil, he would die.
Ezekiel 18:4 “Behold, all souls are Mine; The soul of the father As well as the soul of the son is Mine; The soul who sins shall die.
Genesis 2:17 but of the tree of the knowledge of good and evil you shall not eat, for in the day that you eat of it you shall surely die.”
Some scholars have estimated that the number of angels that God created, numbers upward of 10 to the 25th power. That number comes from the reference in the Bible to the number of stars being as many as the grains of sand on the earth. A code name for the angels that is often used is “Stars”.
Genesis 22:17 blessing I will bless you, and multiplying I will multiply your descendants as the stars of the heaven and as the sand which is on the seashore
Job 38:7 When the morning stars sang together, And all the sons of God shouted for joy?
Revelation 1:20 The mystery of the seven stars which you saw in My right hand, and the seven golden lampstands: The seven stars are the angels of the seven churches
Scientists have concluded that the number of grains of sand on the earth is approximately 10 to the 25th power. If this conclusion is correct, it gives us insight into the number of angels that God originally created before He created man. This would mean that the number of fallen angels who took Lucifer’s part when he fell and became satan, would number immensely more fall angels than there has been human being created on the earth.
Did you know that when the angels fell that there was no plan of salvation offered to them by God? All of these fallen angels, along with satan, will be assigned to the fires of hell forever.
2 Peter 2:4 For if God did not spare the angels who sinned, but cast them down to hell and delivered them into chains of darkness, to be reserved for judgment
If God did not spare this great heavenly lot who number more than the number of human beings, why would anyone suppose that God would spare any human being from the fires of hell if they do not repent?
God demonstrated His love towards us by giving all men the opportunity to avoid hell and eternal separation from God. He did so by the giving of His Son Jesus Christ who bore all the sins of the whole world when He die on the Roman Cross.
Romans 5:8 But God demonstrates His own love toward us, in that while we were still sinners, Christ died for us.
1 John 2:2 And Jesus Himself is the propitiation for our sins, and not for ours only but also for the whole world.
John 3:16 For God so loved the world that He gave His only begotten Son, that whoever believes in Him should not perish but have everlasting life.
God also loves the angels, but one-third of them will spend eternity in hell. One of God’s eternal attributes is that He is a just God who will punish all sin. God punished all of man’s sin in the person of His Son Jesus Christ. When anyone takes Jesus as their Lord and Savior, their sins are done away with and there no longer remains any wrath for their sins from God, towards the person who receives Jesus Christ.
God destroyed all those who lived on the earth at the time of Noah, except Noah and his family.
2 Peter 2:5 and did not spare the ancient world, but saved Noah, one of eight people, a preacher of righteousness, bringing in the flood on the world of the ungodly;
Mathematicians have estimated that at the time of the flood, taking into account the lifespan at that time of more than 900 years, the number of children they could bear, and the generations that had lived on the earth since the creation of Adam, that there conservatively could have been more than 6 billion people living on the earth. 6 billion people who refused to repent of their sin and come to God for salvation, died and descended into hell.
A person has the choice to either believe the testimony of the Bible, or reject it. That is the privilege that God has given to every person. What we choose to believe or reject, determines our eternal destiny. God has placed the choice for that destiny squarely in our own hands. If a person misses heaven and ends up in hell, they will have no one to blame but their self.
I have read several articles and visited a few websites in which a person who openly declares their self to be a homosexual, also claims to be a Christian.
This is an impossibility.
The act of becoming a Christian is the taking of Jesus Christ as Lord and Savior. The process of receiving Jesus as Lord and Savior can only happen where there has first been repentance for the sins of that person and a turning away from those sins. The Bible clearly defines sodomy as a sin, in the same category as murder, lust, lying, stealing or any other sin. Sodomy is no less, nor greater sin than any other, but it is sin and punishable by eternal death.
The Bible has several demonstrations of the condemnation of sodomy, with graphic illustrations of entire cites that were destroyed because of the sin of sodomy.
2Peter 2:6 and turning the cities of Sodom and Gomorrah into ashes, condemned them to destruction, making them an example to those who afterward would live ungodly
Paul began the Book of Romans by making an example of those who have chosen the gay lifestyle as being the object of God’s wrath and judgment for their sin:
