"Now the Spirit speaketh expressly, that in the latter times some shall depart from the faith, giving heed to seducing spirits, and doctrines of devils; Speaking lies in hypocrisy;having their conscience seared with a hot iron;"1 Timothy 4:1-2

terça-feira, 12 de junho de 2012

"Shema Yisrael Adonai Adonai Echad Elohenu ..."


A TRI—UNIDADE
DE DEUS

NO VELHO TESTAMENTO






O termo “trindade” vem sendo usado faz aproximadamente mil e seiscentos anos, para tentar explicar a natureza de Deus. Mas, a escolha desse vocábulo específico foi infeliz e incorreta. Quando os cristãos usam a palavra “trindade” (que significa, simplesmente, “três”), inconscientemente comunicam aos ouvintes um conceito politeísta (a crença ou a adoração a uma pluralidade de deuses). A palavra “trindade” foi cunhada a fim de referir-se à pluralidade que há em Deus, ao mesmo tempo em que manteria o pensamento da unidade divina. Foi uma escolha bem intencionada, mas infeliz.
Atualmente, muitos não-cristãos supõem que essa doutrina significa que a cristandade acredita. em três deuses, e não em um só. No seu âmago, entretanto, esse ensino na realidade em nada difere da doutrina judaica central sobre a unidade de Deus. Para descrever corretamente o verdadeiro conceito bíblico da natureza de Deus, deveríamos usar o vocábulo “Tri-unidade”, em lugar de trindade, O termo “Tri-unidade” transmite a idéia de que Deus é um só, ao mesmo tempo em que consiste em três pessoas.



Isso de maneira alguma indica a crença na existência de três deuses; antes, indica uma crença em total consonância com os ensinamentos da lei e dos profetas. Apesar de estar acima de nossa capacidade de experimentar, ou, quanto a muitos aspectos ao menos de compreender plenamente esse fenômeno, essa é, não obstante, a posição da Bíblia. Se quisermos entender esse conceito, em qualquer medida, teremos de voltar-nos para as Escrituras com esta simples indagação: “Que diz o Senhor?”



A Unidade Composta de Deus

A unidade de Deus é ensinada nas páginas do Antigo Testamento. Vintenas de passagens, na lei e nos profetas, convergem a fim de prover-nos uma irrefutável evidência de pluralidade, dentro da unidade de Deus.



Pluralidade na Shema

O povo judaico com freqüência faz objeção à Tri-unidade de Deus por causa daquilo que acreditam ser-lhes ensinado na Shema. Para a maior parte dos israelitas, a Shema é o coração mesmo do judaísmo. Trata-se daquela passagem fundamental que se encontra no livro de Deuteronômio:
“Shema Yisroel Adonai Elohenu Adonai Echad ...”
“4 ¶ Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. 5 Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.” (Dt 6:4-5)

A palavra Shema é o primeiro vocábulo hebraico dessa passagem, e significa “ouve”. A premissa aceita entre os judeus é que essa declaração ensina que Deus é indivisivelmente uno. Conseqüentemente, eles levantam a seguinte objeção: “Não posso crer nessa pessoa, Jesus, que os cristãos consideram Deus”. Para eles, a Shema parece haver silenciado para sempre o argumento que envolve a crença cristã histórica na deidade de Jesus. Entretanto, um exame cuidadoso do trecho de Deuteronômio 6:4 na verdade estabelece, ao invés de refutar, a pluralidade de Deus. Uma completa revisão do texto hebraico revela essa verdade acima de qualquer dúvida razoável. O incrível é que a Shema é uma das mais pode rosas declarações em favor da tri-unidade de Deus que se pode encontrar na Bíblia inteira. A própria palavra que alegadamente argumenta contra o ensino da tri-unidade de Deus realmente afirma que em Deus há pluralidade, pois a última palavra hebraica da Shema é echad, um substantivo coletivo, em outras palavras, um substantivo que demonstra unidade, ao mesmo tempo que se trata de uma unidade que contém várias entidades. Poderíamos citar um bom número de exemplos.

Em Gênesis 1:5, Moisés empregou essa palavra ao descrever o primeiro dia da criação: 
“Chamou Deus à luz Dia, e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia”. A palavra aí traduzida por “primeiro” é a palavra hebraica echad. Aquele primeiro dia, é claro, consistiu em luz e trevas - manhã e tarde.

Em Gênesis 2:24, Deus revelou o que se fazia necessário para um casamento feliz. Ele instruiu marido e mulher a tornarem-se 
“os dois uma só carne”, indicando que aquelas duas pessoas unir-se- iam, formando perfeita e harmônica unidade. Em tal caso, novamente, a palavra hebraica é echad. O ponto é claro, portanto — echad é sempre usada para indicar unidade coletiva, uma unidade em sentido composto.

Em Números 13, Moisés registrou o relato sobre os doze espias hebreus que tinham sido enviados para espiar a terra de Canaã. Quando retornaram daquela missão, de acordo com o versículo 23, eles pararam em Escol, onde 
“cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas” A palavra que aqui aparece como “um’ em “um cacho” novamente é echad, no hebraico. Mas, como é evidente, esse único cacho de uvas consistia em muitas uvas.