Romans 1:26-27 For this reason God gave them up to vile passions. For even their women exchanged the natural use for what is against nature. Likewise also the men, leaving the natural use of the woman, burned in their lust for one another, men with men committing what is shameful, and receiving in themselves the penalty of their error which was due.
This is no surprise to us for the old testament clearly defines sodomy, or lesbianism as an “Abomination to God”.
Leviticus 18:22 You shall not lie with a male as with a woman. It is an abomination.
It is a sign of the last days that certain groups of people have re-classified their sin as no longer a sin. The lifestyles of the homosexual and the lesbian has become accepted by a greater number of society. Websites have been created to inform the gay person that God loves them and will accept them in their gay lifestyle as a Christian.
No person can receive eternal life and the forgiveness of their sins, unless they turn away from those sins and then receive Jesus Christ.
When Jesus spoke of hell, He did so with graphic illustration:
Luke 16:19-31 “There was a certain rich man who was clothed in purple and fine linen and fared sumptuously every day. But there was a certain beggar named Lazarus, full of sores, who was laid at his gate, desiring to be fed with the crumbs which fell from the rich man’s table. Moreover the dogs came and licked his sores. So it was that the beggar died, and was carried by the angels to Abraham’s bosom. The rich man also died and was buried. And being in torments in Hades, he lifted up his eyes and saw Abraham afar off, and Lazarus in his bosom. Then he cried and said, ‘Father Abraham, have mercy on me, and send Lazarus that he may dip the tip of his finger in water and cool my tongue; for I am tormented in this flame.’ But Abraham said, ‘Son, remember that in your lifetime you received your good things, and likewise Lazarus evil things; but now he is comforted and you are tormented. And besides all this, between us and you there is a great gulf fixed, so that those who want to pass from here to you cannot, nor can those from there pass to us.’ Then he said, ‘I beg you therefore, father, that you would send him to my father’s house, for I have five brothers, that he may testify to them, lest they also come to this place of torment.’ Abraham said to him, ‘They have Moses and the prophets; let them hear them.’ And he said, ‘No, father Abraham; but if one goes to them from the dead, they will repent.’ But he said to him, ‘If they do not hear Moses and the prophets, neither will they be persuaded though one rise from the dead.’ 
Jesus describes those who are in hell as being alive, conscious, aware of the fact that they are in a permanent place of judgment, with no hope of ever being relieved of their suffering.
The person who finds their self in hell will feel eternal remorse, eternal regret for their decision to reject Jesus Christ. They will desire that they could go back to the earth and warn their families that hell is a real place and the consequences of rejection Jesus will place them in this horrible torment.
Jesus said that we have the words of Moses and the Prophets, the words of the Bible, that is sufficient to inform us of what God requires. Jesus goes on to point out that even if someone should return from hell and tell the world that hell is real, they will still not believe.
Jesus returned from hell and told us that it is real, yet the majority of people on the earth today refuse to believe and continue in their unbelief.
Some have asked how a God of love could assign a human being to eternal punishment.
The reward for obedience to God’s command to repent and receive Jesus Christ is Eternal life. The punishment for rejection of God’s command to repent and receive Jesus Christ, is Eternal Punishment. The results for both decisions being equal, God told us ahead of time, the choice is ours.
Since the death of Osama Bin Laden, there have been several articles published that have asked the question of whether the architect of terrorism is in hell. Of course the answer to that question can only be answered by God. No one knows what occurs in the final moment of a person’s life. If any person repents of their sin and turns to Jesus Christ, they will be saved.
The thief on the cross next to Jesus was there because he had led a life of sin and was being punished for his sins. Yet as he heard the words of Jesus who was on the cross next to him, and saw Jesus, he believed in Him and asked Jesus to simply “Remember me when you come into your kingdom”
Luke 23:42 Then he said to Jesus, “Lord, remember me when You come into Your kingdom.”
That simple statement was sufficient for Jesus to proclaim to the thief that “Today you will be with me in paradise”.
Luke 23:43 And Jesus said to him, “Assuredly, I say to you, today you will be with Me in Paradise.”
How simple God has made it for anyone to be saved and miss the fires of hell. If we will only repent of our sins in sincerity and receive Jesus Christ as our Lord and Savior, God will forgive us and grant us eternal life. What a great and merciful God we have who has demonstrated His justice in punishing our sins in His own Son, and demonstrated clearly His love by allowing us the privilege of obtaining eternal life when we believe Him and obey what He has said.
Rob Robinson
 Route: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA



quinta-feira, 15 de março de 2012

“Os perversos serão lançados no inferno Salmo 9:17



 


O inferno existe! É uma verdade clara na Bíblia.

Para nós cristãos, inferno é um lugar e estado de castigo em que os perdidos (morreram na prática contumaz do pecado) estão eternamente separados de Deus.
A Bíblia o descreve como um lugar terrível, de tormento e onde estarão por toda a eternidade todos aqueles que não observaram os preceitos (descritos na Bíblia) do Senhor para suas vidas.
Definir com clareza como é o inferno é muito difícil. Os muitos textos que tratam do assunto, geralmente usam a linguagem figurada que nos leva a vê-lo fisicamente como lugar de: chamas, castigo, fogo etc. Portanto, a possibilidade do inferno não ser um lugar na dimensão espiritual é muito grande, sim, um estado de sofrimento eterno.

A Bíblia afirma também que na volta do Mestre Jesus todos serão ressuscitados. Os justos para a Glória e os injustos para o castigo eterno (Inferno). Veja:

"Jesus terminou, dizendo: —Quando o Filho do Homem vier como Rei, com todos os anjos, ele se sentará no seu trono real. Todos os povos da terra se reunirão diante dele, e ele separará as pessoas umas das outras, assim como o pastor separa as ovelhas das cabras. Ele porá os bons à sua direita e os outros, à esquerda. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: “Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar.” —Então os bons perguntarão: “Senhor, quando foi que o vimos com fome e lhe demos comida ou com sede e lhe demos água? Quando foi que vimos o senhor como estrangeiro e o recebemos na nossa casa ou sem roupa e o vestimos? Quando foi que vimos o senhor doente ou na cadeia e fomos visitá-lo?” —Aí o Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim que fizeram.” —Depois ele dirá aos que estiverem à sua esquerda: “Afastem-se de mim, vocês que estão debaixo da maldição de Deus! Vão para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos! Pois eu estava com fome, e vocês não me deram comida; estava com sede, e não me deram água. Era estrangeiro, e não me receberam na sua casa; estava sem roupa, e não me vestiram. Estava doente e na cadeia, e vocês não cuidaram de mim.” —Então eles perguntarão: “Senhor, quando foi que vimos o senhor com fome, ou com sede, ou como estrangeiro, ou sem roupa, ou doente, ou na cadeia e não o ajudamos?” —O Rei responderá: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: todas as vezes que vocês deixaram de ajudar uma destas pessoas mais humildes, foi a mim que deixaram de ajudar.” E Jesus terminou assim: —Portanto, estes irão para o castigo eterno, mas os bons irão para a vida eterna." Mt 25.31-46

A existência do Inferno é incontestável!
O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, sim, pelo prazer e satisfação de honrar e glorificar ao Senhor Deus.

Na Bíblia as palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno.
O Inferno é descrito como:

a) Castigo eterno: 
"E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna." Mt 25.46
b) Fogo eterno: "Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." Mt 25.41
c) Chamas eternas e Fogo devorado: "Os pecadores em Sião se assombram, o tremor se apodera dos ímpios; e eles perguntam: Quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?" Is 33.14
d) Fornalha acesa: "Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes... Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes." Mt 13.41,42,49,50
e) Lago de fogo: "E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo." Ap 20.15
f) Fogo e enxofre: "Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro." Ap 14.9,10
g) Fogo que não apaga: "A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível." Mt 3.12
h) Lugar de punição: "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;" 2Pe 2.4
i) Lugar de tormento: "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23
Veja mais:
a) 
"Porque um fogo se acendeu no meu furor e arderá até ao mais profundo do inferno, consumirá a terra e suas messes e abrasará os fundamentos dos montes."Dt 32.22
b) "Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus." Sl 9.17
e) "Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno." Pv 5.5
f) "Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno." Pv 9.18
g) "O inferno e o abismo nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem." Pv 27.20;
h) "Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno." Pv 23.14
i) "Eu os remirei do poder do inferno e os resgatarei da morte; onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição? Meus olhos não vêem em mim arrependimento algum." Os 13.14
j) "Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo... Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno." Mt 5.22,29;
k) "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo." Mt 10.28;
l) "Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje." Mt 11.23;
m) "Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela." Mt 16.18;
n) "Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo." Mt 18.9;
o) "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!... Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?" Mt 23.15;33
p) "Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno." Lc 10.15;
q) "Eu, porém, vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno. Sim, digo-vos, a esse deveis temer." Lc 12.5;
r) "No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio." Lc 16.23
s) "Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno." Tg 3.6
t) "Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo." 2Pe 2.4
u) "e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno." Ap 1.18; e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno.
v) "E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra." Ap 6.8;
w) "Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo." Ap 20.14
Amados, a nossa preocupação não deve repousar sobre a realidade da existência do Inferno e do sofrimento reservado a este lugar; mas, no desejo de servir ao Eterno com todas as nossas forças, com todo o nosso coração e deixar-nos envolver pelo Espírito Santo, desta forma, seremos instrumentos úteis na proclamação da mensagem de salvação e conseqüente livramento de muitas almas castigo eterno 

Elias R. de Oliveira


VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

Disciplina, como negociar o negociável

 