Por semelhante modo, em Esdras 2:64, registram as Escrituras: 
“Toda esta congregação junta foi de quarenta e dois mil trezentos e sessenta”. A palavra hebraica aqui traduzida por “toda”, na expressão “toda esta congregação”, é a palavra hebraica echad. E evidente que aquela congregação de Israel, embora fosse uma só, compunha-se de muitos indivíduos. De fato, nada menos de 42.360 israelitas a compunham!

Jeremias, grande profeta de Judá, no capítulo 32 de seu tratado, inspirado pelo Espírito de Deus, empregou a mesma palavra hebraica, echad, a fim de denotar uma unidade composta. Lemos nos versículos 38 e 39: 
“Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho ...” A referência feita por Jeremias a “um só coração” e a “um só caminho”, envolve a inteira nação de Israel. Assim, muitos, coletivamente falando, são considerados como somente um.

O que é mais interessante nisso tudo é que há outra palavra hebraica que significa “unidade absoluta”. Essa outra palavra hebraica é yachid. Em Gênesis 22:2, Abraão é instruído: 
“Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto..:” O termo aqui traduzido em português por “único” no hebraico é “yachid”. Esse vocábulo hebraico é novamente usado nos versículos 12 e 16 desse mesmo capítulo. Havia apenas um filho de Abraão que Deus reconhecia. Isaque era o filho da promessa — não havia outro. Nesse sentido, pois, yachid estabelece singularidade absoluta: um e somente um.

Também, em Provérbios 4:3, Salomão assevera: 
”teu era filho em companhia de meu pai, tenro, e único diante de minha mãe”. Davi, por sua vez, escreveu em Salmos 22:20: “Livra a minha alma da espada, e a minha predileta da força do cão.”. Onde temos “minha predileta” literalmente, no hebraico, está “minha única”, sendo usada a palavra hebraica “yachid”.

Também encontramos escrito em Juizes 11:34
:“Vindo, pois, Jefté a Mispa, a sua casa, saiu-lhe a filha ao seu encontro, com adufes e com danças: e era ela filha única; não tinha ele outro filho nem filha”. Jeremias declara, em 6:26 de seu livro: “O filha do meu povo, cinge-te de cilício, e revolve-te na cinza; pranteia como por um filho única.’ De novo, lê-se em Amós 8:10: “...farei que isso seja como luto por filho único..’ E novamente, em Zacarias 12:10, onde se lê palavras ditas pelo próprio Senhor Deus: “...olharão para mim, a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito...”.

Percebemos, portanto, que os escritores sagrados, inspirados pelo Espírito de Deus, dispunham de duas palavras hebraicas que podiam escolher, quando queriam comunicar a verdade acerca da natureza de Deus. E claro que Yahweh selecionou a palavra sagrada que O identifica com a idéia de pluralidade. Esse substantivo coletivo sempre foi escolhido, e não o singular absoluto. A preferência dada a echad, ao invés de yachid, não deixa margem para dúvida quanto ao sentido que Deus nos queria transmitir.



Pluralidade no Nome de Deus

Em nossa Bíblia portuguesa, os tradutores, ao traduzirem as palavras hebraicas El e Elohim, fizeram-no com “D” maiúsculo, “Deus”. No hebraico, essas palavras significam ambas “Todo-poderoso”.

Ambos esses nomes, na verdade, são uma só palavra. Todavia, El é a forma singular, enquanto que Elohim é a forma plural da mesma palavra. Particularmente importante é o fato que dentre as 2.750 vezes em que essas palavras são empregadas no Antigo Testamento, Elohim, a forma plural, é em pregada por nada menos de 2.500 vezes.

      

Êxodo 20 provê para nós um excelente exemplo. Nessa passagem, Moisés estava transmitindo os Dez Mandamentos de Deus ao povo de Israel. Yaweh, pois, declara ali: 
“Eu sou o Senhor teu Deus... Não terás outros deuses diante de mim” (vv. 2 e 3). Nessa declaração, “Deus” e “deuses” são idênticas no original hebraico, isto é, Elohim. A variação que se vê na tradução portuguesa deve-se ao fato que os tradutores, apesar de traduzirem a segunda ocorrência da palavra por “deuses’ no primeiro caso preferiram traduzir EIohim no singular, “Deus”.

Gramaticalmente, no hebraico pelo menos, seria igualmente aceitável ter sido traduzida essa passagem como: “Eu sou o Senhor teus Deuses... Não terás outros deuses diante de mim”.

Isso posto, essa questão de pluralidade, quanto ao nome divino, deve ser reconhecida como uma importante questão, que precisamos levar em conta. O livro de Gênesis fornece-nos uma excelente ilustração. Somente no relato sobre a criação, a palavra hebraica E/oh/ri é usada por cerca de trinta e duas vezes, aludindo à obra divina da formação dos céus e da terra.