Disciplina é uma palavra fora de moda no mundo pós moderno. Predomina hoje a liberdade sem fronteiras. A pós-modernidade, sustentada pelo tripé da pluralização, privatização e secularização, ensina que não existe um padrão de conduta absoluto e que cada um deve escolher o seu modo de viver sem ter que dar satisfação de suas escolhas. A disciplia seria uma agressão à individualidade, uma intromissão ao mundo particular, indevassável e não compartilhado. A lei básica que prevalece hoje é: faça o que lhe dá prazer, o que é importante é você se sentir bem. É proibido proibir. Cada um deve escolher o que melhor lhe agrada sem a interferência de quem quer que seja. Se não existem limites claros sobre o que é certo e errado; se não existem valores absolutos; se tudo é relativo, então, a disciplina deve ser aposentada como um expediente arcaico para o tempo pós-moderno.
O resultado dessa cosmovisão é a anarquia, a licenciosidade e a confusão moral. A sociedade moderna está falida moralmente. A família está como um barco à deriva num mar tempestuoso. Os pais estão perdidos, perplexos e confusos vendo a família naufragar. Os filhos, sem parâmetros e balizas orientadoras de disciplina, estão se rendendo à uma licenciosidade perigosa, capitulando-se à devassidão. Choramos as consequências, mas não diagnosticamos as causas. Combatemos os resultados da crise, mas não lutamos contra as causas geradoras da crise. Não enxergamos com clareza os princípios que estão por trás das ações. A questão básica é que não apenas a verdade é atacada, mas os pressupostos da verdade foram abalados. Emanuel Kant, no seu livro A crítica da razão pura questionou a verdade antitética, afirmando que não há verdade absoluta. Kierkegaard, o pai do existencialismo moderno afirmou que a verdade é subjetiva. Hegel, o filósofo ditador da Alemanha, com sua dialética, disse que tudo é relativo. Se assim é, não há espaço para se crer em Deus nem muito menos na sua Palavra. John Locke afirmou que o homem é produto do meio, negando assim, a inclinação para o mal que está dentro do nosso coração. Jean Jacques Rousseau, dizia que o homem é bom por natureza, por isso não há necessidade de correção. Charles Darwin, negava a verdade de que o homem foi criado por Deus e que só os mais fortes e espertos sobreviveriam. Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, pontuava que a repressão é o gênese de todas as neuroses, por isso a disciplina está na contra-mão da vida saudável. Augusto Comte, o pai do Positivismo, dizia que a sociedade perfeita viria com a educação das massas. O homem não precisa de Deus, precisa de educação. Ora, todos esses afluentes filosóficos desaguaram no mar da confusão e da libertinagem. Temos uma socieade confusa, perdida moralmente, atolada no pântano de seus muitos prazeres, mas destruída pelas drogas deletérias, pelos vícios degradantes, pela sexualidade desregrada e sem freios.
Mais do que nunca a bandeira da verdade de Deus deve ser levantada. A falta de disciplina traz corrupção. Onde não há limites, onde não há lei, o povo se degrada. Por isso, a disciplina se faz necessária, porque todos nós temos uma inclinação para o mal. Temos a semente do pecado dentro de nós. A estultícia está ligada ao coração da criança. A falta de disciplina traz vergonha e desgraça. A disciplina deve ser preventiva e interventiva. Deve ser firme e amorosa. Deve ser clara e justa. Deve ser bíblica em sua essência para buscar sempre a correção e a restauração do faltoso. Assim, entendemos que disciplina não é nem repressão patológica nem castigo, mas um ato de amor.
A questão básica é saber distinguir o que é inegociável e o que é negociável. Muitos pais engolem um camelo e coam um mosquito. Brigam por coisas banais e toleram aberrações. Já no quinto século, Agostinho dizia que um pai deve educar um filho vinte anos antes dele nascer. Primeiro, devemos ser disciplinados para depois exercermos com coerência e consistência a disciplina bíblica. O que podemos tolerar? Onde podemos fazer concessão? Os pais jamais devem abrir mão de valores absolutos da Palavra de Deus. Há coisas que são supra culturais, são princípios eternos de Deus em qualquer tempo e em qualquer lugar. Pecado é pecado em qualquer tempo, em qualquer cultura. Transigir com esses princípios, aceitar o que Deus proíbe, aplaudir o que Deus abomina, amar o que Deus rejeita é insensatez. Por outro lado, há o risco de super valorizar o que Deus não proíbe. Muitos pais caem nesse extremo do legalismo, do farisaísmo, impondo sobre os filhos regras e mais regras, fardos e mais fardos, oprimindo suas vidas com mandamentos de homens, com hábitos e costumes que não possuem nenhuma fundamentação na Palavra de Deus. Essa atitude repressiva e opressora produz uma geração doente emocionalmente e fraca espiritualmente.
Não existe nenhuma cultura sagrada e pura. Todas elas estão contaminadas pelo vírus do pecado. Não é a cultura que determina o que é santo e profano, o que é certo e errado, mas a Palavra de Deus. Seremos julgados não segundo os preceitos e regras da nossa cultura, mas segundo o escrutínio da Palavra de Deus. Os fariseus eram legalistas, davam mais valor a preceitos de homens do que aos princípios das Escrituras. Viviam mais preocudos com a aparência diante dos homens do que com a piedade diante de Deus. Estavam mais interessados em arrancar aplausos dos homens do que receber a aprovação de Deus. Negociavam o inegociável e eram intransigentes com o negociável. Por fora, eram lindos; por dentro, podres. Há muitos pais que não sabem distinguir o que é essencial e o que é secundário. Não sabem dialogar, não sabem ceder, não sabem fazer concessões naquilo que é negociável. Mantém suas regras e perdem seus filhos. Deixam intactos seus preceitos e arrebentam com a família. Mais do que nunca os pais precisam estar perto dos filhos, precisam ser amigos dos filhos. As pressões que os filhos enfrentam hoje são descomunais. As armadilhas são mortíferas. A sedução do prazer é avassaladora. Se o lar não for um quartel general, um lugar de refúgio, um abrigo contra o temporal, os jovens não resistirão. Os pais precisam investir nos filhos, gastar tempo com os filhos. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Os filhos não precisam tanto de conforto, mas de amor. Precisam não de presentes, mas de presença. Precisam não de censura, mas de compreensão e disciplina amorosa.
A águia tem muito para nos ensinar sobre a disciplina dos filhos. Ela, como pedagoga de Deus, nos dá vários princípios fundamentais, dignos de ser observodos:
1. Coloca o ninho dos seus filhos longe dos predadores – A águia não constrói o ninho dos seus filhos perto dos predadores. Ela busca os lugares altaneiros para ali colocar o ninho dos filhos. Muitos pais perdem os filhos, porque colocam o ninho deles perto de feras perigosas. Como Ló, armam suas tendas para as bandas de Sodoma e Gomorra. Davi, mesmo sendo o homem segundo o coração de Deus, mesmo tendo vencido um urso, matado um leão, derrotado um gigante, conquistado um reino, acumulado riquezas, e se tornado um homem de sucesso e fama internacional, perdeu os seus filhos dentro de casa. No ninho do rei havia uma víbora peçonhenta, chamado Jonadabe, que deu um conselho maligno para Amnom. Ele violentou a sua própria irmã. Mais tarde Absalão matou Amnon, conspirou contra o seu pai e foi morto. Salomão, quando assumiu o reinado, matou seu irmão Adonias. Houve estupro, assassinato, conspiração, derramamento de sangue na casa de um homem de Deus, porque ele construiu o ninho de seus filhos perto dos predadores. Pai e Mãe, onde vocês estão contruindo o ninho dos seus filhos? Onde estão os seus filhos? Quem são os conselheiros de seus filhos? Quem frequenta a sua casa com os seus filhos?
2. A águia ensina os seus filhos pelo exemplo – Muitos pais fracassam na disciplina dos filhos, porque ensinam uma coisa e praticam outra. Os filhos não vêem coerência na vida dos pais. Quando o filhote da águia está na hora de sair do ninho, ela começa a voejar sobre o ninho, mostrando-lhe a necessidade de sair para as aventuras da vida. A Bíblia diz que os pais devem ensinar a criança não o caminho em que ela quer andar, nem mesmo o camino em que ela deve andar, mas no caminho em que ela deve andar. Ensinar o caminho é algo teórico, ensinar no caminho é uma lição de vida.
3. A águia aplica disciplina adequada aos filhos na hora certa – Quando o filhote da águia não obedece o comando para voar, e mesmo diante do exemplo se nega a sair do ninho, ela então, remove toda a penugem do ninho e deixa apenas os espinhos e ferpas pontiagudas para acicatar o filhote. Tem hora que a única linguagem que os filhos entendem é a voz da disciplina. Há muitos pais que estragam seus filhos, hiper-protegendo-os. A disciplina é ato de amor. Ela visa o amadurecimento do filho. Ela produz fruto de justiça.
4. A águia vai às últimas consequências para disciplinar e discipular os filhos – Quando o filhote se recusar até mesmo a atender o expediente da disciplina, a águia toma uma medida radical. Ela pega o filhote do ninho com as suas possantes garras e arroja-o das alturas para o chão. Ele que nunca voou sozinho, cai de ponta cabeça, desesperado; e ela deixa. Quando o filhote está para espatifar-se ao chão, ela o toma novamente e o leva de volta para as alturas e novamente o arroja de lá. E faz isso, duas, cinco, dez vezes, até que o filhote aprende a voar sozinho. A lei da águia é: meu filho tem que ser meu discípulo. A águia não desiste do filho. Precisamos aprender essa lição: Não podemos abrir mão dos nossos filhos. Eles são filhos da promessa. Eles são herança de Deus. Não geramos filhos para a morte, não geramos filhos para povoar o inferno. Nossos filhos são presente de Deus. Devemos amá-los, discipliná-los, orar com eles, por eles, chorar por eles e jamais abrir mão deles, até que Deus os restabeleça e faça deles uma bênção, uma coroa de glória na sua mão!
Rev. Hernandes Dias Lopes.
VIA: PASTOR JOÃONOGUEIRA DE LIMA