Outra instância disso encontra-se na própria Shema Ali o substantivo “Deus” é o termo hebraico Elohenu. Ora, Elohenu reflete tanto o pronome plural, em “nosso” Deus, como a forma plural, Elohim.

Impõe-se novamente a pergunta: Por qual razão Deus preferiu coerentemente a forma plural Elohim, a fim de demonstrar a Sua unidade? O uso de uma forma singular não transmitiria, com maior clareza, o conceito de singularidade? O fato, entretanto, é que Deus preferiu comunicar, por intermédio de Moisés, a idéia de pluralidade dentro de Sua unidade.



Um Ponto no Livro de Gênesis

A pluralidade, nos pronomes pessoais, quando utilizada em relação a nosso Senhor, adiciona uma prova ao conceito da tri-unidade de Deus. Uma vez mais, pomo-nos a examinar o registro de Gênesis, em busca de evidências. Três passagens demonstram esse ponto:
“Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem conforme a nossa semelhança... Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou: homem e mulher os criou” (Gênesis 1:26,27).

Logo no começo, podemos observar a seleção da palavra hebraica Elohim como forma do substantivo usado nesse versículo; Elohim estava pronto para criar o homem. Em consonância com essa escolha, pois, foi inserido o pronome pessoal plural, “nós” (subentendido no verbo “façamos”) e o adjetivo possessivo plural “nossa” (por duas vezes).

Dr. David L. Cooper estabeleceu um ponto válido, ao observar que os substantivos hebraicos “semelhança’ e “imagem” estão ambos no singular, o que indica que tanto a pessoa que falava como a pessoa a quem se falava era uma e a mesma pessoa. E as sim a conclusão é muito iluminadora: A idéia de pluralidade (“nós” e “nossa”) é fundida com termos no singular (“semelhança” e “imagem”), assim demonstrando aquilo que podemos denominar de unidade coletiva, de unidade composta. Isso é reforçado no versículo 27, onde Deus refere-se a Si mesmo usando pronomes pessoais no singular “sua?’ e “ele” (ele, subentendido em “criou”).

Deve-se compreender que somente Deus é capaz de criar — isso se evidencia por todo o volume da Bíblia. Visto que isso é verdade, então quem está em foco dentro da declaração: “Façamos NÓS o homem à NOSSA imagem, conforme a NOSSA semelhança”? Só há uma conclusão lógica.

...Eis que o homem se tornou como um de nós.., o Senhor Deus, por isso, o lançou fora do jardim do Éden’ (Gênesis 3:22,23). Adão e Eva haviam transgredido contra Yahweh. A reação do Senhor Deus foi expulsá-los do jardim do Éden. Notemos que Deus observou que o homem “...se tornou como um de NÓS’ (o pronome pessoal no plural), razão pela qual o homem precisava ser expulso.

O terceiro ponto a ser salientado encontra-se no relato sobre a dispersão da humanidade, quando da construção da torre de Babel. 
“Vinde, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem.., Destarte o Senhor os dispersou dali pela superfície da terra..:’ (Gênesis 11:7,8). Uma vez mais o pronome pessoal plural “nós’ é empregado (subentendido nos dois verbos, “desçamos” e “confundamos”). A isso se segue uma referência a Deus, no singular.
“... desçamos. “.



Tri-Unidade ou Politeísmo?

Uma pergunta emerge das páginas do Antigo Testamento: Devemos crer em um [único] Deus que consiste em mais de uma pessoa, ou devemos aceitar o politeísmo? Uma breve investigação em algumas poucas passagens bíblicas pode ilustrar as alternativas que se abrem diante de nós.

No Salmo 45, o rei de Israel é apresentado como se fosse Deus. Lemos especificamente, nos versículos 6 e 7: 
“O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu reino, Amas a justiça e odeias a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros”. Visto que a primeira palavra Deus, sublinhado [este sublinhado foi perdido na cópia, Hélio o colocou], está no imperativo [correção: vocativo], destaca-se a indagação: Quem é o Deus de Deus?

Novamente, em Salmos 110:1, diz o rei Davi:“
Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos de baixo dos teus pés”. A pergunta que deve ser feita quanto a essa passagem é: A quem Davi dirigia-se como o seu Senhor? Quando Davi compôs esse sal mo, ele era o monarca de Israel. Não havia outro maior do que Davi em Israel, exceto Deus. Quem, pois, deve ser considerado Senhor de Davi? E para quem Deus estava falando?

Em Gênesis 18 e 19, Moisés registrou a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra. Evidentemente, através dos dois capítulos, que o próprio Senhor apareceu a Abraão como um dos três homens que o visitaram. No trecho de Gênesis 19:24 lemos:
“Então fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e Gomorra”. Inquestionavelmente, essa referência bíblica identifica duas pessoas distintas. Uma vez mais, a escolha se destaca: politeísmo ou a tri-unidade de Deus!