terça-feira, 13 de março de 2012

O DOGMA DA INFALIBILIDADE PASTORAL



O DOGMA DA “INFALIBILIDADE PASTORAL
Infelizmente muita superstição tem invadido as igrejas evangélicas, e “enfeitiçando” muitos irmãos em cristo, um após o outro, tem sido levado para a cova da apostasia.
O que ocorre é que alguns já não têm mais apenas "O Livro do Senhor" (Is 34:16), á Bíblia, como única regra de fé e prática e, assim, crêem em qualquer novidade que lhe são trazido.
Se o modismo vier então da parte de um "pastor" (com "p" minúsculo), nem se fala! Aceitam qualquer afirmação pastoral sem passar pelo crivo das Sagradas Escrituras, considerando tais “pastores” como os donos da opinião final, seguindo-os em suas falsas doutrinas.
Porém, este fato não deveria nos pegar de surpresa, pois a Bíblia já nos alerta quanto a isto: “Porque virá tempo [e já veio] em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências” (2 Tm 4:3). [ênfase minha]
Os pastores, que tanto copiam as últimas novidades da “moda das heresias”, agora, ao que parece, adotaram o Dogma da "InfalibilidadePastoral", tal qual ocorre com a herética Igreja Romana, que tem seu famoso Dogma da “Infalibilidade Papal”.
E por falar nisso, façamos uma pausa para entendermos o tal dogma dessa falsa religião chamada Catolicismo Romano:
A infalibilidade papal, na teologia católica, consiste no dogma que afirma que o Papa, quando delibera solenemente algo em matéria de fé ou moral, ex cathedra (ou seja, oficialmente e como pastor da Igreja Universal), está sempre correto.
Este dogma foi explicitado na Constituição Dogmática Pastor Aeternus, sobre o primado e infalibilidade do Papa, promulgada pelo Concílio Vaticano I. O dogma é restrito às questões relativas à fé e a moral (costumes). A Constituição foi promulgada na Quarta Sessão do Concílio, em 18 de julho de 1870, pelo Papa Pio IX. A parte dispositiva do documento tem o seguinte teor:
O Romano Pontífice, quando fala "ex cathedra", isto é, quando no exercício de seu ofício de pastor e mestre de todos os cristãos, em virtude de sua suprema autoridade apostólica, define uma doutrina de fé ou costumes que deve ser sustentada por toda a Igreja, possui, pela assistência divina que lhe foi prometida no bem-aventurado Pedro, aquela infalibilidade da qual o divino Redentor quis que gozasse a sua Igreja na definição da doutrina de fé e costumes. Por isto, ditas definições do Romano Pontífice são em si mesmas, e não pelo consentimento da Igreja, irreformáveis”.
Temos notado que alguns pastores, estão se achando os “donos da verdade” e “infalíveis”! Afinal, como eles mesmos fazem questão de alertar aos incautos, eles são “homens de Deus” e, portanto, ai de quem tiver coragem de tocar nos “ungidos do Senhor”, atrevendo-se a contestá-los!
Muitos “pastores” parece não temer a "Espada de dois gumes" (Ef 6:17; Hb 4:12), e passam por cima dela. São verdadeiros rolos compressores. E o que é pior: fazem “malabarismos teológicos”, acréscimos e subtrações da bíblia (Dt 4:12; 12:32; Pv 30:6; Ap 22:18-19) e, se necessário for, passam por cima até dos crentes que se opuserem às suas falácias.
Muitos “pastores” desse tipo, para se prevenirem quanto a possíveis contestações e ataques por causa de seus maus comportamentos, ou de suas falsidades, buscam apoio em textos da Bíblia, totalmente fora do contexto (usando passagens relativas a Israel, como se fossem para a igreja), tais como: “Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas” (Sl 105:15) e procuram, dissimuladamente, incutir tais conceitos na mente do povo, para garantir outros defensores de sua condição de “ungidos do Senhor”.
Porém, vejamos quem eram os verdadeiros “ungidos do Senhor” no A.T.:
“Quem são os ungidos do Senhor?
O contexto deixa isto bem claro, e por ele nós podemos ter certeza absoluta quem são as pessoas a quem o Senhor se refere como sendo os "ungidos do Senhor" e de "meus profetas". Salmos 105:8-15 diz o seguinte:
“Lembrou-se da sua aliança para sempre, da palavra que mandou a milhares de gerações. A qual aliança fez com Abraão, e o seu juramento a Isaque.  E confirmou o mesmo a Jacó por lei, e a Israel por aliança eterna, dizendo: A ti darei a terra de Canaã, a região da vossa herança. Quando eram poucos homens em número, sim, mui poucos, e estrangeiros nela; quando andavam de nação em nação e dum reino para outro povo; não permitiu a ninguém que os oprimisse, e por amor deles repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas”
O texto é absolutamente cristalino. Aqueles que são chamados de "ungidos do Senhor" e de "meus profetas" são os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. São os Israelitas. Todos e cada um deles. Ninguém que pertença verdadeiramente ao povo de Israel é deixado de fora.
Portanto, como dissemos, o mito de que os pastores constituem-se em os "ungidos do Senhor", como uma casta distinta e superior a todos os pobres crentes, não passa realmente de uma invencionice perversa cujo único propósito é munir homens com mecanismos que os possibilitem usar  abusar da igreja de DEUS e de suas ovelhas. Precisamos retornar, de maneira urgente, ao padrão bíblico do pastor-servo à imitação do próprio Senhor Jesus”.
A Bíblia nos mostra que ser ungido, nesta era da igreja (dispensação da graça), não é exclusividade de ocupantes dos púlpitos, pois, no N.T., a unção está disponível a todos os que estão salvos em Jesus Cristo“E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo... E a unção que vós recebestes dele, fica em vós...” (1 Jo 2:20, 27b) e não precisa ser “renovada”, sendo inerente à salvação.
Não satisfeitos, esses “pastores” também usam outros versículos do N.T., para amedrontar os incautos os irmão que são “meninos” em Cristo, dentre eles: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós” (Mt 7:1-2). Eles esquecem que essas passagens são relativas ao juízo temerário, quanto ao julgar o coração, mas quanto ás obras e condutas diz á Biblía: Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça Joa 7:234  Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Mat 7:16. Devemos julgar a conduta sim, de outra maneira como conheceremos os frutos se são bons ou ruins?
Os homens inclusive, infelizmente, alguns que se dizem “evangélicos”, não suportam mais a sã doutrina (2 Tm 4:2-5). Que bom seria se os crentes lessem especificamente falando a epístola de Paulo a Timóteo! Tudo o que está ocorrendo na atualidade, já está ali evidenciado e mostrado, detalhadamente. Afinal, a Bíblia é o “Livro das Respostas”; pois, Deus nos revelou tudo concernente à vida e piedade, não é mesmo? (2 Tm 3:16-17; 2 Pe 1:3). [8]
O que nos conforta é que chegará o dia em que esses “pastores” terão que enfrentar a Palavra Viva de Deus e não sobrará nada: “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia” (Jo 12:48). Terão também que dar conta de tudo o que fizeram, “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (2 Co 5:10), quando “a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um” (1 Co 3:13).
Há inúmeros exemplos desses usurpadores, do lugar que de direito é de Cristo, alguns são pastores, outros não.
Os pastores deveriam meditar, urgentemente, em Ezequiel 34 (capítulo que narra a situação de Israel no A.T., mas que é bem parecida com a situação em que vivemos atualmente), de cujo contexto transcrevo os versículos a seguir:“Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto. Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu, eu mesmo, procurarei pelas minhas ovelhas, e as buscarei” (Ez 34:10-11).



Nos dias de hoje centenas de falsos ensinos assaltam tanto a igreja como a Escritura e, portanto, isso exige um minucioso exame de como devem ser tratados os que promovem as falsas doutrinas. 

Embora pessoa alguma, com um sincero desejo de servir a Cristo, deseje ardentemente acusar outro irmão de estar cometendo erros em seu ministério, os profetas do Velho Testamento, o próprio Senhor Jesus Cristo e os apóstolos deixaram claro que muitos viriam em o nome do Senhor, professando segui-Lo e, contudo, pelos seus ensinos fraudulentos, negando-O ou apresentando uma imagem deturpada de Deus, bem diferente daquela que nos é apresentada na Escritura Sagrada. Paulo disse
 : “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas” (Filipenses 3:18-19). 
Falsos mestres, falsos apóstolos, falsos profetas e falsos irmãos podem danificar e até mesmo destruir a simplicidade da fé em Cristo: “... tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3). Jesus avisou que muitos seriam enganados por aqueles que afirmam falar em o nome de Deus (Mateus 24:5, 11, 24).

Nomear pessoas especificamente envolvidas na promoção de heresias ou doutrinas não bíblicas é, e deveria ser, a última e desconfortável atitude a ser tomada, e somente depois de muitas tentativas de reconciliação. Todo mundo pode cometer erros e somente diante de uma atitude de rebeldia, de falta de arrependimento e de mentalidade elitista demonstradas pelo irmão errado no sentido de raciocinar e de aceitar a verdade, é que temos de nos dispomos a vir a público, numa hora de absoluta necessidade. Se um ladrão, um vândalo ou coisa pior residisse próximo à sua casa, será que você não gostaria de saber o seu nome e de onde ele veio, a fim de proteger sua família do perigo? Muito mais em se tratando de assuntos espirituais - itens de significação eterna - devemos proteger nossas almas e as almas das pessoas que nos foram confiadas pelo Senhor!

O perigo inerente de coabitar com a heresia jamais pode ser exageradamente exposto. O erro desconsiderado sempre tende a 
“corroer como gangrena” o Corpo de Cristo, a igreja (2 Timóteo 2:17-18). A heresia se especializa em negar a verdade e em desacreditar a exata história da antiga nação de Israel, cujas renovadas simpatias pelos falsos deuses e pelos falsos profetas levaram a nação a colher uma completa destruição de sua fé em Deus e, conseqüentemente, o julgamento do Senhor. Parece que nos esquecemos da admoestação contida em Romanos 15:4: “Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança”. 
Embora os fracassos de Israel fossem registrados para nos servirem de admoestação, muitos cristãos acreditam estar isentos do mesmo tipo de engodo. Os falsos profetas têm sido sempre os heróis do povo, tornando tortuoso o caminho do Senhor e conduzindo as pessoas à depravação. Eles: “mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis”(Romanos 1:23).

Conquanto a atual sofisticação entre os nossos falsos profetas e falsos mestres [evangélicos] já não possa incluir o uso de ídolos de pedra e madeira, mesmo assim eles pintam suas imagens de Deus com palavras que excitam a imaginação humana, redefinindo o objeto da adoração.  Mesmo os que inadvertidamente ensinam o contrário do Evangelho de Cristo, acreditando que os seus ensinos são a verdadeira revelação, estão conduzindo multidões por um tenebroso caminho que as afasta cada dia mais da verdade. Apesar da sua sinceridade, eles se tornaram inimigos da fé e, a não ser que cheguem a um sincero arrependimento, abandonando o erro, irão naufragar na fé, levando muitos outros com eles: 
“Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé” (1 Timóteo 1:29). 