Temos a certeza de que a Bíblia não ensina o politeísmo. E simplesmente intransponível o abismo entre o ensino da tri-unidade de Deus e o conceito de muitas divindades. Acusar alguém que os cristãos acreditam em três deuses é algo destituído de base. O politeísmo concebe e ensina deuses que são entidades independentes umas das outras — deuses que a todo tempo entrechocam-se com outros deuses, em seus objetivos. Mas, dentro da tri-unidade de Deus sempre há uma absoluta unidade de desejo, de desígnio e de execução. Todas as referências bíblicas mostram Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo operando em perfeita união. Basta esse fato para vermos a grande diferença que há entre aqueles dois conceitos.



O Messias Reconhecido como Deus
“6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. 7 Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.” (Is 9:6-7)

Esses versículos mostram-nos explicitamente que Aquele sobre cujos ombros estará o governo, e por intermédio de quem chegarão a este mundo a justiça, a paz e a retidão, é, ao mesmo tempo, Deus e homem. Como criança ainda, Ele nasceu na nação de Israel. Isso dá a entender, de maneira enfática, a humanidade do Messias. Ao mesmo tempo, porém, ele também é ali reconhecido como o verdadeiro Deus, por ser o Filho dado por Deus. Além disso, essa criança, esse Filho, é chamado de “Deus Forte”. Acrescente-se a isso que lhe são conferidos outros títulos que só cabem legitimamente a Deus. Pois Ele é designado “Maravilhoso”, “Conselheiro”, “Pai da Eternidade” e “Príncipe da Paz”.

Jeremias aliou-se a Isaias, ao insistir que o Messias é Deus em carne humana.
“5 Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e agirá sabiamente, e praticará o juízo e a justiça na terra. 6 Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com o qual Deus o chamará: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA.” (Jr 23:5-6)

Não há dúvidas que essa declaração refere-se ao Messias que procederia da linhagem de Davi. Na qualidade de Rei de Israel, Ele haveria de trazer justiça, retidão e paz a esta terra. Quem realizará tudo isso? De conformidade com essa porção da Palavra de Deus, será o Renovo justo de Davi ( o Messias) — Yahweh-tsidkenu, “Senhor Justiça Nossa”. Visto que Deus deixa absolutamente claro que não existem deuses além dEle mesmo, como pode ríamos compreender que Ele chamou Seu servo, o Messias, de Deus? Isso só pode ser compreendido quando percebemos que esse Filho de Deus, esse Renovo justo, na realidade é Deus.



O Messias é Eterno

Em um sentido limitado, algumas das qualidades ou atributos de Deus são exibidos na Sua criação, particularmente na humanidade. Não obstante, há muitas outras características que residem exclusivamente no próprio Deus. A eternidade é um dos atributos designado somente a Deus. Diferente dos homens, ou de qualquer substância existente no universo criado, Deus não somente existe para sempre, mas também não teve começo — Ele sempre existiu. Deus revelou-se a Moisés chamando a Si mesmo de 
“Eu sou o que Sou” (Êxodo 3:14) — uma declaração cujo propósito era o de mostrar ao Seu servo atemorizado a passada, a presente e a futura existência de Sua divina pessoa. Deus simplesmente existe! Por semelhante modo, há muitas outras passagens, no Antigo e no Novo Testamento, que informam-nos que antes de qualquer coisa vir à existência, Deus já estava lá.

Tendo esse fato em mente, voltamos agora a nossa atenção para os ensinos bíblicos que abordam a questão da pré-existência do Messias. Não somente Ele deveria nascer como um ser humano, em algum ponto histórico do tempo, mas também, de acordo com o profeta Miquéias, o Messias (o Filho de Deus) tem as suas “
saídas desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. Escreveu esse profeta judeu, em 5:2 do livro que tem seu nome: “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” (Mq 5:2) Assim, o local do nascimento do Príncipe que viria foi predito séculos antes que Ele aparecesse neste mundo. O Messias surgiria na cena humana não simplesmente como fruto do ventre de uma virgem, mas também procederia das regiões da eternidade, onde Ele sempre [existiu, existe, e] existirá, eternidade a fora.

É importante que entendamos que tanto o Antigo quanto o Novo Testamento destroçam o errôneo conceito do nascimento físico de Jesus como se isso tivesse constituído a Sua origem, o Seu começo. A Bíblia nunca ensina tal coisa, em parte alguma. Por igual modo, as Escrituras nunca sustentam a tese de que Maria é a mãe de Deus, visto que Deus nunca nasceu. Deus sempre existiu. O que o Novo Testamento revela-nos, paralelamente ao Antigo Testamento, é que Deus manifestou-se em carne, como ser humano. Maria foi a mulher judia que Deus escolheu para dar à luz Àquele que é o Deus encarnado — o eterno Filho de Deus.



O Messias Foi Adorado

Somente Deus pode ser adorado, com toda a legitimidade. Deus proíbe a adoração direta a qualquer outro ser ou objeto, tanto nos céus quanto na terra. Em Salmos 118:8 somos instruídos quanto a esse particular: 
“É melhor confiar no SENHOR do que confiar no homem.” Mais dogmático ainda mostra-se o profeta Jeremias, o qual citou Deus a dizer “5 Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR! ... 7 Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR.” (Jr 17:7) 

No entanto, em certas porções das Escrituras, encontramos o Messias aceitando adoração da parte dos homens. Davi deixa isso perfeitamente claro no Salmo 2. Ali ele identifica o Messias como o Filho de Deus, e, em seguida, instrui que o Rei-Messias deveria ser adorado (v. 12). Isso pode ser chocante para o seguidor das Escrituras — a menos que ele compreenda a tri-unidade de Deus. Então torna-se lógica e escriturística aquela admoestação de Davi, que recomenda: “
Beijai [ o Filho..]

Deus deixou perfeitamente claro que o Seu Filho, o Messias, tem todo o direito de ser adorado. Isso, por sua vez, significa que Cristo é Deus. Se não fosse uma realidade, então a única alternativa que nos restaria seria acreditar que o Deus que nos adverte a não reverenciar ao homem, estava contradizendo-se ao ordenar-nos tal coisa. Naturalmente, Deus não estava se contradizendo. Ao contrário, estava frisando esse ponto uma vez mais: o Messias é Deus.



Uma Palavra Final

Temos compartilhado de certo número de momentosos fatos — verdades que são capazes de libertar nossas mentes, se estivermos dispostos a rejeitar as crenças restritivas, agrilhoadas às tradições humanas, para então considerarmos objetivamente as Sagradas Escrituras. A Palavra de Deus, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, ensina-nos que o Senhor onipotente é uma personalidade triúna. Quanto a esse detalhe, o judaísmo bíblico (por meio das Escrituras do Antigo Testamento) e o cristianismo bíblico estão em total acordo.

Os crentes que acreditam na Bíblia não são politeístas. Antes, a doutrina deles é tão autenticamente monoteísta quanto o é a doutrina do judaísmo bíblico. Na verdade, se não entendermos o conceito da tri-unidade de Deus, nos sentiremos inteiramente perdidos na tentativa de explicar grande par te dos ensinos do Antigo Testamento.

O ponto crucial do problema inteiro repousa, em última análise, sobre a explicação do impacto exercido pela vida e pelo ministério de Jesus Cristo. Por mais de dois milênios, Ele tem cativado os corações dos homens e tem dominado a história da humanidade. Se quisermos ser perfeitamente honestos, como poderíamos explicar a pessoa de Cristo, à parte do fato que Ele é Aquele que foi anunciado por Isaías como o Deus forte.



Autor Stanley Rosenthal
Digitalizado (a partir de um livreto da Editora Fiel) e enviado por Edwardo B.
Hélio acrescentou dois ou três colchetes explicativos, e colocou os versos da ACF.


VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Lord I need you to move.


SCRIPTURE: ACTS 5: 17-21
1.) There are times in my life and I can imagine in the lives of many others, when time comes and we need God to move. I don’t just mean move, but I mean quickly. Sometimes we can not wait for things to work themselves out, but we need God to show up now. You know what I mean, when your bills are due, now I’m not just talking about one bill, but all your bills are due. Bills are, but your money is acting funny, change kind of strange, and you don’t have anyway to get any money. You find yourself needing God to move now. You begin praying and asking God to show up. Because let me tell you, sometimes you can’t wait until the morning, but you say Lord I need you to move right now.

2.) For in this text we find where Luke tells about a man named Peter, and Peter was locked down in jail. Now Peter was in Jerusalem to defend his action concerning Cornelius to “the circumcision party.” While he was there Herod Agrippa I, whom had already put James to death, arrested Peter. While he was locked down in this jail the Bible says that the church came together and began to pray. Let me tell you when the church comes together something happens. I can imagine that Peter began to worry, he said I’ve been locked down in this cold and dark jail for a long time. I haven’t heard from the Lord yet, but I’m told while Peter had questions on his mind, the church had prayer own their minds. I’m sure that Peter was still asking when is God going to move, he didn’t have any idea that was not going to move, he was just wondering when. While Peter was wandering the Bible tells me that the church was still praying. I can imagine them church folk laying before the Lord, and calling on God to show up in their friend Peter’s situation. You see the church prayed for somebody else, but now days we too busy praying for ourselves and not worring about anyone else, but somebody needs God a little more than we do. I can imagine that God and the Holy Ghost got together. I stopped by to tell you that when God and the Holy Ghost gets together something has to move. A songwriter once said when God gets ready you got to move. You may be up and you may be down, but when God gets ready you got to move. You may be blind and can not see, you may dumb and can not talk, but when God gets ready you got move. The Bible says that after the church prayed Peter was set free. So you see sometimes God moves right now. 
3.) In my conclusion I would just like to say that the church showed patients, and because they showed there patients God showed up. God doesn’t always have to wait until morning, sometimes he shows up in the middle of the night. Because some prayers I pray can not wait until morning, sometimes I need God now. Because if I wait until morning I want sleep that night. So I can see God in the night. The Bible says that God showed up in the prison, there were one hundred men holding Peter in jail. But God on your side is all that you need. If God is for you, who can be against you? God on your side is more than the whole world is against you. The Bible says that the angel showed up and told Peter get up and go quickly. Now the Bible says that the angel showed up beside Peter. Sometimes God shows up in front of you to show you the way, sometimes he shows up behind you to keep your

terça-feira, 5 de junho de 2012

For here we do not have a lasting city


Hebrews 13 (New American Standard Bible)

The Changeless Christ

13 Let love of the brethren continue. Do not neglect to show hospitality to strangers, for by this some have entertained angels without knowing it.  Remember the prisoners, as though in prison with them, and those who are ill-treated, since you yourselves also are in the body.  Marriage is to be held in honor among all, and the marriage bed is to be undefiled; for fornicators and adulterers God will judge. Make sure that your character is free from the love of money, being content with what you have; for He Himself has said, “ will never desert you, nor will I ever forsake you,” so that we confidently say,
“ The Lord is my helper, I will not be afraid.
What will man do to me?”
Remember those who led you, who spoke the word of God to you; and considering the [a]result of their conduct, imitate their faith.  Jesus Christ is the same yesterday and today and forever.  Do not be carried away by varied and strange teachings; for it is good for the heart to be strengthened by grace, not by foods, through which those who [b]were so occupied were not benefited. 10 We have an altar from which those who serve the [c]tabernacle have no right to eat. 11 For the bodies of those animals whose blood is brought into the holy place by the high priest as an offering for sin, are burned outside the camp. 12 Therefore Jesus also, that He might sanctify the people through His own blood, suffered outside the gate. 13 So, let us go out to Him outside the camp, bearing His reproach.14 For here we do not have a lasting city, but we are seeking the city which is to come.

God-pleasing Sacrifices

15  Through Him then, let us continually offer up a sacrifice of praise to God, that is, the fruit of lips that [d]give thanks to His name. 16 And do not neglect doing good and sharing, for with such sacrifices God is pleased.
17  Obey your leaders and submit to them, for they keep watch over your souls as those who will give an account. [e]Let them do this with joy and not [f]with grief, for this would be unprofitable for you.
18  Pray for us, for we are sure that we have a good conscience, desiring to conduct ourselves honorably in all things. 19 And I urge you all the more to do this, so that I may be restored to you the sooner.

Benediction

20 Now the God of peace, who brought up from the dead the great Shepherd of the sheep [g]throughthe blood of the eternal covenant, even Jesus our Lord, 21  equip you in every good thing to do His will, working in us that which is pleasing in His sight, through Jesus Christ, to whom be the glory forever and ever. Amen.
22 But I urge you, brethren, [h]bear with [i]this word of exhortation, for I have written to you briefly.23 [j]Take notice that our brother Timothy has been released, with whom, if he comes soon, I will see you. 24 Greet all of your leaders and all the [k] saints. Those from Italy greet you.
25  Grace be with you all.

New American Standard Bible (NASB)

PASTOR:JOÃO NOGUEIRA DE LIMA

quinta-feira, 31 de maio de 2012

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé"


Graça
Em Gênesis 14:13-24, Abraão retorna do resgate dos habitantes de Sodoma e o rei da cidade, agradecido, diz-lhe: "Dá-me as pessoas, e os bens ficarão contigo" (21). Mas Abraão replica: "... nada tomarei de tudo o que te pertence, nem um fio, nem uma correia de sandália, para que não digas: Eu enriqueci Abraão" (23). Fazendo isso, Abraão faz saber que ele não será devedor ao rei de Sodoma. Sua ação para recuperar os bens e as pessoas não foi para ganhar uma recompensa, ou porque devesse alguma coisa ao rei de Sodoma.
A mesma atitude é vista no tratamento de Deus conosco e é demonstrada em seu tratamento com Israel. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8-9).
"...pela graça sois salvos mediante a fé..."
A sabedoria do mundo nos diz que simplesmente temos que crer ("mediante a fé") e que Deus nos salva ("pela graça"). Contudo, uma comparação deste versículo com exemplos do Velho Testamento mostra a verdadeira mensagem que Paulo está reapresentando.
"... e isto não vem de vós ...
Quando os israelitas estavam quase entrando na terra prometida, tirando os povos dali , Moisés lhes disse "Quando, pois, o SENHOR, teu Deus, os tiver lançado de diante de ti, não digas no teu coração: Por causa da minha justiça é que o SENHOR me trouxe a esta terra para a possuir..." (Deuteronômio 9:4). Aos israelitas foi dito que tirassem da cabeça que estavam recebendo a terra prometida porque eram bons! Do mesmo modo, nossa salvação não é por sermos tão justos por nós mesmos que, de algum modo, a mereçamos.
"... é dom de Deus ..."
Em Josué 6:2, Deus diz a Josué, "Olha, entreguei na tua mão a Jericó, ao seu rei e aos seus valentes." Jericó era um dom. Foi dito aos israelitas que marchassem em volta da cidade durante seis dias e sete vezes no sétimo dia. Esta era uma exigência para que recebessem o dom. Mas ainda que a obediência deles fosse exigida para a tomada da cidade, de modo nenhum significava que eles mereciam a cidade. Nossa salvação tem algumas exigências ligadas a ela (Marcos 16:16; Romanos 10:9; Atos 2:38), mas isso não significa que a mereçamos. Andar em volta de uma cidade treze vezes não valia a destruição de um muro que levara anos para ser construído. Nem os nossos atos são dignos da salvação que recebemos, a recompensa excede de muito o esforço.
"... não de obras..."
Quando Gideão atacou os midianitas, ele tinha 32.000 homens que responderam ao seu chamado (Juízes 7:3). Mas Deus disse que eram demais "Israel poderia se vangloriar contra mim, dizendo: A minha própria mão me livrou" (Juízes 7:2). Mais uma vez Deus se certificou de que eles entendessem que não era o que tinham feito que os salvara. Poderia se perguntar, então, por que Deus mandou 300 homens para destruir Midiã? Não poderia tê-lo destruído simplesmente sem quaisquer israelitas estarem envolvidos? A resposta é que Deus lhes estava ensinando uma lição que, enquanto houvesse coisas que eles tinham que fazer, a recompensa de Deus estava muito além dos seus esforços ou capacidade.
" para que ninguém se glorie ..."
O profeta Isaías pronunciou a condenação contra o rei da Assíria, que se gabara: "Com o poder da minha mão, fiz isto" (Isaías 10:13). Assim como Abraão declinou de dar ao rei de Sodoma um motivo para se gabar (Gênesis 14:23), Deus não nos dá oportunidade para nos gabarmos. Nossa salvação é totalmente dependente de sua misericórdia. Não há nada de justo ou maravilhoso em nossas próprias obras que possamos apontar para elas e reivindicar salvação. Não temos direito de nos gabar. O que temos merecido é morte (Romanos 3:23; 6:23), mas Deus, pela sua graça, nos dá uma saída.
Efésios 2:8-9 é usado freqüentemente pelo mundo para negar a necessidade do batismo e "provar" que somos salvos pela fé, somente. Contudo, como foi visto acima, estes versículos falam de nossa salvação do mesmo modo pelo qual Deus lidou com os israelitas. Suas vitórias eram um dom de Deus, mas em cada caso eles tiveram que fazer alguma coisa para receber o dom. Eles foram lembrados, também, que desde que era um dom de Deus, eles não tinham razão para se gabarem.
Outro versículo freqüentemente invocado em apoio de tal doutrina é Tito 3:5: "... não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou". Aqui Paulo apresenta a Tito a mesma mensagem que aos Efésios. Tito 3:5 é parte de uma sentença composta partida no lugar errado. O pensamento realmente começa no versículo 4: "Quando porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós..." Compare com Deuteronômio 9:4-5. Então, Paulo continua".. mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo".
Mais uma vez, Deus se assegura de que nós entendemos que ele não é nosso devedor. Quando Deus deu aos israelitas a terra prometida, e lhes deu Jericó, e entregou os midianitas em suas mãos, os israelitas tiveram que fazer alguma coisa em cada caso. Contudo, nos é dito que isto foi feito pela fé (Hebreus 11:30). Somos salvos por sua misericórdia, mas ainda nos é exigido fazer alguma coisa para termos acesso a essa misericórdia.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

HOMEM É HOMEM MULHER É MULHER ASSIM DIZ O SENHOR.



Romanos 1:18-32

O Livro (OL)

A ira de Deus contra o pecado

18-20 Mas Deus mostra, dos céus, a sua ira contra todo o pecado e a injustiça dos homens, que impedem a revelação da verdade pela sua perversidade. Porque o que acerca de Deus se pode conhecer, eles sabem-no instintivamente. Deus manifesta-lhes essas coisas nas suas consciências. Desde a criação do mundo que os homens entendem e claramente vêem, através de tudo o que Deus fez, as suas qualidade invisíveis - o seu eterno poder e a sua natureza divina. Não terão, portanto, desculpa de não conhecer Deus.
21 Pois ainda que tendo conhecido Deus, não o adoraram como Deus e nem sequer lhe agradeceram todos os seus cuidados diários. Antes começaram a formar ideias absurdas. O resultado foi que as suas mentes insensatas se tornaram obscuras.
22-23 Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E então, em vez de adorarem o Deus glorioso e eterno, fizeram para si próprios ídolos com a forma de homens mortais, de aves, de quadrúpedes e de répteis.
24-25 Por isso Deus os abandonou a si mesmos, deixando-os entregar-se a toda a espécie de perversões dos seus instintos, fazendo até as coisas mais indignas, com os corpos uns dos outros. Em vez de aceitarem a verdade de Deus, preferiram a mentira. Honraram e serviram coisas que são criadas em vez do próprio Criador, que é louvado eternamente. Amém.
26 Foi por isso que Deus se afastou deles e os deixou fazer todas essas práticas infames. Até as mulheres mudaram o uso natural que Deus destinou ao seu corpo e entregaram-se a práticas sexuais entre si mesmas.
27 E os homens, deixando as relações sexuais normais com mulheres, inflamaram-se em paixões sensuais uns com os outros, homens com homens, e recebendo em si mesmos o devido castigo pela sua perversão.
28 Visto terem achado inútil conhecer Deus, ele deixou-os fazerem tudo o que as suas mentes malignas pudessem imaginar./
29 As suas vidas tornaram-se cheios de toda a maldade, prostituição, ganância, violência, inveja, assassínio, disputas, engano e intrigas.
30-31 Tornaram-se insurrectos, difamadores, cheios de ódio contra Deus, caluniadores, orgulhosos e presunçosos, imaginando constantemente novas práticas de maldade, sem respeito por pai ou mãe, falhos de senso comum, faltando à palavra dada nos contratos, sem saberem o que é afeição natural, sem capacidade de reconciliação nem de tolerância.
32 E, conhecendo a justiça de Deus e o castigo de morte que as suas condutas merecem, continuaram na mesma, encorajando até os outros a viver assim.

terça-feira, 29 de maio de 2012

O PODER DE DEUS PARA SALVAR!


O Evangelho O Poder de
Deus para Salvar

(Romanos 1:14-17)
O dilema do homem é inegável: o pecado levantou uma barreira intransponível impedindo o acesso até Deus (Romanos 3:23; 6:23). Entretanto Deus está querendo ajudar, oferecendo resposta para os apelos desesperados dos homens (Romanos 7:24; Atos 17:27).
O livro de Romanos claramente nos mostra a necessidade de aceitar e obedecer o evangelho para se livrar do pecado e restaurar a comunhão com Deus. O evangelho é realmente o poder de Deus para nossa salvação (Romanos 1:16).
A Única Cláusula de Deus (Romanos 1:16)
A revelação do plano eterno de Deus para a salvação do homem atingiu seu ponto culminante no sacrifício de Jesus Cristo, e seu benefício na revelação do evangelho. Simplesmente não existe possibilidade de salvação sem Cristo (Atos 4:10-12). A morte de Cristo é essencial para a nossa salvação (Mateus 26:28). O evangelho é importante porque mostra como podemos ser salvos pela morte de Jesus. Nós podemos compartilhar da promessa em Cristo somente através do evangelho (Efésios 3:6).
Não existe nenhum relato bíblico de nenhuma pessoa sendo salva através de outro meio. Nós somos salvos quando ouvimos, cremos e obedecemos o evangelho (Romanos 10:8-17). Deus nos oferece uma saída para o dilema do pecado através do evangelho, o qual "se manifestou agora . . . para obediência da fé" (Romanos 16:25-26). Se rejeitarmos esta saída, não existirá outro caminho para a salvação.
A Única Incumbência de Paulo (Romanos 1:14-16)
Paulo, quem de perseguidor tornou-se pregador, mostra sua firme convicção de necessidade da obediência ao evangelho. Na introdução na sua carta aos Romanos ele nos dá uma das mais claras e estimulantes afirmações sobre a importância das boas novas de Jesus Cristo. Paulo disse:
Œ Eu sou devedor (1:14). Ele devia a mensagem salvadora para os outros, mesmo os desprezados gentios, porque era a única chance deles para a salvação.
 Estou pronto (1:15). O entendimento de Paulo sobre o valor do evangelho era motivo suficiente para levá-lo a Roma para pregar o evangelho.
Ž Não me envergonho (1:16). A mensagem simples do evangelho pode ter sido ironizada pelos arrogantes, mas Paulo não se envergonhou, reconhecendo o poder da palavra (veja 1 Coríntios 1:18-31).
Nosso Único Guia (Romanos 1:17)
Os homens podem ser justificados diante de Deus somente quando eles demonstrarem fé - resposta adequada para a sua palavra. Paulo cita Habacuque 2:4 que nos mostra uma clara distinção entre o orgulhoso que segue seu próprio caminho, e o justo que manifesta sua própria dependência em Deus. Nós devemos ter a humildade e nos submeter a Deus e seguir unicamente a sua palavra.
A palavra de Deus fornece a direção completa que nós precisamos (Jeremias 10:23-24). As Escrituras fornecem tudo o que nós precisamos para estarmos equipados para servir a Deus (2 Timóteo 3:16-17). Deus nos tem dado todas as coisas que conduzem à vida e à santidade, nos capacitando a nos desfazer da natureza humana e ser participantes da natureza Divina (2 Pedro 1:3-4). Nós devemos ignorar as tradições, doutrinas e opiniões dos homens e aceitar a mensagem salvadora do evangelho (1 Coríntios 4:6). Somente assim, nós teremos a verdadeira comunhão com Deus (2 João 9).
Durante os séculos que se passaram, a partir dos escritos de Paulo, os homens têm tentado "melhorar" o poder de Deus para a salvação. Eles tentaram suplementar, abreviar, reduzir e alargar, mas foram incapazes de produzir qualquer outro caminho para escalar a barreira do pecado. Deus revelou. Paulo proclamou. Nós devemos obedecer. As boas novas de Jesus Cristo são a única avenida pela qual nós podemos ser redimidos da terrível conseqüência do pecado!

VIA: PASTOR JOÃO NOGUEIRA DE LIMA