Nesta época de “tolerância”, muitos cristãos têm se inclinado a praticar o mal, minimizando o seu dano. Aspergida com um ensino bíblico misto de honestidade e bondade, a heresia logo se torna agradável ao paladar, principalmente quando alimenta a auto-imagem e o desejo de possuir poder da parte de quem a escuta. A 
“comichão nos ouvidos” (2 Timóteo 4:3-4) tem se tornado o passatempo religioso nacional. Muitos têm preferido escutar fantásticas fábulas  (verso 4), com uma ligeira camada de verniz cristão,  em vez de escutar a dura verdade que exige a morte do ego. 

Mesmo assim, o nosso Deus não está dormindo e o cristão sincero e humilde ainda consegue escutar a voz do seu Pastor e os de coração sensível ainda podem sentir a tristeza do Espírito Santo, quando ensinos extra-bíbllicos são apresentados como genuínos. Mas, infelizmente, a rota mais fácil é manter o “status quo”, mesmo diante da violência feita às Sagradas Escrituras. Os cristãos são anulados pelas constantes ameaças vindas dos púlpitos locais e nacionais, com a frase: 
“Não toqueis nos ungidos do Senhor!” e o medo de apedrejar o barco pode silenciar até mesmo o mais sincero crente em Cristo. Contudo, ao mesmo tempo em que existe um caminho mais fácil para quem se torna um ditador, suplantando o conhecimento de Deus com uma falsa piedade que ameniza o pecado, por outro lado o seu pecado deve ser amenizado, quando cometido na presença de alguém. Quando se dobram os joelhos tornando-se compromissados com o erro, eles ficarão dobrados até que aconteça o verdadeiro arrependimento e se volte para a única verdade que liberta do engodo.




O tempo de silenciar já passou há muito. A ameaça de 
Ananias e Safira já não pode mais ser usada para bestificar os verdadeiros crentes na cruz de Cristo. Mas a intimidação tão usada e abusada do “não toqueis nos meus ungidos” tem crescido ao extremo. Se o preço de falar a verdade for a condenação da nossa comunidade religiosa, que assim seja. A perda da influência, do status e do respeito significa uma ninharia quando comparada à glória de sofrer pelo nosso Senhor. As palavras que Cristo tem falado através das eras continuam tão fortes agora como eram, quando foram impressas pela primeira vez nas páginas da Bíblia: “Por que estais ociosos todo o dia?” (Mateus 20:6). Conhecer a verdade e não agir em favor da mesma é o mesmo que se tornar cúmplice do pecado.

Muito mais tem sido patrocinado às assim chamadas “vozes proféticas” de hoje. Gritos de “paz, paz”, quando não há paz, ecoam nos corações vazios daqueles que anseiam pela reconfortante Palavra da Verdade, a qual não conseguem encontrar entre os vendilhões do Templo. O tilintar das moedas vai comprando o silêncio,  à custa do engodo das multidões. Os legítimos profetas de Deus censuraram a heresia, com as suas palavra cortando a carunchosa madeira da falsa doutrina. Reis, sacerdotes e falsos profetas sentiram os golpes do machado. Os “ungidos do Senhor” (os verdadeiros profetas do VT) puderam tocar os outros “ungidos do Senhor” (Reis e sacerdotes) e também tocaram aqueles [falsos profetas] que haviam conseguido o respeito dos crentes com a sua fingida lealdade ao Senhor.
Uma plenitude de passagens, tanto do Velho como do Novo Testamento, ensina como trazer luz ao que é falso, a fim de que a falsidade seja desmantelada. Efésios 5:11 diz:“E não vos comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as”. A escolha é nossa em obedecer, mesmo sofrendo as conseqüências, pois o resultado do erro doutrinário é a destruição da vida espiritual do povo de Deus, o qual é levado à prostituição espiritual. Efésios 5:11 não é uma sugestão ou desafio, mas uma ordem.  Se obedecermos corretamente essa ordem, poderemos contar com a integridade e a coragem bíblica da próxima geração de cristãos.



Artigo 
“Naming the Names, a Biblical Approach”, de Kevin Reeves.
OBS: Dedico este artigo aos irmãos bíblicos (servos do Senhor Jesus Cristo) que buscam servir e adorar ao Senhor, em espírito e em VERDADE, mas que já estão tendo que se reunir nas próprias casas, como ocorria com a igreja primitiva, por estar cada vez mais difícil encontrar uma igreja sadia, perto de suas residências, para congregar, nestes tempos do fim.
FONTE: http://ibb.nbrasil.net/index.php?option=com_content&view=article&id=639:o-dogma-da-infalibilidade-pastoralq&catid=59:varios&Itemid=154
VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA